Por Clarice dos Santos
Como é bom ter fontes no Japão, não??*rs*
O meu querido amigo Daniel “Corisco”, NES Archiveano residente no Japão há 15 aninhos, me informou sobre uma rede de comida chinesa existente no país que está fazendo uma promoção sobre Street Fighter IV.
Pois bem. Essa rede de restaurantes fez uma cooperação com a Capcom e, pedindo pratos de
um determinado menu, seu pedido vem acompanhado de um saquinho com 2 trading cards aleatórios de Street Fighter IV, cujos cartões têm códigos que, através do celular, podemos baixar falas exclusivas dos personagens do game!
Ao todo são 30 cards diferentes, sendo 4 secretos – ou seja, logo tem japa se estapeando pra consegui-los – e os menus com os pratos e seus respectivos cards serão divididos em partes, sendo que o primeiro menu irá até o dia 28 de Fevereiro. Após isso, um novo menu estará disponível.
Por que uma promoção dessas não chega ao Brasil?? Inveja do Corisco! Obrigada pela dica e pelas fotos do lugar! ^_^










Prevejo japas levando a familia inteira ao restaurante e obrigando todos a comerem os pratos da promoção e também prevejo que aquele que tirará os cards secretos será algum velhinho que não faz ideia de quem é aquele carinha no card e que irá jogar ele no lixo
Taí um bom motivo pra levar a galera pro restaurante e dizer “É POR MINHA CONTA!”. Desde q os cards fiquem contigo, é claro.
Odeio o modo como os japoneses me fazem pensar q o lugar onde moro é uma lata de lixo… PQ NÃO TEM DISSO NESSE PAÍS???
Ok.. esta é uma das MUITAS razões pelas quais quero viver na terra do sol nascente… >_<
Quando tiver 18 aninhos é a primeira coisa que vou fazer!!
Japoneses sempre são previligiados. Eles tem as melhores promoções de lançamentos de games, enquanto no Brasil não tem nada do tipo. :(
Por isso que eu adoro os japas, ao mesmo tempo que a cultura deles é mais rígida e formal que a dos ocidentais, eles têm esse lado mais empolgado! Eles se amarram nessas coisinhas felizes e não têm vergonha. Tudo lá tem promoções, brindes legais, embalagens alegres e coloridas. E todo mundo aproveita sem problemas.
Se rolasse uma promoção dessa por aqui, um adulto que fosse visto comprando um lanche pra ganhar cards de videogame ia ser visto como infantilizado. ¬¬º
Por isso que um dos meus sonhos era ser designer de embalagens no Japão. Uma vez eu vi um livro só de embalagens de produtos de lá, cada uma mais feliz que a outra. E todas de produtos “sérios” para adultos, comuns em qualquer mercado.
Já por aqui rola uma cultura de que qualquer coisa mais fofa e colorida só pode ser pra crianças, adolescentes ou pessoas com gostos “alternativos”. =(
Afff pq aqui não tem isso????????????????
Gostaria da resposta
R-
@Não quero revelar
1)Brasil não tem grandes industrias nacionais de desenvolvimento de jogos
2)A maioria da população brasileira não teria condições financeiras para ficar indo em restaurante colecionar cards
3)Nossa cultura
Nossa, meu de boa, se eu pedisse uma comida e viesse uma foto dessas do Dhalsim se concorsendo e comendo ao mesmo tempo eu passa mal antes mesmo de comer euheuhaeuaehuae fala sério é muito nojento eauhaeuheauaehuehuae
@Rebeca, nossa interessante seu post, talvez por causa dessas pequenas coisas que eles sejem mais felizes. O pessoal daqui se esconde por trás de uma máscara de seriedade mais no fim são todos crianças infelizes e frustradas, é muito triste isso!
Já ouviu aquela história de que o Brasil é bom porque não tem furacão, nem terromotos, nem vulcões, que é um paraíso e talz?
De que adianta, se não temos nada de legal??? É uma vida tediosa…………
Pra piorar já está aparecendo furacões e terromotos por aqui, e a Sony expande a suas atividades da marca Playstation em El Salvador e Guatemala e no Brasil nada.
Se Deus é brasileiro, ele não é patriota…
@ Khronny
Pois é, apesar de aqui ser o país do carnaval, da alegria, da liberdade de expressão e dos peitos e bundas à mostra pra todo lado, ainda existe muito preconceito bobo. Claro que em todos os lugares há diversos preconceitos (inclusive no Japão), mas tem alguns que acho que não deveriam existir ao Brasil, justamente pela cultura “liberal” que temos.
Por exemplo, lá no Japão eles já são super acostumados com as pessoas andando nas ruas com aqueles visuais diferentões, ou até mesmo de cosplay. Agora, vai alguém andar com um visual um pouquinho “alternativo” aqui no Brasil? Todo mundo já olha torto.
Uma vez eu fui a uma convenção de animes aqui em Brasília que rolou perto de um mercado, daí em certo momento passei lá pra comprar uns lanches e na minha frente na fila do caixa estava um casal vestido de cosplay.
Quando chegou a minha vez a atendente disse “você viu que povo esquisito?”. Então eu expliquei a ela que aquelas roupas eram “fantasias” e que eles estavam num evento temático.
A mulher continuou dizendo que aquilo era “esquisitice” e eu falei “Mas que preconceito é esse? No carvanal ou em festas à fantasia as pessoas também se vestem fantasiadas e todo mundo acha normal. Então qual o problema neles se vestirem assim pra um evento específico?”.
A mulher fechou a cara pra mim, finalizou minha compra rápido e falou um “obrigada” super seco. ¬¬º
@ Emarx
Calma, também não precisamos ser tão pessimistas assim! xD rsrs
@Rebeca, nossa eu fico muito puto com essas coisas, aqui não se pode ter preconceito para com “pretos” ou “viados” (termos entre aspas e pejorativos meramente pra enfatizar meu ponto de vista sem a intenção de ofender ninguém) mais se você é homem e tem cabelo comprido você não pode trabalhar ou se você se fantaseia pra ir a um evento específico que não seja uma festa a fantasia universitária ou carnaval você é um alienígena e não merece fazer parte da sociedade. Aqui se exige em lei uma conduta socialmente exemplar para juízes mais se encontra os mesmos se vendendo por aí (quem não se lembra do Lalau?) enquando um jovem que tem um piercing ou uma tatuagem não pode nem considerar a hipótese de se tornar um, mesmo tendo tudo para ser diferente desses corruptos que assombram a sociedade por aqui. E o que a gente pode fazer? NADA! Fala sério, só aqui mesmo, se eu pudesse eu me mudava sem pensar 2 vezes…
@ Khronny
Cara, exatamente tudo isso que você falou! São essas coisas que eu acho f*da aqui no Brasil, sabe? E falando em tatuagem eu lembrei da conversa que eu tive com uma tatuadora que conheci no ônibus.
A gente tava falando justamente sobre preconceito contra tatuadores e tatuados. Ela disse que muita gente não a leva a sério, pois acham que ser tatuador não é profissão, mas sim um trabalhinho fácil pra quem não gosta de “ralar” de verdade. Só que muito pelo contrário! Ela disse que quando era assistente numa repartição pública, não ralava nem um terço do que rala hoje.
A jornada era de 8hs às 18hs e ela ficava só naquela rotina tediosa de digitar um texto aqui, tirar uma xerox ali, atender um telefonema acolá. Hoje em dia ela chega na loja às 8hs e sempre sai lá pras 21hs, 22hs. E é cansativo passar o dia todo “desenhando” nas pessoas, muitas vezes ela sai com o braço e a mão doendo. Fora que é um trabalho complexo, pois você tem que saber desenhar e ter uma baita precisão, pois se borrar o desenho em alguém já era.
O problema do brasileiro é a mania de “rotular”, muitas vezes julgam antes de conhecer
Pra eles zuar só é bom enquanto é com os outros, porque pimenta no cu alheio é refresco
Uma coisa que eu gostaria de fazer mas não tenho coragem de fazer é uma tatuagem nas costas (Igual o dragão do personagem principal do jogo Yakuza – SEGA)
@Ozaki, tatuagem eu acho que não faria mais eu ia gostar de tatuar o kanji de céu (ten) que é o que aparece nas costas do Akuma quando ele usa aquele golpezinho pouco foda dele euhaeuhaeuehaueheau eu tinha uma outra idéia pra tatuagem também nas costas que seria um túmulo com a morte em cima e uma mão saindo da terra escrito na lápide a famosa frase do H.P. Lovecraft “That is not dead which can eternal lie, And with strange aeons even death may die.” dai se sobrasse espaço o kanji do Akuma ia combinar com a idéia já que simboliza a imortalidade.
@Rebeca é então, aqui no brasil vale a lei de Gerson junto com a regra da hipocrisia, quanto mais se trabalha menos você vale, o seu valor é proporcional ao quanto você não trabalha e consegue enganar os outros dizendo que trabalhar ¬¬ Fala sério viu, quanto mais eu penso mais desanimado eu fico…
Poxa, podiam lançar ao menos os cards por aqui!
=]
@Khronny
Bacana essa sua ideia de tatuagem, o problema é aguentar a dor
(toma um vicodin que nem o House)
Lembrem-se que no Brasil
pobre é brega/ridículo
Rico é excêntrico/alternativo
O post de você é bastante interresante. É muito engraçado mesmo o brasileiro, eles não acham esquisito um monte de mulheres dançando vulgarmente semi-nuas em cima de um trio elétrico, carro alégorico, sei lá, e acham a gente que se veste diferente e mostra públicamente nossos gostos como loucos ou estranhos.
Preconceito nunca deixou de existir, mas o que me deixa mais pasme com os demais que se julgam “normais” é o fato de fazerem atrocidades piores do que nós que gostamos de games, rocks e etc.
O Japão também tem seus preconceitos, se não piores do que aqui no Brasil, mas lá, apesar das pessoas virarem a cara para esse tipo de coisa já sabem que é do costume do povo de lá, porque é a rotina do pais.
Eu invejo o modo de vida dos japoneses por isso.
Eu fui na sede de conseguir vários cards – sou fã e jogador incondicional de Street Fighter – e, apesar de não ter interess por trading cards, estava disposto a comer mais do que o normal, só pelos cards( e seus códigos de barra para acessar os downloads exclusivos), e percebi que o problema não era bem a quantidade da comida, e sim a quantidade de pimenta que tinha nela. Depois de um certo sofrimento e muita água, saí feliz, pois consegui o único cartão que me interessava: O personagem mais brasileiro dos jogos de videogames :)
Blanka não é exemplo de brasileiro não, quantos brasileiros você conhece que são verdes, tem cabelo laranja e tem eletricidade no corpo o suficiente para atacar outra pessoa???
Poxa essa promoção é bastante legal queria que tivesse uma dessa por aqui.
Valew