Pacotão Video Games Live 2011 no Brasil

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Russell Brower - Diretor de áudio da Blizzard

Russell Brower - Diretor de áudio da Blizzard

A turnê do maior concerto de game music do mundo, o Video Games Live, mais uma vez voltou ao Brasil. A primeira apresentação da turnê 2011 foi no Rio de Janeiro, no último dia 9 de outubro, no último andar do Centro de Convenções Sulamérica – mesmo local em que aconteceu a Brasil Game Show, que vocês puderam acompanhar a cobertura aqui no Girls of War.

Porto Alegre também recebeu o evento no feriado do dia 12 e a turnê brasileira terminou em São Paulo, no sábado – dia 15. Este é o sexto ano seguido que o concerto aparece por aqui. O Girls of War cobre o evento desde 2009 e vocês podem conferir o que rolou nos anos anteriores na nossa sessão de “eventos”.

Acompanhado da Orquestra Simphonica Villa Lobos, nosso querido Tommy Tallarico (vulgo Tatá) tocou novamente alguns clássicos dos games, mas também trouxe novidades como a tão pedida canção “Snake Eater – Metal Gear Solid”, Mass Effect, Halo Reach, World of Warcraft e Resident Evil 5.

Um momento bem legal do show foi a aparição surpresa, via skype, de Ralph Baer – para quem não conhece este senhor de mais de 80 anos, ele é o criador do primeiro videogame.

Os convidados para a edição 2011 foram o maestro japonês Wataru Hokoyama, compositor das músicas do game “Afrika” (que segundo ele mesmo foi um fracasso de vendas) e atual maestro titular do VGL. Hokoyama também compôs algumas trilhas para Resident Evil 5.

Quem também marcou presença foi a já conhecida do concerto, a flautista e cantora Laura Intravia – que dessa vez veio de “Flute Mario”.  A maior convidado da noite, em minha opinião, foi o diretor de áudio da Blizzard e compositor das trilhas de WoW: The Burning Crusade, WoW: Wrath of the Lich King, WoW: Cataclysm, Diablo III e Starcraft II, Russell Brower.

– Inclusive, eu consegui entrevistá-lo nos bastidores do evento no Rio e vocês conferem essa entrevista logo abaixo:

1) Como você começou sua carreira como músico para games? Quais seus primeiros trabalhos?

Russell Brower: eu sempre amei a música e ela sempre fez parte da minha vida. Eu sempre pensei no que de diferente eu poderia fazer nessa área, já tendo eu passado por vários tipos diferentes de mídia. Já trabalhei muito com música para televisão e também tenho uma boa bagagem trabalhando com games.

Após alguns anos trabalhando para TV eu disse a mim mesmo que precisava reinventar minha carreira e foi assim que entrei para a indústria de games 100% do meu tempo. Eu acredito que eu estava no lugar certo e na hora certa em relação à Blizzard. E, levando em consideração meus trabalhos anteriores, senti que meu estilo particular de compor casou bem com o estilo dos títulos da Blizzard. Eu amo muito compor para temas de fantasia e ficção científica.

2) Qual a maior diferença entre compor para games e compor para filmes, por exemplo?

Russell: As diferenças foram administradas ao longo dos anos porque o conteúdo da história dos games se tornou bem mais desenvolvido que antes, o contexto voltado para a jogabilidade é bem mais denso, pessoalmente eu gosto disso.

Então, no final das contas, nós somos todos um pouco de escritores para jogo também. Na verdade, uma boa música sempre será uma boa música. Você encontra uma forma de se comunicar com o público em diferentes níveis por meio de uma melodia. Finalmente, a única diferença restante é que, nos games, esses sons se alternam constantemente, de acordo com alguma ação, batalha ou nova missão que o jogador inicia.

Desenvolver música para games também requer um trabalho em equipe constante com a produção do jogo em si, como os designers, para fazer com que o som projetado se conecte de forma correta com o gameplay.

Russell em São Paulo

3) Esta é a sua primeira vez na VGL no Brasil? Qual a sua expectativa para o público brasileiro?

Russell: Esta é a minha primeira vez no Brasil e a Blizzard está envolvida no VGL desde que ele começou, há mais ou menos seis anos, e eu estou muito orgulhoso de que algumas músicas compostas por mim já terem passado pelo concerto. Em relação à expectativa para o show no Brasil, todos já me disseram o quanto os jogadores brasileiros são apaixonados por tudo relacionado a games. Então, eu estou muito ansioso para encontrar com os gamers brasileiros.

Uma das coisas que costumamos dizer na Blizzard é que nós fazemos jogos que queremos jogar. E a mesma coisa se aplica a música: nós compomos músicas que queremos em nossos games. Mesmo assim, de vez em quando, precisamos nos manter um contato mais próximo com os que jogam nossos games, por isso nós temos a Blizzcon, o Video Games Live, um grande número de interações que também fazemos em nossas comunidades… Encontrar seu público alvo pessoalmente é tão revigorante e nos ajuda a sempre estar em sintonia com essas pessoas.

Vídeos da VGL:

– Graças ao maravilhoso crachá de imprensa, e de ter agendado a entrevista com o músico da Blizzard com a assessoria, consegui entrar no VGL durante os ensaios e gravei uma das músicas de WoW, que foi apresentada no concerto. No vídeo você assiste a Laura Intravia no canto e Russell Brower regendo a orquestra:

– Falando na talentosa flautista Laura Intravia, olha só ela arrasando como “Flute Mario”:

– Mass Effect! Mass Effect! *_*

– E para fazer a alegria da minha filhinha Bivolt-Matrix Bebs, “Snake Eater – Metal Gear Solid”:

 

– Veja a setlist do concerto aqui: Setlist – Video Games Live 2011 

Agora a Clá toca o barco e mostra como foi o VGL em São Paulo. É com você Clá! (típica frase clichê de televisão).

Namoradão,eu, "irmãozinho" (2,02m de altura) e cunhada. XD~

Depois de pegar chuva O TRAJETO INTEIRO indo pro HSBC Brasil (e ter quase um piscinão de ramos dentro do carro por causa de uma porta que não fecha direito), consegui chegar FINALMENTE no VGL e a casa estava super CHEIA! Infelizmente não entrei como Imprensa, mas ano que vem eu consigo. Logo no Hall do HSBC Brasil me deparei com a clássica mesa de “mimos” com camisetas, DVDs, Blu-rays e mais algumas coisitas do VGL, Campeonato de Guitar Hero, um jogo de luta toscão patrocinado pela Petrobras e me deparei com dois cosplayers de Dante (É UMA MENINA!!) e de Naked Snake (que era muito paparicado por lá). No meio do vuco-vuco meu irmão foi entrevistado pelo Vírgula (ele é o Waldener na matéria). Chique, né?

Como ano passado, antes de apresentação rolou o Concurso de Cosplay. Tinha Link, Sheik, Anakin Skywalker, Dante e mais um cosplay que não lembrei o nome (vergooonhaaa). Claro que eu estava torcendo para A cosplayer de Dante, mas infelizmente ela não levou a sacolinha-verde-feliz do VGL. Sheik e Link (roxo, por sinal) ganharam o Concurso.

Este ano consegui sentar um pouquinho mais perto que ano passado (e levei câmera com UM MONTE de pilhas, que foram acabando rapidamente) e curti o show. Obviamente ocorreu do mesmo jeitinho que a Vivi citou acima. Cheguei no evento uma “pilha”, tremendo de ansiedade, mas garanto pra vocês: a apresentação do ano passado foi bem melhor. Não sei se o fato de no ano passado ter sido uma novidade pra mim ajudou, ou se foi pelo show deste ano ter sido um pouco mais curto, vai saber?

A apresentação começou com um medley de Street Fighter, depois fomos para Afrika (joguinho meio feio, gente) e VIBRAMOS GERAL com Resident Evil 5!! Flute Mario também arrancou suspiros de muitos que estavam por ali quando Laura tocava músicas-tema dos jogos do encanador bigodudo que foram lançados ao longo dos anos.

E o show continuava com MUITAS músicas da Blizzard (achei um exagero, mas enfim, foi bom), Tetris Opera, Metal Gear (FINALMENTE, mas eu queria outra música), Castlevania (lógico, e mesmo assim gritei muito) mas aí veio O momento: o povo veio à LOUCURA com POKÉMON! Sério, gente? *Clá momento vergonha alheia*

Brincadeiras à parte (gente, não joguei muito Pokémon, não me matem) pra MIM a parte mais marcante do show foi a aparição de Ralph Baer via Skype no telão. Essa foi a ÚNICA parte que eu chorei, gente, sério. Vocês não tem noção da energia do povo quando o Sr. Baer apareceu no telão. Muitos gamers o saudavam, foi lindo e realmente emocionante.

Só sei de uma coisa: Wataru Hokoyama mandou MUITO BEM, assim como Laura, Tallarico, Russel Brower e a Orquestra Simphonica Villa Lobos. Foi tudo muito lindo, mas aguardo mais novidades ano que vem.

Vídeos do VGL em Sampa:

– Ralph Baer aparece na apresentação em Sampa

– Tetris Opera

– Diablo III

– Castlevania (Vídeo já começado depois de meu xilique com o começo da música…rs)

– Zelda Medley em comemoração aos 25 aninhos da série

– Tema de Starcraft II

 OPA, PERAÍ, O POST NÃO ACABOU NÃO! TEM OOOUTRA PARTE AINDA!

Este ano o VGL foi apresentado no Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Tá, já postamos sobre a apresentação no Rio e em São Paulo, obviamente em Porto Alegre não vamos postar. WRONG!

Não temos uma Girl of War em Porto Alegre, PORÉM temos uma querida leitora que aceitou nossa “Proposta Indecente” e escreveu sobre o evento em POA, já que foi a primeira vez que foram pra lá. Queridos e queridas, dêem uma olhadinha na cobertura VGL Porto Alegre feita pela Fernanda Martins!

Manda bala, Fê!

Pisar na VGL é uma experiência única  e um belo presente das crianças! Ao chegar ao tetro do Sesi, em Porto Alegre, me impressionei com a quantidade de Gamers presente nessa capital que é basicamente uma ervilha.  Entre camisas de God Of War, Final Fantasy e alguns Cosplay estavam presentes, também, crianças com seus pais, afinal o espetáculo foi dia 12 de Outubro. Levar seu filho em uma VGL e dar de cara com roqueiros, gamers, nerds e cosplays deve ter sido, com certeza, uma experiência  única na vida daqueles que puderam viver o início dessa indústria. Parabéns a estes pais que incentivam os filhos!

Foi a primeira vez que a VGL vem a terra dos gaúchos e Tommy Tallarico, seu criador, estava elétrico.  Houveram momentos em que eu rezava para ele parar de falar e tocar as trilhas mas sabia que ele tinha que animar os tímidos gaúchos que não sabiam se faziam silêncio ou se gritavam exaltados diante de uma orquestra.

O início foi marcado por Street Fighter com uma homenagem ao nosso personagem brazuca: Blanka. Na seqüência Wataru Hokoyama, o maestro, resolveu reger uma de suas composições: Afrika. Meu Deus, que jogo é esse? Quase morri de tédio vendo Zebras e Girafas sendo fotografadas. Isso mesmo! Aparentemente no jogo você fotografa bichos em seu habitat natural.

Depois dessa propaganda, Hokoyama  regeu Resident Evil 5 e todos nós respiramos aliviados! Houve também um papo, via Skype,  com o criador dos vídeo games Ralph H. Baer.

Tivemos o clássico Mario com Laura “Link” Intravia, famosa pelo seu vídeo na internet jogando games, na flauta. Ela  também tocou uma homenagem linda aos 25 anos de Zelda (com direito a fotos da trajetória de Link) e cantou em Metal Gear Solid 3, Tetris e etc.

O compositor da Blizzard, Russell Brower, iniciou regendo  Burning Cruzade com vídeos em português. É muito legal que WoW tenha sua versão brasileira, mas devo admitir que as dublagens não me agradam nem um pouco!  Também adoro World Of Warcraft, mas  ouvi 3  músicas do game e, sinceramente, achei desnecessário.  Podiam ter tocado God Of War e Assassins Creed que fizeram falta!  Ele também regeu Starcraft II para alegria dos fãs. Vale salientar que, entre as apresentações, o público gritava “Diablo III” e fizeram com que Russel comentasse “Soon” (em breve) em resposta aos fãs do game.

Um momento marcante para gauchada foi ver o guri de 13 anos, Bernardo Smith, ganhador do campeonato de Guitar Hero, tocar The Pretenders, do Foo Fighters e, pasmem, no nível Expert. Tallarico ficou doido com o guri, que fez bonito, e o deixou de boca aberta e a platéia sem respirar durante as notas.

O povo também foi a loucura com o medley de Pokemon,  Castlevania e os temas de Chrono Trigger e Chrono Cross. Tivemos ainda Halo Reach, Final Fantasy: One Winged Angel (que dispensa comentários) e Mass Effect (que emoção!). O encerramento com a música dos créditos de Portal (Still Alive) levou a platéia a cantar de pé.

Fê, sua linda, obrigada pela sua participação!

Ano que vem tem mais Girls of War no Video Games Live!

Vivi Werneck
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20 Comentários em "Pacotão Video Games Live 2011 no Brasil"
  1. leandro(leon belmont)alves
    16/10/2011

    o povo veio à LOUCURA com POKÉMON! Sério, gente?

    também ia me sentir envergonhado Vivi. e eu curti a parte de Zelda medley.

    • Clarice dos Santos
      16/10/2011

      Essa foi a minha parte, Leo XD~

  2. Vivi Werneck
    16/10/2011

    Primeiro, Clá seu irmão é um Titan! rs. E gente o Russell, da Blizzard é um fofo. Muito simpático!

  3. PH!
    16/10/2011

    Eles desistiram de Brasólia? Essa joça de cidade num tem nada! Ò.ó

    Clarice… SEU IRMÃO PARECE O HAGRID!!! O_O

    • The Punisher
      16/10/2011

      Pois é não teve aqui!

  4. Bruno
    16/10/2011

    Tava aguardando um post sobre a VGL. Demorou mas saiu :-)!

    Estranhamente, não me lembro de terem tocado Diablo III no RJ. Pra mim os pontos altos do show foram Flute Mario, Guitar Hero, as músicas finais (One-Winged Angel, Chrono Trigger / Cross, Still Alive), e principalmente Tetris Opera, grata surpresa.

  5. Hélio
    17/10/2011

    Só por ter tocado Snake Eater já valeu o evento. Música eterna mesmo. Lembrei agora da interpretação da música by Bebs, foi muito legal!
    Concordo q GOW fez falta. Não só por ser fã da série como jogo, mas pq as composições de God of War tem um apelo épico muito forte, várias vezes já me peguei lembrando.
    Agora, eu achei graça da Dante! rsrs Podia ter feito cosplay da versão de DMC5, já q o protagonista virou praticamente uma mulher mesmo xD (trollface).

  6. -darkthunder "Paula" bloodymoon
    17/10/2011

    CLÁÁ!!! ONDE CÊ TAVAA?

    *cheguei 15 minutos antes do show, acho que por isso não te achei t-t*

    Gente, me fizeram chorar na música errada! *vergonha alheia mode ON* E foi justamente em Pokémon! XP

    Me arrependo do comentário que dei lá de que não tinha cosplay sério (a.k.a. que não seja de personagens da Nintendo) quando li que tinham DOIS COSPLAYERS DO DANTE!!! Quase morri quando vi no palco um deles!

    “Agora, eu achei graça da Dante! rsrs Podia ter feito cosplay da versão de DMC5, já q o protagonista virou praticamente uma mulher mesmo xD (trollface).”
    – Dude, não diga nem de brincadeira esse tipo de coisa… Da “coisa” não quero jogo, nem cosplay nem nada!

    “Clarice… SEU IRMÃO PARECE O HAGRID!!! O_O”
    – Ah, isso eu concordo! XD

    E não quero nem saber: ano que vem vou estar de novo! TODO MUNDO reclamou aqui em casa sobre esse show dizendo “vai ser uma desgraça, mimimi, etc,…” mas eu só consegui fazer com que eles calassem a matraca falando que a Orquestra Villa-Lobos, que TAMBÉM tocam as clássicas sinfonias, se renderam a outras feitas pra games!

    Comentário 1: mesmo não conhecendo o trabalho do Brower, AMEI as músicas tocadas! Senti minha espinha congelar, mas não vou pegar WoW porque ainda quero ter vida física!

    Comentário 2: e bem que poderiam colocar no medley de Castlevania a versão hard rock da Bloody Tears no final, né? [ http://t.co/9DELqyxR eis o motivo de eu querer ouvir Bloody Tears ao vivo e ficar meio frustrada depois do show]

    Um dia a gente se encontra, Clá! ^^

    • Clarice dos Santos
      17/10/2011

      15 minutos antes do show eu já tava sentadinha esperando começar T___T
      sniiiff

  7. 17/10/2011

    Eu tava no do Rio… e pelo ângulo e distância dos vídeos, eu tava sentado perto… hehehe! O cara que tava na minha frente quase infartou com a trilha de Pokemon. Eu fiquei com medo. :) As minhas fotos mal tiradas tão lá no Facebook do Godmode (http://www.facebook.com/Godmodepodcast). Tem uma que mal dá pra ver a cara do Ralph Baer. Parabéns pela matéria pacotão, vocês são mil vezes mais profissionais que a gente que só vai pra zoar… hehehehe! Bjos!

  8. Fernanda Martins
    17/10/2011

    Ae poovoo!
    Aqui em POA o pessoal gostou de Pokemon… Eu fui a loucura com a dublagem da Equipe Rocket (tenho q admitir que Pokemon marcou época pra mim… podem falar o que quiser suas pessoas sem infância :P)
    Também tenho q admitir os que os cosplays não eram tão bonitos como os mostrados ai na foto do post
    Cara eu fui mt noob… não levei câmeras respeitando a regra da VGL e depois vi que todo mundo levou >.< Droga! :P
    PS2: Ainda estou pensando o q levou o maestro a tocar aquele jogo com Girafas…

  9. Fernanda Martins
    18/10/2011

    E AH! Obrigada guurias pela oportunidade! Adorei escrever pra vcs! (isso que dá, postar enquanto faz um monte de outras coisas, acabo me passando e tendo q voltar aqui depois lol)

  10. CPR
    18/10/2011

    Bem q podiam tocar essa música http://www.youtube.com/watch?v=KD-j4jBFt4w Linda!

  11. CPR
    18/10/2011
  12. 18/10/2011

    Poxa, gente, que bobagem ficar com vergonhinha alheia por causa de Pokémon. Os jogos são muito legais, e esse negócio de ficar falando que isso é coisa de criança e aquilo é a mesma coisa que fazem com os gamers, de falar que videogame é coisa de criança. E dane-se se acharem que somos crianças, quem não sabe ser criança quando vira adulto é porque não tem imaginação e não sabe se divertir #prontofalei.

    Poxa, Vivi, como assim você nunca jogou Pokémon? É por isso que diz isso. Consiga uma versão Red ou Blue para o saudoso Game Boy e jogue, você vai ver como é um ótimo RPG (e convenhamos que se não fosse, não faria tanto sucesso né gente?). É um clássico essas duas versões, para começar seria o ideal! ;)

    • Vivi Werneck
      18/10/2011

      “Poxa, Vivi, como assim você nunca jogou Pokémon?”

      mas onde eu disse isso meu deus???!!! não se esqueça q, apesar do texto ter sido assinado por mim, ele foi escrito por 3 pessoas: eu, a cla e a fernanda. a minha parte termina quando começa a da clá! rs.

      ja joguei pokemon e jogo ate hj no meu DS! rs

  13. 18/10/2011

    Opaaaa desculpa então, Vivi! :) Não captei quem foi que não jogou Pokémon, foi mal, achei que o post era só seu porque tava assinado.
    Eu fico brava quando alguém fala assim de Pokémon. É um jogo ótimo! O anime pode ter ficado chatinho e besta, mas isso em nada desmerece os jogos!

  14. 21/10/2011

    Quando eu vi que a música do pokemon foi a que mais empolgou a gurizada eu percebi que estava ficando velho.
    As que me emocionaram mesmo foi a do Castlevania e do Metal Gear 3.

  15. Aline
    07/04/2012

    Fico feliz em saber que ainda existem fãs de Pokémon! Tenho pena daqueles que se acham grandes demais para assumir que ainda gostam desse anime!
    Tenho 14 anos e sou fã de carteirinha de Pokémon e ainda tenho o sonho de fazer um cosplay daora, coisa que é meio fora dos meus planos de dinheiro…Mas um dia chego lá!

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