Readers of War: uma paixão artística por League of Legends

Tags: jogos online, league of legends, LoL, MMO, mmorpg, Readers of War

Fala galerinha, beleza? Hoje começaremos uma nova coluna chamada “Readers of War”. Isso mesmo, pequenino herculoide, essa coluna será dedicada a você, que é leitor do blog e gosta muito de escrever sobre games.

Pelo menos uma vez ao mês (ou mais dependendo do entusiasmo de vocês) iremos publicar aqui um texto seu sobre games. Pode ser sobre um jogo que você ama, um texto sobre indústria dos games, arte, game design, situações curiosas… Esse é o espaço que iremos dedicar em resposta ao carinho que todos vocês nos dedicam ao longo desses quase 5 anos de blog! Adoramos vocês!

Bom, agora chega desse discurso mela cueca [psycho mode on – again] e vamos ao que interessa: se quiser mandar o seu texto (com imagens também, por favor) é só enviar para [email protected] com o título “Coluna Readers of War”. Não se esqueça de mandar um perfil seu (como você verá abaixo), uma foto sua e um link de divulgação de algum trabalho que tiver ligado a games (se quiser). Aí nos vamos avaliar e, se tudo estiver direitinho, publicar aqui.

E sabe o que é mais bacana disso tudo? Os meninos também poderão participar! \o/

 

– Recado dado, então vamos a primeira Reader of War da coluna: conheça a carioca e artista Giselle Almeida. A menina é doente por League of Legends e é uma artista do “carvalho”, pra não dizer algo mais cabeludo. Inclusive, todas as imagens desse post, inspiradas no universo de LoL, foram feitas por ela! Ah, não se esqueça de conferir o perfil da Gi ao final do “pequeno” textinho que ela nos enviou! rs.

 

Uma paixão artística por League of Legends (Por Giselle Almeida)

Diana Eclipse Compact

Tenho que admitir, jogos online nunca foram muito minha praia. Ouvia as histórias das pessoas que trocavam suas vidas por MMORPGs e aí passei a querer distância de qualquer jogo que não tivesse fim. Relutei bastante quando fui convidada pra jogar World of Warcraft com meus amigos, mas acabei cedendo. No final das contas foi tranquilo e até gostei, mas também não foi dessa vez que um MMO me conquistou de verdade, apesar de já ter testado Priston Tale, Ragnarok e Tibia antes (sim, Tibia, mas não passou de um dia, eu juro).

Terminado meus jogos de consoles, fiquei vagando em busca de algo novo. Testei uma coisa e outra sem muito interesse, e até cogitei a possibilidade de rejogar clássicos, como meu favorito de infância Donkey Kong, que apesar de não ter nenhuma novidade, é diversão garantida. Então, em uma noite que fui dormir mais cedo que meu noivo, ouvi muitos gritos, risadas e muitos palavrões (claro) vindos do quarto do PC. No dia seguinte, não segurei minha curiosidade e perguntei o que era. E, então, eu fui apresentada a algo que eu nunca imaginei que fosse ter tanto impacto na minha vida de gamer: o League of Legends.

Fiddlesticks Halloween Party ColorNão vou mentir, não depositei nenhuma expectativa na primeira partida (joguei sem nenhuma empolgação pra ser sincera), mas achei o jogo “legalzinho”, o que já é uma coisa boa porque quase nunca gosto dos jogos logo na primeira jogada (com exceções como Final Fantasy XII, Castlevania, e essas coisas lindas de Deus que são paixão a primeira vista). Continuei jogando a segunda, a terceira, a décima, a vigésima partida! Quando me dei conta, jogar LoL com os amigos e o noivo tinha se tornado um hábito quase que religioso aqui em casa (e colocar na cabeça da minha família que não me ligasse durante a noite, pois estaria em um compromisso muito sério e interrompível, não foi uma tarefa fácil!).

Se já não conseguia fazer minha mãe entender que eu não podia desligar o videogame, porque não tinha encontrado um savepoint – e isso já me rendeu muitos castigos ou tomadas arrancadas -, imagine dizer “liga daqui a quarenta minutos que agora não posso atender, tchau!”, ou eu digo “te ligo quando terminar a partida”. Daí eu termino, entro em outra e esqueço do mundo. Receber visitas durante as partidas então…

Mas uma dica que eu dou pra quem acabou de começar ou ainda pretende testar o jogo: encontre o máximo de amigos da vida real que você tiver, desses que são amigos mesmo, pra jogar no seu time. League of Legends, por ser um jogo em time e você depender de cada um dos quatro aliados pra ganhar, tem chances enormes de causar uma constante discórdia, inclusive DRs no calor da batalha. Se jogar com gente random, as chances aumentam em duzentos por cento, já que eles vão xingar toda sua geração e mandar desinstalar o jogo, mas apenas faça sua parte e ignore os trolls que fica tudo lindo e muito divertido!

Desavenças à parte, LoL é um jogo excepcional! Nos dois primeiros meses eu só joguei com uma única champion, Diana, porque era a única que eu sabia jogar até então. Quando tomei coragem de expandir meus horizontes e testar os outros cento e muitos personagens, descobri como eram enooormes as probabilidades e combinações diferentes de golpes, itens, estratégias, e também do tempo que vou levar pra experimentar tudo isso! São opções pra todos os gostos, cada um com uma personalidade diferente e muito carisma, o que eu achei interessante enquanto artista, já que na maioria das vezes esses personagens de jogo online parecem vazios e sem vida.

Quase que mensalmente, a Riot Games – produtora do LoL – lança um champion novo, e muitas skins novas. Skins são tipo variações de estilos de roupas, armaduras, armas e atéChibi Ahri Compact mesmo a aparência das magias mudam, ou seja, como brincar de boneca com seu personagem favorito (eu particularmente adoro, hahaha!). Inclusive, algumas especiais são baseadas em vários personagens de desenhos, filmes e etc, como a Sivir Maravilha – baseada na Mulher Maravilha -, o Jayce Armadura de Metal – baseado na Samus de Metroid -, e PulsefireEzreal – baseado no nosso querido MegaMan! Ainda existem as skins regionais, como a do Gangplank Forças Especiais, que foi feito pro lançamento do servidor brasileiro, o personagem veste as roupas do BOPE! GragasOktoberfest da Alemanha, Tryndamere sultão pra Turquia, e ShacoGoseong da Coréia.

Além disso, existem mapas diferentes, com jogabilidades diferentes, para os que querem jogar sério, para os que não querem nada com nada, para os que querem só matar e xingar os amigos e por aí vai. Pra arrematar e deixar o jogo ainda mais profit, criaram os campeonatos que fazem pessoas pelo mundo transformar o League em profissão! Empresas como a Razer, por exemplo, patrocinam mensalmente times para que eles treinem e vençam as disputas, ganhando prêmios que podem chegar ao valor de 50 mil Dólares! Já pensou ganhar pra ficar em casa jogando seu jogo favorito?!

Enfim, hoje em dia o LoL tem um espacinho muito especial no meu coração, e eu jogo quase todas as noites, desde julho do ano passado (e sei que tem muita gente aí que tá há muuuito mais tempo que eu na estrada, e ainda não enjoou). E pra minha alegria (e de muitos ilustradores), me dá inspiração sem fim pra ilustrar. Amo muito tudo isso!

 

Perfil da Reader of War:

giselle-almeida

Nome: Giselle Almeida

Idade: 22

Onde mora: Rio de Janeiro – RJ

Profissão: Ilustradora Freelancer

Hobbie: Games, Jardinagem e Culinária (de preferência doces!)

Trabalhos:

http://www.gisalmeida.deviantart.com/

http://www.gisalmeida.com.br

Vivi Werneck
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26 Comentários em "Readers of War: uma paixão artística por League of Legends"
  1. 19/01/2013

    Caraca! Também joguei LoL por curiosidade e gostei justamente por causa dos personagens que são bem legais, e a jogabilidade excelente, é um jogo muito divertido para passar o tempo, tipo… 45 minutos em 15 kkkk

  2. Aline - A Otome Gamer
    19/01/2013

    O.O”! Li tudo! Fico até receosa de enviar meu e-mail para as Girls of War porque a sua descrição sobre League of Legends está… INCRÍVEL!, que faria a minha sair chorando e virar emo! Adorei, e concordo com a Vivi, você é sinistra! Dei uma olhada em seu site e constatei que além de você ser mestra em Arte Gráfica, você fala inglês e tudo! E ainda muitas pessoas fazem comentários super legais! Está de parabéns!

    O jeito é começar a reparar em algo “útil” que eu faço no mundo dos Games e pensar em enviar o e-mail para as GoW’s, rsrsrs!

    Parabéns as Girls of War também, ótima iniciativa, pois além de ajudar na informação Gamer, ajuda em conhecer melhor os Readers of War! Beijoxxxx, amei o post!

    • Vivi Werneck
      19/01/2013

      Fico feliz que tenha curtido Aline! E vou esperar pra ler o seu texto héim! ^^

    • 19/01/2013

      Obrigada, Aline! Agradeço imensamente pelos elogios! E relaxa, é basicamente se imaginar contando sua história pra alguém que flui. Hahaha!

  3. 19/01/2013

    Muito bom o texto, mas sou super suspeito de falar, né? XD E como os meninos também podem participar, vou pensar em algo bem legal pra enviar =)

    • Vivi Werneck
      19/01/2013

      Vou cobrar héim? rs XD

  4. Alessandro Messias
    19/01/2013

    Muito bacana a Idéia Vivi e começou muuuiiitoo bem, o texto está ótimo e Giselle garota tu manda muito bem, tava olhando o site a de Asterix e Obelix, caramba..^^ Parabéns.

  5. Lipe!
    19/01/2013

    League of Legends é bacana, mas desinstalei o jogo por não achar os personagens equilibrados entre si.
    Gosto das ilustrações dos personagens e dos personagens, mas acho que já tem demais, pode saturar o jogo de tanta cosia que tem, gosto do estilo gráfico também.
    Mas vocês viram como o Riot joga sujo nos e-sports??

    No mais, amei a ideia dos leitores escreverem artigos sobre o que der na telha – desde que envolvam games – então óbvio que vou escrever sobre muitas coisas das quais sinto carência não só no GoW, mas no mundo gamer em geral.

    Paz e amor.

    <3

    • 19/01/2013

      Lipe, a questão dos personagens não é falta de balanço, e sim dificuldade. Nos status dos champions tem 4 barras: Ataque, magia, defesa e dificuldade. Obviamente os mais fáceis de jogar são mais fortes, porque qualquer um se sai bem jogando com ele, como o Eddy Gordo do Tekken, que é só sair apertando os botões que ele comba sozinho e mata todo mundo.
      Já os mais difíceis parecem fracos porque precisa saber exatamente quando e como usar as skills, senão morre rápido ou não mata ninguém. E isso é um fato porque já vi gente destruindo com vários personagens que eu achava muito ruins de jogar.

      • Lipe!
        19/01/2013

        Mas isso por si só prova que o jogo é desbalanceado.
        Tem um MOBA que eu adoro jogar que se chama Bloodline Champions, nesse jogo há um número igual de personagens pra cada tipo de “classe”(melee, ranged, healer, tank) sendo que cada personagem tem basicamente a mesma possibilidade de destruição, então o que faz a diferença é ‘como você joga’ e não ‘com que personagem você está jogando’. Acho que isso devia ser um mantra para todos os MOBA games que existem por aí, pois evitaria o “pay 2 win” quando deveria ser “play 4 fun”…

        No mais, tenho interesse em um jogo competitivo e não em um “super smash bros” da vida…

        Aliás, fica esse jogo como sugestão:

        http://www.bloodlinechampions.com/

        Já que você tá jogando LoL, poderia dar uma olhada nesse aqui, o estilo artístico desse aqui é mais interessante para mim também… gosto de terem se inspirado em tribos dos mais vários cantos do mundo.

        Cheers!

        c:

        • 19/01/2013

          Não necessariamente significa uma prova de falta de equilibrio, e sim leva em conta que existem jogadores inexperientes que precisam de campeões fáceis pra se adaptarem. Enfim. xD

          Sobre a parte de arte, eu comecei a levar a sério a 6 anos atrás, mas como sou autodidata, o processo de aprendizado foi um pouco lento porque eu tinha que descobrir tudo na marra. Fazendo um curso, o ritmo melhor bastante!

          • Lipe!
            20/01/2013

            Sim, eu também sou autodidata, então fico me puxando e me sinto vez que outra sem noção de direção, enfim, obrigado pela dica, vou procurar por um curso por mais que onde eu more careça de cursos de ilustração digital de qualidade.

            :3

  6. leandro(leon belmont) alves
    19/01/2013

    muito bom esse post, quer dizer que poderei mandar textos?…hmmm vou pensar em algo. e tentar não ser fanboy ou hater no game que vou analisar. essa iniciativa vai ser muito bom para acelerar um pouco o site.

  7. leandro(leon belmont) alves
    19/01/2013

    gostei do desenho chibi da Ahri, muito fofinho/kawaii mesmo.

  8. Lipe!
    19/01/2013

    Aliás, aproveitando que você é uma artista gráfico profissional e eu um humilde estudante de arte e lhe pergunto:

    O quanto de tempo você estudou até chegar nesse nível? acho muito lindo seu trabalho, vou começar a estudar arte digital profundamente só neste ano… enfim, essas coisas.

    :B

  9. 19/01/2013

    A maioria dos meus amigos jogam LOL, mas eu acho jogo modinha. err e-e A única coisa que jogo online é Bomberman, e só pra descontrair. Não gosto muito de games online, e se tiver que instalar algo eu já desisto.

    Queria dizer também que adorei a matéria da Giselle e dos desenhos dela! Realmente é uma pessoa muito talentosa! Deu até vontade de jogar LOL agora. rsrs Talvez eu mande minha matéria também, só ficarei em dúvida de que game falar, já que gosto de tantas franquias!! *capota*

    • 19/01/2013

      De fato LoL se tornou modinha, mas porque é um jogo relativamente fácil, gratuito e agora possui um servidor 100% brasileiro, o que facilitou bastante o acesso de alguns jogadores que não são muito familiarizados com o inglês.

      Eu também adoro Bomberman de paixão, joguei quase todos quando era criança/adolescente, hahaha! Hoje em dia é um pouco mais difícil encontrar quem jogue comigo porque parece que todo mundo acostumou com os jogos mais complexos…

      Obrigada, fico feliz que tenha curtido ambas as coisas (principalmente a matéria, que não é uma coisa que faço com frequência ^^).

      • Sputnik
        24/01/2013

        Modinha é forte, acho que o jogo ficou “popular”. Odeio esse termo “modinha”, haha’. Mas enfim, concordo com você que por ele ser mais fácil de jogar atrai um público maior. Mas eu não fiquei com o LoL por conta disso. Aliás, não só por isso. Achei os personagens muito mais carismáticos e isso me conquistou. As falas, os estilos, as skins, as histórias, as skills. Nossa, eu adoro particularmente cada personagem da lista. Até os que odeio eu adoro (tipo o Draven ou o Darius, quem não odeia esses dois? kkk’). Enfim, LoLzinho é paixão :D

  10. georges
    20/01/2013

    Quer dizer que nós cuecas que lêem o blog podemos enviar nossos textos?
    Quando tiver inspiração, pode deixar que mando alguma coisinha pra vocês!

    Claro que depois de ler este super post de League of Legends, fiquei com vergonha de mandar alguma coisa XD

    Depois de ler esse post, quaaaaaaaaaaaase me deu vontade de parar meu preconceito com MMOs.

    Agora, quero ver o que os colegas aqui dos comentários têm a escrever também!

  11. Juliano
    21/01/2013

    Bah, eu tenho um história bem parecida, fugia dos ditos mmo’s eternamente e jogos do estilo WoW eu continuo fugindo até hoje(pois ficar upando character não é pra mim), mas a mais ou menos duas semanas eis que resolvo tentar jogar o Dota 2, ô joguinho bom esse. Claro que no início você é sempre péssimo nesses jogos, baixei também o LoL por achar que são semelhantes mas só joguei o tutorial, fiquei no Dota 2 mesmo. Tive a sorte(e não sei bem porque) de ter vindo umas skins de uma personagem muito legal(um profissa do jogo me disse que não se ganhava, que teria que comprar mas eu sei q não comprei nada). A personagem é a Crystal Maiden, olha ela aí
    http://www.cyborgmatt.com/wp-content/uploads/2012/07/Dota2_CM_NewFront.jpg
    Daí estou jogando relativamente bem somente com ela, sei que há zilhões de características e personagens a experimentar mas por enquanto vou jogando com ela.

  12. 22/01/2013

    Interessante a nova coluna, acho que vou bolar alguma coisa também!

  13. Alessandro Silva
    22/01/2013

    Adorei a matéria Giselle, muito legal mesmo!
    Vi suas ilustrações e são todas lindas!
    Aguardo novas publicações ok? rs
    Bjos!

  14. Sputnik
    23/01/2013

    Já gostei dela quando vi a primeira arte. Tenho uma admiração inexplicável por artistas digitais, passo o dia inteiro nos deviant arts alheios. E a minha história é um pouco parecido com a dela. Me apresentaram Dota já há muito tempo, nunca dei a mínima para jogar esses jogos (MOBAs), mesmo com a insistência dos meus amigos. Mas sempre fui aficionado por MMOs. E há pouco tempo, sem ter mais o que jogar, fui experimentar o tal do LoLzinho, já que todos os meus amigos deixaram os outros jogos por isso. Surpreendentemente não consegui mais parar de jogar. Acho que vendi a minha alma quando cliquei em “Sim, li e aceito os termos e condições”. Enfim, a vida é feita de boas e más escolhas, infelizmente eu não sei mais o que é isso (a vida).

  15. Fabão
    30/01/2013

    ficou 10 a matéria, LoL, assim como DOTA, DOTA 2 e HoN são muito viciantes, agora uma coisa q me marcou muito no LoL foi a capacidade de fazer muitos amigos, é claro q geralmente o q rola é um flame do karalho qndo seu time perde (ngm nunca quer admitir sua culpa numa partida, é sempre mais facil por a culpa no outro… comentário de gente assim se limita a – time noob, ah seu noob, seu feeder, seu ks e etc…) mas há de vez enquanto qnd vc acha aquele cara gente boa ou aquela menina educada q vale a pena manter nos contatos do skype para num futuro não muito distante voltar a se divertir em novas partidas…

  16. DarkRizzi
    31/01/2013

    Eu amo a pintura, a caracterização dos personagens masculinos… Mas os designs femininos de LoL são terriveis. TODAS as garotas addultas de LOL são gostosas. =( algumas conseguem girar o quadril 180º. Sem contar as poses. Só pegar como exemplo a Miss Fortune e o GangPlank. Ambos são pirtas, enquanto que no portait del, ele está num navio com explosões, ela parece que vai fazer um pole dance. Eles tem artistas muito bons, mas isso pra mim quebra um pouco a imersão, me parece tão forçado. Eu até entendo algumas personagens serem a “Sra. Peitos”. A Ahri que usa seu sex appeal como personalidade e até seus ataques são baseados nisso. (apesar de achar que ela ficaria bem mais bonita com menos seios) MAS a Ohrianna é um robô! A Lux nem combinaria isso, a Leona deveria tem mais aparencia de TANKER!
    Mas esse acho que é o maior pecado de LoL. O balanceamento do jogo não é perfeito, mas acho que eles conseguem arrumar bem. A quantidade de personagens é uma mão de duas vias, por um lado é bem divertido ver tanto personagem diferente, apender novos match-ups, por outro ladoi força patchs muitos proximos porque alguém sembre descobre algo “apelão”.
    Enfim, é um bom jogo, tem seus pontos negativos como qualquer outro jogo, alguns que a própria Riot não pode controlar (como a educação dos seus players). Comecei a pouco tempo, mas quem quiser jogar alguma partida com alguém muitooo Noob, só adicionar: Senhor Pexe

    • Fabão
      01/02/2013

      isso q vc falou é bem vdd, quase todas as personagens femininas tem um apelo sexual forte nas suas ilustrações, mas acho q o motivo disso é pra vender skin, as skins com ilustrações mais picantes são as q mais vendem, apesar de ter bastante garotas jogando, a maioria dos jogadores ainda são garotos e adolescentes… e já no caso da riot não conseguir controlar a educação dos jogadores, bem, isso é verdade, mas até q ela se esforça, esses dias li uma noticia q a riot baniu 2 jogadores brasileiros profissionais por mal comportamento…

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