A lenda de Diablo – Quem abriu os portões do inferno?

Tags: batalhas, Blizzard, Diablo II, Fantasia, Lord of Destruction, RPG

Diablo, o Senhor do Terror

Lembro-me bem de minha juventude (não muito distante) bem Nerd em que passava horas do meu dia em frente ao meu PC precário jogando o único game que rodava sem travar: Diablo II. O que era só para dizer para os coleguinhas que eu também jogava no computador virou um vício que se arrasta até hoje em minha vida! Ouso dizer que fui ‘iniciada’ no RPG por causa desse jogo. Quando soube da notícia do lançamento de Diablo III, praticamente tive um ataque epilético de alegria, surto este que foi testemunhado pelo semblante de pavor de minha querida vovó após meu grito de total frenesi.

Para quem ainda não conhece o título, a série Diablo – I e II, mais a expansão Lord of Destruction, foi lançada em 2000 pela Blizzard (mesma produtora da franquia Warcraft e World of Warcraft). O título foi lançado para PC/MAC e pode ser jogador por até oito gamers. Com gráficos bem avançados para a época de lançamento, uma forte e intrigante história, e com quatro cidades (cinco com a expansão), onde das quais há muita coisa para fazer além de matar monstrinhos, este jogo continua fazendo muito sucesso.

A história de Diablo II, em poucas palavras (vou tentar escrever pouco! rss…) é mais ou menos assim: totalmente enfurecido por ser derrotado e com sede de vingança (em Diablo I), Diablo, o poderoso Senhor do Diablo II - CapaTerror, tenta, e conquista aos poucos a alma do herói que o derrotou. Na medida em que o herói, que possui a Soulstone para si, se afasta da então derrotada Tristram e começa a peregrinar por outras terras, os poderes das trevas vão corrompendo o herói e, por todo o lugar que ele passa, aparecem, misteriosamente, legiões de demônios que atacam as cidades da região e espalham terror pelas terras de todo o santuário.

Com isso, Diablo se fortalece cada vez mais. Com o tempo, O Senhor do Terror volta a sua forma original (não vou explicar como e porque para não estragar a história). Mesmo assim, Mephisto, o Senhor do Ódio e um dos irmãos de Diablo, e Diablo, não conseguem conter o avanço de um novo herói (você, no caso). E Para isto, o novo herói irá precisar e muito de toda ajuda que puder. Na expansão, você também irá enfrentar outro irmãozinho de Diablo, chamado Baal, o Senhor da Destruição (família rebelde não?)

Faço duas críticas ao título. A primeira é a chatice de ter que ‘buscar’ o próprio corpo toda vez que se morre. Não se espantem é isso mesmo! Quando você morre em Diablo, seu corpo fica lá… Deitadinho e bonitinho e você (ressuscitado e com um novo corpo) volta para a cidade base do referido ato. Aí vem a parte legal: caso você queira seus preciosos itens de volta (tenho certeza que sim), terá que buscá-los no seu antigo corpo. Diablo II - gameplayDetalhe, quando você ressuscita, o herói fica sem nada! Dependendo de onde você morreu (perto de um chefão, por exemplo), vai ser uma aventura e tanto! He, he, he…

Outra coisa que me incomoda é que não tem como sair do jogo sem que este salve a partida automaticamente. Isso é uma faca de dois gumes (nossa que ditado velho!), já que pode ajudar no caso do jogo travar ou sair por qualquer outro motivo e você não perde seus dados, e ruim, porque você não tem como voltar atrás em algumas ações, tipo reverter a transformação de algum item criado no Horadric Cube, por exemplo.

Diablo é um jogo muito interessante para quem curte um estilo de RPG bem detalhado. Você pode jogar em três níveis de dificuldades diferentes e, mesmo se tratando da mesma história, o jogador poderá encontrar Assassina e Druidauma infinidade de itens novos e únicos e ainda fabricar os seus próprios. O jogo também é disponível na versão multiplayer. Em Diablo, você pode jogar com as seguintes classes: Amazona, Paladino, Bárbaro, Necromancer, Sorceress, Assassina e Druida (estes dois últimos disponíveis só na expansão). Lembrando que não dá para mudar a aparência ou o sexo do personagem, só o nome mesmo. Mas o game é show de qualquer maneira!

Curtam o trailer de Diablo III. Até a próxima…

Vivi Werneck
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22 Comentários em "A lenda de Diablo – Quem abriu os portões do inferno?"
  1. 24/11/2008

    Vivi, minha querida, vou corrigir uma parte do seu texto:
    “Para quem ainda não conhece o título…”

    Devia ser assim:
    “Para quem ainda não conhece o título, QUE SEJA ESTUPRADO POR MIL CÃES RAIVOSOS!”
    heuaehuaeheaueahueahae

    falando mais sério agora, eu ainda tenho que jogar o 2, só joguei o 1 até hj…
    e vc sabe se ele REALMENTE vai ter uma versão para os consoles? Eu tenho visto isto no screwattack…

  2. Vivi Werneck
    24/11/2008

    Aahahahahahahahha… Pô Thyago tem louco pra tudo nessa vida!!! Não tenho a informação sobre Dialbo para console, mas vou pesquisar! Bjosss…

  3. Vivi Werneck
    24/11/2008

    ‘Dialbo’, não kct! DIABLO!!!! rsrsrs…

  4. Vivi Werneck
    24/11/2008

    @Thyago,

    Dei uma pesquisada no site da Blizzard e, segundo Rob Pardo, vice-presidente de design da empresa, uma versão de Diablo para console é ‘teoricamente possível’.

    ‘Teria que haver algumas mudanças nos controles (…) Mas é, provavelmente, de nossas maiores franquias, aquela que é mais amigável aos consoles, com certeza” – palavras de Pardo.

    Espero ter ajudado! :^))

  5. 24/11/2008

    opa, valeu ^^
    eu tou escrevendo num teclado VAGABUNDO de lan house, nem na minha querida cidade estou (fortaleza), tou em natal ;-;
    enquanto isto, tou aqui num teclado com teclas de borracha. perdão pelo “Dialbo” :B

  6. 24/11/2008

    epa, quem escreveu “DIalbo” foi vc! è.é
    queeeeeeeimem esta herege! heuaheauhauaeh

  7. Vivi Werneck
    24/11/2008

    ahahahaha… ah claro, Burn the Witch! tirou o seu da reta né? huahuahua….

  8. 24/11/2008

    *caham* u.u
    me diz, vc tah na comu do blog? .-.

  9. 24/11/2008

    Pow, esqueceu da super-mega-ownante-butt-kicking Sorceress!!! Que heresia! rsrs

    Bom post, e bons tempos…

  10. Vivi Werneck
    24/11/2008

    é verdade! vou corrigir! rss

  11. Fabiana Tavares
    24/11/2008

    Eu nunca gostei de Diablo….. mas para os fãs da série, sem dúvida é um prato cheio.

  12. 24/11/2008

    Eita, conheço Diablo, mas não tive motivação para jogar nenhum da série. Mas acho a temática interessante, fugindo dos padrões comuns dos RPGs. É uma boa para os fanboys da série.

  13. 24/11/2008

    TOOOOUCHDOOONW para Vivi Werneck!!!!
    Textos excelentes. Faz um texto sobre Okami

  14. Vivi Werneck
    24/11/2008

    hahaha… valeu Wesley! :^))

  15. Vittor
    25/11/2008

    Good, agora só falta um post sobre StarCraft & StarCraft 2 que tá pra sair :D

  16. 25/11/2008

    um sobre okami seria perfeito
    fala sério, é um dos 10 games que tão me fazendo comprar um ps2 ano que vem XD

  17. 25/11/2008

    @Thyago: estou providenciando, pode ficar despreocupado ;)
    Só preciso terminar os trabalhos da faculdade T_T

  18. 25/11/2008

    @Rebeca
    Os minutos de espera compensaram. Pra ver que os melhores jogos tem as maiores cutscenes. Olha ai FFXII, Metal Gear Solid, Kingdom Hearts. O jogo realmente é lindo, é inovador (usar o celestial brush é uma pintura, literalmente) cenários amplos, a vozinha que enjoa, mas virou marca registrada. Sorte que a Amaterasu não fala. Seria uma voz estranha.

  19. 26/11/2008

    Nossa eu lembro como eu joguei Diablo II. Principalmente online. E também tive um ataque histérico quando vi os trailers, em junho [junho? não lembro direito…]

    Ahhh e pra voltar ações no Diablo II o negoçio é fazer ctrl+alt+del e “Finalizar Processo”.

    Nôu misérias.

  20. Vivi Werneck
    26/11/2008

    @ MamotromicO

    ctrl+alt+del e “Finalizar Processo”??? Sério??? Ah meu querido, salvou uma alma! rsrsrsrs… *bjs*

  21. Leco
    16/01/2009

    Passeando pela net encontrei seu blog e este post.

    Tive que parar pra comentar…

    Após empolgação com as notícias sobre D3, resolvi
    instalar e voltar a jogar na battlenet o LOD (Dez.
    2008).

    Sobre o jogo, viciante como sempre.

    – MF, MF e + MF (+ ou – 400 – um dia ainda volto a
    passar dos 500 sem sacrificar muito a jogabilidade),
    – Meph, Pindle e Baal forever.

    Sobre jogar na battlenet, decepcionante como nunca.

    – Tomada de propagandas e sites de vendas de itens,
    – Bloqueios da conta por “mudar rápido de sala de
    jogo” (não usando MH, bots, etc. para não ter dor
    de cabeça),
    – Problemas de conexão semanais.

    Produto “praticamente abandonado” pela Blizzard,
    afinal não “rende” como WoW.

    Acabei lembrando os motivos pelos quais parei de
    jogar (+ ou – 2005).

    Espero que a Blizzard seja mais feliz no D3.

    [ ]’s

  22. 11/02/2009

    […] Diablo pode ser uma experiência fisicamente confusa para meros mortais. O sujeito está lá, andando pelo […]

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