Mass Effect 3: Polêmica do final e Teoria da Doutrinação [Spoilers]

Tags: BioWare, Commander Shepard, mass effect 3, Mass Effect 3 fim, Mass Effect 3 final, Mass Effect 3 polêmica, Teoria da Doutrinação, The Indoctrination Theory

[ATENÇÃO] HÁ SPOILERS MONSTRUOSOS NESSE ARTIGO!

OBS: sim, o post está enorme (talvez o maior que já escrevi para o blog). Já sei disso, ou seja, não precisa dizer este óbvio nos comentários. Se tiver preguiça de ler tudo de uma vez, leia em doses homeopáticas que não vou ficar triste.

Após duas semanas de tensão, por ter que esperar o fim de semana para jogar, finalmente fechei Mass Effect 3. Antes de começar a discutir o aparente fim do(a) Comandante Shepard, gostaria de falar sobre a série como um todo de uma forma bem particular, como jogadora mesmo e não como crítica de games.

A série Mass Effect foi uma das maiores experiências, em um meio interativo (um jogo, no caso), que já tive na vida. Engraçado que adiei em quase dois anos jogar o primeiro título, após o seu lançamento, por não gostar muito de filmes, séries e jogos com temática espacial. Paguei feio pela língua, pois a série – com todos os seus personagens marcantes, emoções intensas, sacrifícios, uma narrativa de fazer inveja a diretor de Hollywood e a minha querida Comandante Shepard – me conquistou de uma forma surpreendente e inesquecível.

Quem ainda não teve a oportunidade de jogar a série, por favor, faça um favor a si mesmo e jogue! Você vai entender porque estou dizendo isso.

Bom, mas como em quase toda obra de ficção, às vezes algumas escorregadas acontecem – como aconteceu com o polêmico final desta trilogia. Antes de começar a falar sobre Mass Effect 3, gostaria de deixar algumas coisas bem claras:

O fato do final do jogo não ter me agradado não quer dizer que o game seja ruim. Longe disso, acredito que a série chegou ao seu ápice da convergência entre gameplay, narrativa e visual. Tirando alguns pequenos bugs e quedas de texturas eventuais, ME3 é lindo de se ver.

Estou dizendo isso porque irei fazer críticas, até um pouco duras a alguns aspectos do jogo, mas continuo amando a série. Por isso mesmo, não vou jogar “panos quentes” nos fatos só porque sou fã. Isso não seria justo com os leitores que, pelo menos a meu ver, estão lendo esse artigo para buscar informações relevantes sobre o game.

Dito isso, vamos à análise dos aspectos que mais geraram discussões, controvérsias, revoltas xiitas e queimação de sutiã em praça pública: o final de Mass Effect 3. Vou me ater a expor algumas dúvidas que tive em relação a este final e a “teoria alternativa” que criaram para nos ajudar a “engolir” o final. Espero que isso gere uma boa discussão nos comentários. Essa não é uma análise como costumo fazer (ordenando por gráficos, gameplay, história…), na verdade, este post é mais um debate. Espero que gostem e que participem…

 

E chegamos ao fim de Mass Effect 3… Que frustrante…

Poucos dias depois do jogo ter sido lançado já era comum ver em sites, blogs e fóruns algumas pessoas possuídas pelo ódio com o final do terceiro jogo. Como tentei evitar ao máximo ler sobre o game, só agora percebi o porquê de tanta indignação: o final de ME3 não é o que eu esperava para finalizar a série.

A sensação que tive quando fechei o jogo não foi de ódio, ou vontade de jogar computador longe (até porque nem terminei de pagar). O sentimento foi de frustração mesmo, ao ponto de eu me perguntar: “puxa, então tudo o que eu fiz ao longo dos três jogos, todo o exército que reuni, toda a personalidade determinada e incorruptível que construí para minha Shepard foi… Para isso?”

Como a polêmica maior é sobre os momentos finais da última batalha contra os Reapers já na Terra (mas precisamente em Londres), vamos discutir alguns pontos que simplesmente não fizeram sentido para mim:

1) Cadê o povo lutando? Você passou o raio do jogo todo tentando elevar o seu mapa de “War Assets” com exércitos aliens, naves especiais, esquadrões secretos, mercenários, biotics… Eu, por exemplo, fui para a missão final com 100% de War Assets. Ou seja, todas as forças da galáxia estavam comigo na Terra e… Você viu alguma dessas batalhas acontecendo? Você viu um Gethzinho que seja lutando e não numa “cutscene”? Você viu a Jack e seus alunos biotics, ou o exército de Wrex em ação? Não… Nem eu. E isso me chateou bastante.  Eles poderiam lutar ao lado de Shepard de alguma forma, ajudando em algumas waves de inimigos, mas não. Não vi um único mercenário sequer em ação também;

2) War Assets malditos: A única vantagem clara de se conseguir o máximo de “War Assets” para a batalha final é, a meu ver, você não destruir a Terra e os humanos ao ativar o “Crucible”, na Citadel. Ou seja, as horas que você passou naquele multiplayer, por vezes bugado (minha Vanguard que o diga!), com só uns quatro mapas pequenos e que se repetem na campanha principal, foi por quase nada. Simplesmente não gostei dessa estratégia da BioWare em, indiretamente, te obrigar a jogar o modo cooperativo (que nem tem um PvP) por conta desses “War Assets” malditos. Mil desculpas a quem amou esse multiplayer, mas mesmo eu que não tenho o costume de jogar esse modo, posso afirmar que já joguei multiplayers incrivelmente melhores;

3) De frente com o Poltergeist: Na última parte do jogo, você se depara com o que seria o espectro de um “menino”, aquele mesmo menino que Shepard tenta salvar em vão no início do jogo e que assombra seus sonhos. A aparição do Além na verdade se revela como sendo o tal do Catalisador – que você passa o jogo todo correndo atrás. Pois bem, ele te dá três opções de pôr um fim ao ataque dos Reapers: uma se unindo a eles e se tornando um Reaper, a outra unindo tanto os seres orgânicos quanto os sintéticos – criando assim um novo DNA, e uma terceira, onde Shepard destrói os Reapers e todos os demais seres sintéticos (EDI e os Geths morrem também). Independente da escolha que fizer, o final será 97% o mesmo só que com uma explosão de cor diferente: a Citadel é destruída, Shepard se sacrifica, a Terra é salva (se você tiver com um número alto de War Assets), os Mass Relays são destruídos e a Normandy cai num planeta tropical. Custava fazer um final realmente diferente para cada escolha? Será que só deu tempo mesmo de mudar a paleta de cores?

4) Salve-se quem puder: Agora, o momento “nonsense” maior foi Joker, desesperado, fugindo da explosão do Mass Relay com a Normandy… Para tudo!!! Como assim o Joker fugiu? Como assim ele, no calor da batalha, virou as costas para Shepard e se mandou? Como assim a tripulação da Normandy concordou com essa atitude covarde de abandonar a batalha, enquanto todos os outros estavam dando suas vidas para salvar a galáxia? Isso não faz sentido! E nem me venha com essa de dizer que Joker já sabia que estava tudo perdido e que, por isso, foi embora tentar salvar a própria pele porque ele não seria covarde a esse ponto, acredito eu. Agora o absurdo mór: quando a Normandy cai no planeta “whatever” saem da nave (no meu gameplay) Joker, Javik e Kaidan… COMO??? Eles estavam comigo na Terra, inclusive estavam na minha equipe e tomaram a mesma rajada laser do Reaper no final! Eles, por acaso, se teleportaram para a Normandy? Joker deu uma passadinha rápida na Terra, catou os caras e levou embora? E o raio da Shepard? PQP, que punhalada pelas costas! Isso não faz o menor sentidooo-o!

5) De volta ao tempo das Cavernas? A Citadel e os Mass Relays foram destruídos. Consequentemente, não há mais como viajar pelo espaço e os seres agora estão “presos” no planeta que estiverem. Os mundos voltam à estaca zero da evolução galáctica. Pergunta: tem uma cambada de seres de espécies diferentes na Terra agora. E pior, sem poder voltar para seus próprios planetas. A princípio, acredito que eles vão tentar se entender, ou ao menos coexistir, mas e quando faltar água e comida para todo mundo? Isso levando em consideração as espécies que podem se alimentar do que existe na Terra. Minha opinião: não vai demorar muito para algumas espécies caírem em desespero e começarem a matar umas as outras. Teoria maluca? Até pode ser, mas esse povo todo junto no mesmo lugar, e sem ter como voltar para casa, não vai dar certo em longo prazo. Especialmente com as rixas que existem entre algumas espécies. E outra, gostaria muito de ver como os demais personagens levaram a vida. A gente não sabe, com os Reapers derrotados, como a humanidade vai efetivamente se reconstruir das cinzas (e agora sem tecnologia), assim como as outras raças. Não há uma explicação clara sobre isso.

6) O final teria sido uma jogada de marketing? Depois de tantos jogadores insatisfeitos com o final de ME3, a BioWare afirma que lançará um DLC em breve (acredito que já em abril) tentando “explicar melhor as coisas”. Esperar que seja gratuito pelo menos, mas isso já é sonhar demais né? Seria o mínimo de respeito pelos fãs da franquia. Será que o tal do DLC vai mostrar que, na verdade, Shepard estava “sonhando” e que não precisou fazer aquelas escolhas? Vou explicar um pouco melhor essa linha de pensamento mais abaixo.

- O vídeo, a seguir, mostra mais ou menos o que escrevi acima sobre o final do jogo (em inglês):

 

A “Teoria da Doutrinação” tenta explicar o final de ME3

Na ânsia psicótica de tentar encontrar meios de engolir o final do game, vários jogadores começaram a criar teorias do que poderia ter realmente acontecido. Tirando umas coisas mais malucas que vi por aí, a que faz o melhor sentido (e faz mesmo!) é a “The Indoctrination Theory”, ou “Teoria da Doutrinação”.

Nela é discutida a ideia de que Shepard, desde o primeiro jogo, estava travando uma luta mental contra a dominação dos Reapers. Em outras palavras, Shepard ao entrar em contato pela primeira vez com o artefato Prothean – uma espécie de obelisco – no ME1 teria sido “indocrinado” (essa palavra não existe em português, mas vou usá-la, com licença poética, para ficar mais claro).

A princípio achei isso meio estranho, mas depois de assistir ao vídeo abaixo, não é que os pontos mostrados realmente se encaixam? Vou explicar melhor as ideias expostas no vídeo também, para quem não entende muito bem inglês:

Por uma razão inexplicável, Shepard falha ao tentar ativar o “Crucible” (uma super arma que teria o poder de destruir os Reapers). Então, na cena seguinte, a plataforma da qual ele/ela está caído(a) simplesmente começa a levitar e, do nada, Shepard aparece no que seria a “cobertura de luxo” da Citadel.

Detalhe que talvez tenha passado despercebido por alguém nesse momento: Shepard está no espaço! Não tem nenhum teto nessa cobertura. A armadura dele(a) já está toda lascada e sem o capacete. Como Shepard está respirando, falando e andando normalmente? Isso não pode ser real…

Bom, voltando… É nesse momento “Nirvana Galáctico” que o menino-gasparzinho-catalisador aparece e oferece as seguintes escolhas para Shepard:

- Controlar os Reapers, como queria o Illusive Man;

- Destruir os Reapers, como a Alliance queria;

- Unir os DNAs orgânicos com os dos Reapers, acabando a guerra de forma mutante.

Nenhuma dessas opções faz o menor sentido por algumas razões. Por que a criança “Deus” permitiu que Shepard decidisse o destino da galáxia? Por que este mesmo “Deus” criou uma sala especial na Citadel com três tipos de lasers gigantes e com cores diferentes? E por que “Deus” tomou a forma do menino que Shepard viu morrer no início do jogo (e que representava aqueles que ele/ela não conseguiria salvar)? A lógica não está clara no jogo… A menos que nada disso seja real.

Essa teoria pode soar um pouco maluca, e realmente é puro chá de cogumelo, mas o fato dela ter se tornado tão popular é porque, analisando melhor, o fato de Shepard ter sido “indocrinado” pelos Reapers talvez seja a única forma do final do jogo ter acontecido daquela forma (não deixem de ver o vídeo!).

Mais um detalhe que pode ter passado batido nessa parte: Lembra que Shepard tomou uma rajada de laser de um Reaper, quando estava prestes a ir para Citadel por meio da passagem aberta pelos piolhos mecânicos gigantes? Pois bem, ele/ela quase morreu e a armadura ficou em estado caótico.

Agora o que vai fundir a sua cuca é: como Shepard poderia se comunicar com Anderson, e depois com o Admiral Hackett, se o laser com certeza teria destruído o comunicador móvel da armadura? E se apenas tinha uma única entrada para a Citadel, naquele momento, como Anderson foi parar num lugar diferente de Shepard? Segundo a “Teoria da Doutrinação”, a resposta para isso é simples: tudo isso estava acontecendo somente na cabeça de Shepard, como se fosse uma alucinação criada pelos Reapers.

Existem outros aspectos que sustentam essa teoria também:

- Por que os diálogos entre Anderson, Illusive Man e Shepard não fazem muito sentido no fim? Resposta: Porque eles estão acontecendo apenas na cabeça de Shepard. Reparem que Anderson é como se fosse a parte da mente de Shepard que ainda tenta lutar contra a dominação dos Reapers e a imagem do Illusive Man seria a parte já dominada pela “indocrinação”. Se não for isso, alguém me explica, por favor, como o Illusive Man foi parar dentro da Citadel?

- Por que a Citadel seria equipada com três lasers gigantes que se alinhavam, perfeitamente, com o conflito principal do jogo? Resposta: Eles apenas existiam na mente perturbada de Shepard.

- Por que a BioWare, mestre em escrever narrativas de games, criou um final inferior a brilhante para uma das suas principais franquias? Resposta: Porque eles venderam a alma para a EA.

Em resumo: segundo essa teoria, tudo o que acontece na investida final contra os Reapers, mais precisamente depois que Shepard é atingido(a) pelo laser do Reaper, não é real; é tudo uma representação alucinógena do conflito interno de Shepard contra a dominação mental dos Reapers. Os acontecimentos bizarros que se seguem, a partir desse ponto, nada mais são que fragmentos da mente do(a) Comandante: a discussão entre Anderson e Illusive Man, e o “Deus” menino-espectro oferecendo uma saída fácil para Shepard, seriam os Reapers o tempo todo!

 

A pergunta que não quer calar: há uma escolha menos pior no final?

Analisando os vídeos que postei aqui, percebi que a única possibilidade de Shepard sobreviver é mesmo destruindo os Reapers, ou seja, fazendo a escolha “vermelha”. O jogo faz uma pegadinha com a sua cabeça na hora das escolhas.

Como viram no vídeo sobre a “Teoria da Doutrinação”, percebe-se que o Illusive Man age como a parte já dominada da mente de Shepard, enquanto Anderson é a parte que ainda luta contra a dominação. Quando o Catalisador, que tomou a forma do menino-fasntasma, diz a Shepard as opções que ele/ela tem, imagens do que pode acontecer aparecem.

Na primeira você vê a imagem de Anderson (Shepard lutando contra a doutrinação) fazendo o que ele lutou até agora para conseguir, ou seja, destruir os Reapers.

E por que a cor vermelha (Renegade) então? Porque na lógica Reaper, a destruição leva ao caos o que – teoricamente – eles lutam contra, já que se julgam a ordem. Quando o “menino” fala para Shepard controlar os Reapers aparece a imagem no Illusive Man, ou seja, a parte de Shepard já dominada. E por que o azul? Porque os Reapers se julgam a ordem, simbolizada pela cor do Paragon, em outras palavras, eles se consideram os “salvadores”. Ao fazer essa escolha, Shepard se tornaria um Reaper e ordenaria que os outros Reapers cessassem o ataque.

Você também tem a opção verde, se jogando no laser no meio da plataforma. Nesse caso, Shepard se sacrifica (assim como na opção azul) e une seu corpo orgânico ao sintético. Em outras palavras, os Reapers “vencem” de certa forma também, já que assim como na opção azul, eles conseguiram o que queriam desde o início dos tempos: “indocrinar” massivamente todos os orgânicos de uma vez, extinguindo a diversidade entre as raças e tornando todos um só.

Resumindo: se é para tentarmos um final menos pior, creio que seria destruindo os Reapers mesmo. Nesse caso, a Terra não será destruída (isso se você tiver coletado o máximo ou bem próximo disso de “War Assets”) e Shepard vive, ou aparenta viver quando dá uma suspirada no final.

Agora estou curiosa para saber se Shepard sobrevive mesmo e, se sim, como vai sair da Citadel se tudo foi destruído e o pessoal da Normandy fugiu para o Limbo?

 

Considerações finais (se chegou até aqui, parabéns!)

A minha frustração maior com o final de Mass Effect 3 foi a seguinte: Puxa vida… Depois de cinco anos explorando planetas atrás de quinquilharias espaciais, ajudando todo mundo, me lascando várias vezes, fazendo sacrifícios, lutando com a minha alma quando o corpo não obedecia mais… Por que, me digam, por que eu não merecia ter a opção de um final realmente feliz para a minha sofrida Shepard?

Se eu tivesse cagado e andado pelo gameplay e tivesse feito tudo nas coxas, ainda vá lá. Aí eu poderia ser punida no final e não poderia reclamar. Mas não foi isso o que aconteceu! Fechei os três jogos com tudo em 100%. Sou psicótica por perfeição quando amo um jogo.

Todos sobreviveram comigo na “Suicide Mission” em ME2. Eu tinha 100% de “War Assets” no ME3 e já tinha vasculhado todos os planetas em busca de upgrades… Eu estava realmente pronta! Pronta para o final… E mesmo assim todo o empenho não foi o suficiente. Isso minha gente, foi o que mais me frustrou, não me gerou ódio, mas me frustrou profundamente.

Buracos na história sempre são passíveis de existir e sempre tem alguma coisa que não fica muito clara, isso é até normal. Mas, na minha humilde opinião, não de crítica de games, mas de jogadora, eu tenho certeza de que eu MERECIA ter a opção de um final feliz.

Posso ser alvo de críticas ao escrever isso, mas vou dizer assim mesmo: se alguém, genuinamente, amou o final de Mass Effect 3 e não ficou com nenhum questionamento pendente sobre os acontecimentos finais, me desculpe, mas você NÃO jogou a série Mass Effect como deveria. Jogue novamente!

Para fechar essa dissertação de mestrado (rs), repito aqui o que li em um fórum sobre o jogo: “Mass Effect 3 é simplesmente espetacular, maravilhoso e perfeito… Até os 10 minutos finais”.

……………………………
PS: por favor, se alguém for copiar esse texto, ou extrair alguma parte dele, e postar onde quer que seja peço que, ao menos, dê o meu crédito e poste o link desse artigo (e não o da home) junto. Estou dizendo isso porque já achei alguns textos meus perdidos por aí sem crédito ou pior, com a pessoa assinando como se fosse dela. Isso não é bonito! Grata pela atenção.

 

Vivi Werneck
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249 Comentários em "Mass Effect 3: Polêmica do final e Teoria da Doutrinação [Spoilers]"
  1. Jailton
    10/08/2012

    Gata, também fechei os 3 GAMES, em 40 dias e fui importando o SAVE de um para OUTRO, e terminei hoje com uma SHEPPARD mulher, no PC já tinha JOGADO o ME1 em 2008 no XBOX 360 mas como vi que tinha saido a agora o ME3 decidi fechar tudo, o meu final foi o DO LASER VERMELHO, a TERRA FOI SALVA, Sheppard morreu e JOKER foi catar BANANAS pra sobreviver, kkk, e fiquei vendo, vendo até passar todos os créditos e aparecer um ASTRONOMO falando para um GAROTO sobre as estrelas e contando a história de SHEPPARD que foi passada de geração em geração tipo uma lenda, mas acho que se pudesse o meu final não mudaria, foi uma experiência única, mas seria interessante se tivesse mais opções no final e eles tinham prometido.

    Um abraço, gostei do seu texto. bjs.

  2. Sandro Paula
    17/08/2012

    Ainda não fechei o 3° jogo da série mas não me importo de ler spoilers, na verdade eles nem me tiram a emoção de jogar, ao contrário, aumentam minha imersão, principalmente porque em certas partes é impossível não dar uma boa e longa boiada no game. Muito bom seu texto, parabéns. Assim como você também sou encantado por essa série. Abraços. PS: Zero o ME3 essa noite, não paro enquanto não chegar ao fim.

  3. carlyson
    29/08/2012

    em primeiro lugar adoro seu site. A teoria da doutrinação cai por terra por um simples detalhe. Após os créditos a uma pequena cena em que aparece um homem narrando toda história para um garoto o que prova que tudo aconteceu em eras passada.

    • blindsnake
      12/09/2012

      A teoria da doutrinação não cai por terra de nenhuma maneira Carlyson e isso porque essa cena final não é elucidativa de nada. Na verdade desde o raio de Harbinger nada é lógico ou explicável. Mass Effect 3 violou os princípios dos outros dois jogos e destruiu o que de melhor tinha o jogo, a capacidade de escolha e a esperança. Essa é uma realidade incontornável e uma tristeza inexplicável.

      • carlyson
        16/09/2012

        como assim ela não elucida nada. tipo vc tem um narrador contando a história. ao meu ver ele fecha qualquer duvida,já que ele praticamente fala foi assim e pronto. se fosse tudo imaginação da cabeça de Sherpad, todo resto não teria acontecido. lógico não haveria um futuro e nem um narrador contando a história.

  4. Norton
    30/08/2012

    Só concluo o seguinte: “História e ou Game bom, não precisam de explicação”……..lamentável o que tem ocorrido com esses games, sem contar na falta de criatividade dos filmes que recorrem a remakes….

  5. Vinícius
    21/09/2012

    Ótima matéria, mas me causa extrema tristeza só de pensar que tudo foi uma ilusão causada pelo Beacon. Talvez a Bioware tenha uma carta na manga ou ela foi “indocrinada” pela EA.

  6. Michelle
    01/11/2012

    Parabéns, o artigo foi muito bem escrito. Fechei Mass Effect 3 ontem (e com ele toda a trilogia), e foi uma das experiencias mais imersivas e emocionantes que já experimentei em jogos. O universo criado e a interação entre personagens me ataram à trama de tal forma, que eu não pude deixar de lamentar o fim da minha Comandante Shepard. Sim, chorei no fim do ME3, quando Shepard entrega a vida pelo bem da galáxia, e flashes de membros da tripulação (alguns já mortos) se sobrepõem à imagem da Shepard caindo por entre a luz do Catalyst. Naquele momento sobreveio uma coleção de memórias e experiencias que vivi durante esses anos todos no universo do jogo. Lamentei, lamentei muito, mas foi muito mais um choque em razão do desfecho ‘triste’ do que uma verdadeira frustração com o enredo. Sinceramente, não achei que o final foi ruim no sentido técnico. Claro que alguns pontos ficaram suspensos, e muitas dúvidas reinaram soberanas na cabeça dos fãs, mas não vi contradições em si. Confesso que estou abismada com tanta reclamação nos fóruns. Não sei se sou eu, mas o fim não foi tão nonsense como tenho ouvido. Primeiramente, é compreensível que Joker tenha tentado escapar daquela explosão de luz. Quem não? Vem uma supernova na sua direção, e você vai querer ficar ali no meio? Outro ponto é que, pelo menos no meu playthrough, ficou bem claro que os membros da minha equipe foram evacuados para a Normandy momentos antes da Shepard ser atingida pelo Reaper. Eu tinha levado o Garrus e Javik, e ambos foram feridos pelo laser do Reaper (um carro quase atingiu eles), pelo qual a Shepard pediu para que eles se recolhessem porque queria que ao menos eles continuassem vivos (não se teletransportaram, portanto). De volta ao tempo das cavernas? Acho que não, já que o próprio garoto disse à Shepard que os equipamentos e aparatos tecnológicos seriam destruídos, mas poderiam ser facilmente reparados (acredito que os Mass Relays se incluam nessa questão). Por fim, achei o final único e criativo, original e emocionante, que faz jus à fórmula à qual a série sempre foi fiel nesses anos todos. O time de produção não teve receio em enfrentar as críticas e criar um fim que destoa daquele modelo surrado em que o heroizinho salva todo mundo e a felicidade governa. Pelo contrário, houve a sensibilidade da produção em reproduzir no jogo uma faceta realista da guerra: o sacrifício, a perda de boas pessoas por um objetivo mais nobre. Guerras não são vencidas sem grandes prejuízos.

  7. Henrique Hefler
    12/11/2012

    Eu creio que o final foi muito bom e emocionante, uma coisa que eu estive pensando é que, graças à tecnologia dos Reapers, é claro que avançaram a tecnologia em milênios, mas por um certo modo os seres da Galáxia não estavam prontos a receber essa tecnologia tanto que, durante o jogo, se vê muito Caos, milhares e milhares de pessoas morrem,seja pela mão dos Ceifeiros (Reapers) ou pela mão de criminosos.
    Então acho que o final foi muito bem elaborado, só reclamou quem não conseguiu entender direito.

  8. kymer
    17/12/2012

    realmente ahcei um bom texto, mas nunca joguei o mass eff(trilogia) mas depois de ver várias coisas sobre o game achei que o final foi muito mal feito para oq poderia ser épico

    • 17/12/2012

      apenas o fim foi mal feito, a trilogia é perfeita até os 20 min finais, não pelo fim em si, mas pela incoerência final e pelo fim forçado do sheppard, a gente pode esperar que tem mais de 50% de chance dele virar mais um cod da vida depois do 4, afinal, para terminar o 3 é OBRIGATÓRIO jogar online em interminaveis seções para conseguir armamento que nem é utilizado por você durante a história.

  9. rodrigo
    28/12/2012

    sim a unica forma de do final ser desse jeito é por que a biowere ficou ganaciosa ese vendeu para EA que produz majoritariamente jogos de esporte com poucas variaçoes para lucrar mais a cada ano com nova versão não muito diferente da anterior vide os PES e fifa.

    é triste quando as produtora que ja ganham rios de dinheiro com franquias consagradas como mass effect gears of war e halo simplemente deixam de se divertir criando e é claro ganhando muito bem por isso jogos de qualidade exelente para um imenso ( e as vezes meio pisicotico) publico mundial de jogadores.

    dito isso é bom ver que agora garotas começam a jogar games e abre se uma nova forma de comunicação entre as formas de vida superiores e sublimes que são as garotas ( ou as shepards) e os garotos que nem sempre agem de forma adequada com elas. ( existem mais caras krogans do que gostariamos no mundo)

    que a biowere consiga se redimir desse erro e faça algo realmente epico com dragons age 3 e dlcs de mass effect!

  10. leandro
    17/02/2013

    eu gostei do final de mass effect 3,joquei toda a serie e realmente acabar assim depois de tantas conquistas e sacrificios foi uma grande surpresa,mas veja por outro angulo,depois da terra ser invadida a batalha ja estava perdida,sherpad entendeu que o unico jeito de acabar com o inimigo era sacrificando a propria vida e de todo o resto!nem sempre o final tem quer ser feliz senao que graça teria jogar ja sabendo que no final todos vao viver felizes para sempre?

    • Rafael
      17/09/2013

      vc não entendeu bem cara, a bioware havia prometido que tudo que o vc tinha feito seria crucial no final do jogo, e advinha só… porra nenhuma são 3 finais praticamente iguais e no principal deles vc “une” todos os seres da galáxia (todo mundo controlado pelos reapers? ou virou tudo máquina? pq humano com circuito na cabeça convenhamos neh)… ela queria um final diferente como foi prometido…

      e te pergunto vc que gostou da batalha “épica” do final (pergunta extraída do texto acima) vc viu um Geth na luta? alguma nave geth?

  11. Philisper
    27/03/2013

    Vamos lá! Só hoje estou começando a jogar o 3. Vamos ver o que acharei até aqui. Particularmente achei o 2 a maior curtição. Como ainda não joguei o 3 não vou passar daqui.

    Seu texto não foi longo! Eu gosto e preciso ler. Essa nova geração é que não sabe, tampouco gosta de ler. Obrigado por compartilhar a sua análise. E tese de Mestrado é muito, muito, mas muito maior que algumas linhas explicativas de um jogo.

    Sem querer ser chato e já sendo: pare de se desculpar tanto! Tenha a sua opinião, defenda-a com um belo argumento e PONTO.

    Beijinho! Tchau! :))

  12. CSBR
    29/03/2013

    Pirei na sua análise, parabéns. É a primeira vez que vejo uma mulher com conhecimento tão abrangente sobre games, belíssimo trabalho, obrigado.

  13. Luís Eduardo
    06/06/2013

    E eu, que amei o final? Me senti triste, não tinha como, mas não acho que tinha como ser diferente. É um final “Prometeu” e que remete a narrativa dos Geths e Quarians dentro do próprio jogo. Não é feliz, mas, para a proposta profunda (filosófica, na verdade) do jogo, não poderia ser melhor; para quem queria uma recompensa ou ver o/a Shepard casado (me apaixonei pela Tali, realmente queria ver os dois juntos no final), foi chato, mas acho melhor terminar com coragem e fazer algo q pode desagradar.

  14. Emerson
    12/07/2013

    Olha a bioware vio a merda que fez no final do jogo e lanço uma dlc gratuita chamada extendet cut que melhora e 1.000 vezes o final muda muita coisa e desmente essa teoria da doutrinação

  15. 20/07/2013

    Olá… conheci o blog hoje, vcs estão de parabéns… Mas vou ser do contra e dizer que aceitei de bom grado o destino da minha versão de Shepard. (Joguei o terceiro game já com o DLC).. depois de uma baita batalha por três games (quase chorei quando a Tali – que foi o par do meu personagem – morreu) acabei por escolher o final em que ele morria.. e aceitei de boa, meu personagem morreu com honra. Mas quero jogar de novo a trilogia com outra versão dele. Bem.. é isso.. parabéns, pessoal!

  16. Luís Eduardo
    24/07/2013

    O pior é que eu não achei aquela DLC, de todo, bem vinda. Algumas coisas foram boas, mas perdeu parte do impacto. Não sei quem mais, porém eu achei a frustração final um ponto positivo, algo memorável, Doeu quando percebi que o único jeito era morrer (o que “tiraram” na DLC, mas, par amim, Shepard ainda morre), mas foi o jeito; eu tinha feito planos com a Tali de ir morar no planeta dela, quando fiz a escolha eu apenas pensei nela, como não iria fazer nada que planejei. Foi uma tristeza.

    P.S.: e a maioria das pessoas teve relacionamentos com a Tali ou com o Garrus. Achei genial, as duas personagens menos humanoides são as mais interessantes.

  17. Kaio
    02/08/2013

    Muito bom sua avaliação, porem, vou ressaltar alguns grandes erros que você cometeu:

    1: “Cade o povo lutando” ?
    O povo esta lutando sim, e isso fica muito claro, mais claro impossivel. Todas as espécias que você uniu no War Assets são citadas por joker na Normandy pouco antes de chegar na guerra próximo a terra, alem da presença dessas tropas serem mostradas na cut scene claramente. Eles não estão em Londres naquele momento ajudando Shepard justamente por estar em uma luta direta contra os Reapers, uma função fundamental para “destrair” os reapers do plano de Shepard. Alguns Krogans são mostrados em Londres, assim como uma conversa de Jack por um “VI”, que tambem deixa claro a sua função la. A falta de contato direto com esses outros membros lutando na terra, foi óbvio, eles estavam cuidando do flanco de Shepard, uma estratégia comum de guerra, e em alguns pontos que Shepard chegou o esquadrão ja tinha sido eliminado. Alem de, claro, a maior força do “war sets” estar concentrada no confronto direto. É só prestar atenção nos diálogos, não houve NENHUMA falha referente a isso, apenas uma falta de atenção sua.

    2: “Salve-se quem puder”
    Os membros do esquadrão que vc citou, que saem da nave no planeta tropical, VOLTARAM a Normandy após receber a rajada laser do Reaper. Shepard chama a Normandy para uma retirada de emergencia, e esses membros do esquadrão voltam a Normandy contra a vontade. Então, Shepard, acaba por ser atingido por uma outra rajada do reaper, desmaiando…Mas isso ja com toda a sua tripulação dentro da Normandy. Veja isso no youtube se tiver duvidas, tambem não houve nehum erro aqui, mais uma falta de atenção.

    • Rafael
      17/09/2013

      Kaio acho que referente a “1 cadê o povo lutando?” ela queria dizer que tipo, reuniu toda galáxia (no meu caso até a racni queen) e não é mostrando nada na batalha no espaço (ficou bem genérica) perto do detalhismo do ME1 e ME2 que todos conhecemos, os reapers já sabiam do “crucible” pelo Illusive man e não teve um problema sequer em levar o crucile para Citadel… tipo eu não vi uma nave Geth, nem a racni… era pra ser uma batalha bem legal no espaço e ficou muito a desejar

      apesar de o joker citar todo mundo eu queria era ver esse povo quebrando pau lah em cima, quarian lutando soh a Tali mesmo (que é mostrando, pq naves destruídas só as humanas que foram mostradas)

      e o exército krogan por exemplo só tinha uns 20 ou 30 escutando o discurso do (no meu caso) Urdnot Wreav…

      eles tinham que ter colocado uma cena bem forte de cada exército diferente dando sua contribuição, não só deixar pra gente pensar que eles estavam abrindo caminho para o Shepard

      e o ponto que mais me revoltou (tirando os finais quase iguais)foi ele usar comunicador pra falar com hackett e com anderson e não falar nada com a normandy e muito mesmo com a Ash, a ordem da normandy sumir poderia ter vindo dele (outra coisa bizarra, pq não pousar na terra mesmo, saiu correndo pra onde? essa pareceu piada)

  18. Kaio
    02/08/2013

    Agora um comentário geral, como fã, tambem fiquei desapontado com o final. Não pela morte de Shepard, mas pelo que ficou vago.

    O que seria da galáxia agora sem os Mass Relays? Esse é o principal ponto, pra mim.

    Outro ponto que poucos levam em consideração, é o sacrificio que Shepard faz, a perda de todos os sintéticos, a perda da forma orgânica ou o controle dos reapers.
    Nessa fica a dúvida, Shepard mais herói que Ilusive Man? Ambos , independente do final, sacrificaram MUITO para salvar a galáxia.

    O final ideal: Uma parceria com o Ilusive Man talvez seria o melhor final para o ME3, afinal, o controle dos reapers definitivamente seria a melhor solução. Ninguem morreria, nem sintéticos, e talvez os Mass Relays poderiam ter sua destruição evitada.

    Ilusive Man, um vilão ou um herói incompreendido?

    • Rafael
      16/09/2013

      pois é… e outra o cara uniu quarian e geth, coisa absurda até então, pq após uma batalha devastadora destas a galáxia não iria se unir e se precaver já que sabem que a cada 50000 anos a criação desenfreada de sintéticos levaria a destruição… eu falei pra todos meus amigos que era a séria mais completa que já tinha jogado (a melhor, tirando os 10 minutos finais como disse no blog) e no final foi foda de engolir…

  19. Andreo
    07/09/2013

    Então, como voce falou no post gigante, eu também finalizei a trilogia do mass effect perfeitamente, e minha reação diante do final foi a mesma que a tua, Frustação, decepção etc… Se Shepard deu uma suspirada de vida porque não falaram o que aconteceu com ele depois disso?
    O que fiquei sabendo é que a Bioware vai fazer uma DLC para todos entenderem o final do jogo. mas vamos ver se isso vai acontecer mesmo.

  20. Rafael
    16/09/2013

    outra coisa que me indignou foi o fato de eu ter “ficado” sempre com a Ash (no 1, no 2 não fiquei com ninguém de propósito e no 3 reatei o romance) aí no final ele consegue falar com Hacket e com Anderson por comunicador e não fala nada com o pessoal da normandy e muito menos com o amor da vida dele que é a Ash (nem se despede) ah vai pra pqp neh… tentei sempre o final paragon já até esperando pra jogar com Shepard jr. na próxima trilogia e o final é realmente frustrante… essa teoria que vc apresentou é perfeita e poderia render até uma nova trilogia onde a batalha seria já de verdade após ele vencer a batalha psicológica contra a indocrinação… detalhe só estou postando agora pq terminei a trilogia ontem kkkkk e parabéns pelo post

  21. Rafael
    16/09/2013

    ah só mais uma coisa… alguém aqui deu um tiro no menino fantasminha kkkkk eu fiz isso e o fantasminha fala com uma voz grossa e no final é o vídeo que a Liara tinha feito pra ajudar as próximas espécias após a derrota para os reapers kkkkkkkk (que raiva ter jogar aquele final de novo por causa desse tiro)

  22. Rafael
    17/09/2013

    Outro ponto de vista interessante no link abaixo
    http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info-games/opiniao/mass-effect-3/

    fala sobre a enganação de que cada decisão seria decisiva no final, e sobre os jornalistas dos jogos que inflam notas sobre pressão das empresas… bom texto e complementa o girlsofwars

  23. Rafael
    17/09/2013

    outro link legal (to postando aqui pq gostei muito do texto e das discussões) esse fala sobre o final original pelo roteirista do ME1 que pra mim foi o melhor dos 3 jogos

    http://www.oxm.co.uk/39736/revealed-the-mass-effect-3-ending-bioware-canned-before-release/

    mais aí o cara saiu (vai saber o pq já que acertou de mão cheia no primeiro jogo) e agente teve que engolir esse final de cores eihuiheiaheaiuh

  24. Jaison
    01/10/2013

    Ja faz um tempo do post, mas só pude fechar o jogo agora. O mais triste foi realmente a Bioware passar por cima de uma historia que nós mesmos montamos nos 3 jogos e dizer nos 47 do segundo tempo “daqui pra frente a gente diz o que acontece”… E faz mal feito, mas enfim… O q eu tenho achado estranho com relação as milhares de resenhas sobre o final é o que diz respeito a suposta morte dos parceiros de grupo de Shepard na ultima batalha do jogo: no meu grupo estavam a Ashley (meu par romântico) e o James. Depois de varias explosões com os raios do Reaper, tanto ela quanto o James sobem em um daqueles transportes e saem da Terra. Em momento algum o Reaper acerta a nave deles. Então ao menos isso foi coerente no meu jogo, mas todo resto ta certo… Tudo muito corrido tal. Devem ter apressado as coisas para as vendas – não seria a primeira vez q a Bioware faz isso.

  25. Israel Nunes
    10/06/2014

    Resolvi detonar a trilogia mais uma vez e acabei me deparando com essa teoria que faz sentido… Em partes.
    Caso realmente o game se trata da luta mental do Shepard, fiquei com uma pergunta. Se tudo o que acontece, a partir do comandante ser atingido pelo Harbinger é imaginação e escolhendo a opção de destruir os Reapers, como isso poderia afetar o mundo real? Digo… Ok, na imaginação do Shepard, os Reapers foram destruidos, mas quando ele voltar ao mundo real, os Reapers ainda estariam lá. Não?

  26. 11/07/2014

    […] a trilogia de Mass Effect chegou ao fim, em 2012, uma enorme discussão tomou conta da internet: jogadores estavam indignados com o final da história e se movimentaram […]

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