LudoBardo 10 – A vitória da narrativa emergente nos jogos de luta

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Primeiro foram analisados os fracassos embutidos, em seguida os sucessos e agora, no episódio final de sua mini-série sobre jogos de luta, nosso bardo Arthur conclui que, em meio à porradaria, o que importa mesmo é a narrativa emergente!

Para ilustrar essa história, o vídeo conta com a participação especial do LuchaBardo.

PS1: Os meninos que aparecem jogando contra o Arthur são a rapaziada sapeca do BaixoFrenteSoco, aquele site de podcasts que eu sempre indico. O episódio desta semana teve um tema bem sugestivo (e eu cantei a musiquinha de abertura \o/).

PS2: Destaque para o maravilhoso portunhol de LuchaBardo.

PS3: Aproveitando o tema, recomendo uma resenha gigante, mas deliciosa, que li esses dias sobre Street Fighter IV —> só clicar aqui para ler o excelente texto do Shadow Geisel. ^^

Bebs
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38 Comentários em "LudoBardo 10 – A vitória da narrativa emergente nos jogos de luta"
  1. 23/11/2011

    Ansioso pelo PS4!

    Que legal!
    Sinto falta de um dos maiores petardos dos jogos de luta dos videogames, Killer Instinct!
    Esse jogo marcou minha infância. Há rumores pela net que Ed Boon já cogitou um crossover entre MK e KI
    *—*

    o que seria lindo.
    Fulgore X Cyrax

    :D

  2. Thiago (Spectrumframer)
    23/11/2011

    Video mto bom, Re :-)

    “PS3: Aproveitando o tema, recomendo uma resenha gigante, mas deliciosa, que li esses dias sobre Street Fighter IV —> só clicar aqui para ler o excelente texto do Shadow Geisel. ^^”
    Já a resenha, comecei gostando, mas parei qdo vi que a Rose ficou de fora :/

  3. 23/11/2011

    hehehehe show este episódio Ludo, e o mais legal foi ver a galera do BFS… putz, muito seek ter ouvido 69 casts com aqueles vozes engraçadas, sinistras e esganiçadas e sempre imaginar as pessoas de um certo jeito e na realidade elas serem completamente diferentes … Haduquen com narrativa pra todos!

  4. Carcaju
    23/11/2011

    Pra mim, jogo de luta tem que funcionar. As mecânicas tem que ser boas de executar (não necessáriamente fáceis), tem que ter personagens balanceados e, principalmente, tem que divertir! Se além de tudo isso a história for boa, melhor ainda!!

    Acho que os jogos de hoje tem muito a aprender com o Mortal Kombat. O modo história dele é incrível, acho que todos deveriam seguir esse exemplo.

    • leandro(leon belmont)alves
      23/11/2011

      você tá falando do MK9 certo? já as versões anteriores em termos de história….e olha que sou retrogamer e apoio jogos velhos.

      • Carcaju
        23/11/2011

        Isso, o novo mesmo… Eu nunca havia prestado atenção na história do MK… por exemplo, eu sempre achei que o Scorpion era “do mal” e o Sub-Zero “do bem”, e no modo história fica muito bem explicado o motivo da rivalidade… Sem contar que mostra como o Jax perdeu os braços, como o Sektor e o Cirax viraram ciborgues, e vários outros detalhes.

  5. leandro(leon belmont) alves
    23/11/2011

    Bushido Blade é um ultra-clássico…é muito Fods e recomendo. e sobre a história…eu não sei bem, mas de acordo com uma antiga revista Gamers que eu tinha, parece que tinha algo haver com o clã do Ukyo. aquele de Samurai Shodown e a sua arte de luta de sacar a espada da bainha e volta a repor na mesma o mais depressa possível. embora o game não seja da SNK, ele era a base da história e tinha vários clãs que você pode escolher para roubar a arte dele já que é a arte da espada “definitiva” de acordo com o jogo.

    e essa luta da Chun-li e Ken em SF 3 é lendária!! o cara deve ser um Ultra mestre em SF 3 para fazer aquilo e virar o jogo.

    “todo mundo sabe que ao fazer exercício, o corpo fica desidratado. é por isso que é importante repor seus sais minerais com uma excelente narrativa”

    BWA,HA,HA,HA,HA,HA,HA,HA,AHA,HA! HILÁRIO :)

    e sobre um jogo de luta que senti mais a narrativa…….rapaz, eu acho que foi a KOF XIII…

    bom, pelo menos a cada luta tem uma fala de cada lutador antes da luta… -__-

    • Carcaju
      23/11/2011

      Tão lendária que virou troféu na PSN e conquista na Live… Na última versão do Street III tem um trial onde você tem que repetir o feito, fazendo o full parry no especial do Ken com a Chun Li!!

    • leandro(leon belmont)alves
      23/11/2011

      “e sobre um jogo de luta que senti mais a narrativa…….rapaz, eu acho que foi a KOF XIII…”

      retiro que eu falei….foi em Rival Schools do PS1. lá realmente me envolvi com cada personagem…pena que jogo é todo em japonês. e o modo colégio do game faz entender o enredo do game, pena que a Capcom só quer saber de Marvel vs Capcom,Resident Evil e milionéssimas versões de Street Fighter IV….

  6. Hélio
    23/11/2011

    Ele poderia fazer uma série analisando os RPGs. Ficaria show e ajudaria a explicar pq hoje em dia RPGs q era história emocionantes viraram shooters disfarçados ou dungeon crawlers repetitivos.
    De qualquer forma, garoto esperto. E a foto de cima me trouxe boas lembranças do PS1. xD

    • leandro(leon belmont)alves
      23/11/2011

      “Ele poderia fazer uma série analisando os RPGs. Ficaria show e ajudaria a explicar pq hoje em dia RPGs q era história emocionantes viraram shooters disfarçados ou dungeon crawlers repetitivos”.

      boa Hélio, seria bom se alguém o convencer de fazer isso. será que as meninas o fariam falar de rpgs?

      • Hélio
        23/11/2011

        Com jeitinho feminino, acho q sim xD

    • Juliano
      23/11/2011

      Acho que ele fez o certo, falou de jogos que o que mais importa é a narrativa emergente, pois nem todo jogador de videogame tem paciência pra jogar jogos feitos pra narrativa embutida.

      • Hélio
        23/11/2011

        E vice-versa, tem jogadores q valorizam narrativas bem profundas e arraigadas à experiência de jogar o game…

        • Sputniik
          24/11/2011

          Pois é. Existem jogos que meio que te obrigam a criar a narrativa de tão fracas que são. Eu não exijo tanto da narrativa em jogos de luta, eu prefiro ir pela imersão proporcionada. The King of Fighter por exemplo, você tem uma variedade de combos e ataques (magias) e 3 personagens pra jogar. Todos os personagens tem o mesmo motivo de entrar no campeonato (exceção para os adversários especiais tipo o Iori x Kyo). Mas apesar de todos dizerem que a imersão desse jogo é quase nula toda vez que eu jogo eu entro na pele dos personagens e tento de corpo e alma chegar até o final e derrotar o chefão.

          E eu crio toda a narrativa, eu interpreto os personagens, principalmente nas cenas especiais. Até em jogos de narrativas prontas como em RPG’s eu tento criar a minha própria narrativa, a minha história (Oblivion, GTA SA) isso pra mim é narrativa imergente.

          Então como eu disse no último comentário lá em baixo e concordando com você agora, depende de cada um. Cada um vê os jogos como quer e interpreta aquilo a sua maneira, então nem tudo depende só dos produtores, porque eles também vão ver a maneiras deles e cabe a você interpretá-lo a sua maneira.

          A Bebs é expert em desvendar, descobrir e desmitificar toda a narrativa do jogo à descobrir como se comporta a mente do produtor. Eu não sei, mas acho que ela joga o tal jogo imergindo na narrativa e tal. Mas acho que ela dividi o cérebro em duas partes, uma pra jogar o jogo por ela mesmo e a outra pra ir desvendando as insanidades daquilo e montar o caráter do produtor. Mentes insanas! xD

          • Bebs
            24/11/2011

            Hahaha minha mente funciona +ou- assim mesmo, Sandro. Mas não sou expert não, tudo que faço é apenas especular (nunca dá pra saber o que realmente se passa na cabeça dos designers, né). xD

  7. Lipe!
    23/11/2011

    Muito bom,mas acho que quando se joga um jogo de luta ninguém pensa em história!só quero esmagar botões e pronto.
    also,bom vídeo e ele não falou de guilty gear que não tem uma história lógica e que só faz sucesso rro ter uma exceletne jogabilidade.
    quero que façam um novo darkstalkers…

    • Bebs
      24/11/2011

      Também queria um novo Darkstalkers. *-*

      • Carcaju
        24/11/2011

        A C(r)apcom recentemente divulgou uma nota dizendo que a empresa a partir de agora voltaria o foco para jogos casuais. Embora o Ono disse que exista o projeto para um novo Darkstalkers, acho difícil isso sair tão cedo… o que é uma pena, pois eu adoro Darkstalkers e adoraria ver um novo na engine do Street 4, ou MvC3…

        • lipe!
          24/11/2011

          se tivesse pra pc…pode demorar o que for,pq um dia vai sair!
          xD

  8. 23/11/2011

    Quando eu joguei aquele MK com o Cale Logan e a galerians do BFS, eu só pensava em como eu estava com sono e como nós pudemos gastar R$100 com duas míseras pizzas no freakin’ Pizza Hut.
    História? BEEATCH, PLEEZ!

  9. Lipe!
    23/11/2011

    e mais uma coisa:
    quero uma mascara de luta livre igual aquela do ludobardo!
    muito foda!

    • leandro(leon belmont)alves
      23/11/2011

      eu também quero uma,Lipe!

  10. 23/11/2011

    Muito legal o vídeo. O sotaque está incrível mesmo.

    Essa final do campeonato é impressionante. Já tinha visto o vídeo várias vezes antes, mas sempre me impressiono com a habilidade do Daigo. Até hoje.

  11. Sputniik
    23/11/2011

    Aí mané, não dá pra encarar o Cale Logan com essa máscara de lutador mexicano falando em português com um estilo (tempo e velocidade) de um velho japonês kkk’

    Realmente, a imersão em jogos de luta por mais arcade que sejam, elas são feitas sem a percepção dos jogadores. Há imersão! Pensa, você não quer deixar o seu personagem morrer, você luta como se estivesse dentro da batalha. Se concentra, calcula cada golpe, cada salto, a barra de vida, prevê o golpe adversário. A tensão domina cada músculo do seu corpo. A concentração é tanta que você só vê e só ouve o que se passa na batalha. Eu joguei The King of Fighters na era de ouro dos fliperamas (minha mãe tinha um bar e tinham fliperamas aos montes) e eu, ainda muito novo, jogava contra uma galera bem maior que chegava com revistas e outras “trapaças” pra tentar me vencer. Agora olha a imersão, quando eu perdia (vou mentir e dizer que eram raras essas ocasiões) eu ajudava minha mãe, estudava até o talo, fazia as tarefas de casa e etc. Tudo isso pra minha mãe me dá fichas de graça. E eu treinava o dia inteiro para vencê-los. Detalhe, eu pedia ao meu irmão para anotar as dicas da revista enquanto jogava contra o apelão e depois mandava meu irmão usá-las contra mim pra eu desenvolver técnicas de esquiva e contra ataque!

    Eu sou pro mané. Serious business porra! Mas enfim, em todos os jogos existem imersão. Não sei vocês mas, na minha opinião, a imersão vai de cada um. Existem jogos que te levam mais pro fundo, outros te fazem criar sua própria imersão, alguns sugam toda sua vida social. Mas em todos os casos há imersão. Só o fato de você estar na pele do personagem controlando cada movimento já é uma imersão. Eu nunca tinha pensado nisso, mas depois de “conhecer” (vulgo assistir) Cale Logan passei a observar melhor a narrativa e a imersão proporcionada nos games.

    E mais uma vez agradeço a vocês garotas por me proporcionarem toda essa gama conhecimento, novas formas de pensar, analisar e questionar xD

    PS: Os caras do Baixo Frente Soco não são nada parecidos com o que eu imaginava :P

  12. The Punisher
    24/11/2011

    O WordPress é tão “bom” e tão “legal”, que só recebo e-mail sobre novos posts depois que já vi e comentei sobre o mesmo.

    • Bebs
      24/11/2011

      Vixe…

      Será que isso é problema do WordPress mesmo? Não seria problema no “reader”?

      • The Punisher
        24/11/2011

        Nem sei dizer Bebs, só sei que recebo atrasado.

        • Bebs
          24/11/2011

          Poxa, que chato. =(

          • The Punisher
            24/11/2011

            Começou após o último problema do blog com servidor.

          • Bebs
            24/11/2011

            Ahh então deve ser pala no WordPress mesmo. Eu liguei lá no UOL quando deu esse último problema e eles disseram que era coisa do WordPress, que estava tudo normal com a nossa hospedagem. =/

          • The Punisher
            24/11/2011

            Complicado hein, até com hospedagem paga essa boqueta do WordPress da pau.

  13. 24/11/2011

    Pessoal, pode até parecer repetitivo, mas é algo que nunca vou me cansar de falar! Muito obrigado pelo apoio (especialmente à Bebs e as meninas) e pelos comentários! Essa é a ideia: fomentar essa discussão sobre imersão, narrativa, personagens e engajamento.

    Esses dias participei de um evento que discutia exatamente esse assunto. Falei junto com o Ian Bogost (pai dos “newsgames”) aqui no Rio de Janeiro e assim que eu tiver acesso à filmagens das nossas palestras, passo para vocês.

    Aliás, todos os seus comentários são muito legais, mas se vocês quiserem ser respondidos nos episódios, tem que ser lá no Youtube pra facilitar a concentração.

    Por fim, podem ter certeza que um dia eu vou falar de RPGs, de GTA e mais um monte de jogos e questões (incluindo dilemas morais e newsgames), mas eu queria aproveitar pra pegar um ponto de vista inusitado e mostrar que a criação de histórias está SEMPRE presente nos jogos – seja em nome do jogador ou do desenvolvedor.

    • Lipe!
      25/11/2011

      cara,onde vc conseguiu aquela mascara de luta livre?

  14. Juliano
    24/11/2011

    “pois nem todo jogador de videogame tem paciência pra jogar jogos feitos pra narrativa embutida…”

    eu falei isso porque quando entrei no mundo dos games, lá no nes, todos queriam era jogar, apertar botões, a gurizada queria passar de fases, disputar lutas. Depois veio o snes e o pessoal curtia disputar corridas no Top Gear, jogar MK2 e SF2 sem parar. Eu só vi na nossa realidade aqui o gênero rpg surgir, quando o pessoal começou a jogar FFVII e outros tipos de rpg em locadoras, mas daí sobre o que eu falei, muitos odiavam aquilo e não curtem até hoje, por isso que eu disse que nem todos(principalmente quem começou no nes) tem paciência pra rpg.

    • Hélio
      24/11/2011

      Sim, sim, eu mesmo me diverti muitíssimo nos games de plataforma do passado. Realmente, nada como encarar um jogo de pular pra cá e pra á, dar chicotadas em Castlevania, tiros em Metal Slug ou Contra, etc. Mas o q acontece é q o gênero RPG japonês só se popularizou de verdade no ocidente com Final Fantasy 7, para PS1. Ele é bem antigo, tanto qto Mario e outros, só ver q Dragon Quest é de 1987 se não me engano, FF é de uma época próxima, etc.
      Eu sou um jogador eclético, sabe? Jogo desde o mais frenético jogo de ação (Resident Evil 4, Uncharted, Parasite Eve 2) até jogos mais lentos como os RPGs. Tenho paixão por todos esses tipos de jogos e, realmente, a única coisa q me fez (e faz) enorme falta no PS3 é um bom JRPG como eu estava acostumado.

  15. Shaka
    24/11/2011

    Sempre quando eu vejo esse vídeo do Daigo o meu braço até arrepia.

    Eu imaginava os caras do Baixo Frente Soco completamente diferentes hahaha. Duas boas dicas do GoW, BFS e esse canal.
    Primeiro “LudoBardo” que eu assisto, vou começar a acompanhar.

    PS: BFS tem 2 grandes defeitos, não terem ouvido o melhor podcast de games do universo (NowLoading) e falarem mal de Halo com ódio no coração e nas cordas vocais. rsrs

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