Review [Detalhado]: Bayonetta

Tags: Action, After Burner, Bayonetta, devil may cry, Hack N Slash, Hideki Kamiya, MiChi, Out Run, platinum games, review, Sega, Witch

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Inspirada no recente trailer de produção de Bayonetta 2 (exclusivo para WiiU e sem data de lançamento) e também no post do meu caro amigo Rafael Fernandes sobre as diversas referências / homenagens do primeiro game à Sega; resolvi compartilhar com vocês um review que escrevi há muito tempo. Eu optei por detalhá-lo bem, por isso ficou enorme assim. Mas bem, espero que gostem!

 *****

Uma bruxa desproporcionalmente sexy, em busca de seu passado, dilacerando anjos com socos, chutes, espadas e seu… Cabelo?! Esta é Bayonetta, a protagonista que dá nome ao jogo!

Encabeçado pela produtora Platinum Games e distribuído pela SEGA, Bayonetta foi lançado para PlayStation 3 e Xbox360 em Outubro de 2009. E embora muitos insistam arduamente – e em vão – pregar que o game é uma cópia descarada de Devil May Cry, saiba que Bayonetta foi concebida por Hideki Kamiya, o mesmo criador de DMC, rá!

Para muitos, o game pode ser apenas mais um hack n’ slash – e realmente ele se encaixa perfeitamente no gênero. Mas não se deve julgar um livro pela capa, não é mesmo?

E com Bayonetta é exatamente assim. Julgue antes de jogar e se arrependerá amargamente como muitos fizeram na época que o game foi lançado. O título emplacou e garantiu sucesso em vendas apenas algum tempo após seu lançamento, e muito se deve ao marketing mal aplicado da SEGA. Felizmente, a crítica salvou o game do limbo e elevou a Platinum Games a outro patamar.

“(…) Já faz oito anos desde (o primeiro Devil May Cry), então é claro que eu não poderia criar um game que não tivesse progredido desde aqueles dias! Claro, se não existisse DMC, não existiria Bayonetta, que evoluiu de DMC.”

— Hideki Kamiya, Abril de 2009

A história – que, pasmem, é o ponto mais baixo da jogatina! – se passa em uma Europa alternativa, cheia de monumentos e de uma arquitetura fenomenal, e mostra a excêntrica heroína reunindo pistas com seus aliados, e partindo em busca de suas memórias perdidas, enquanto tenta se livrar de anjos – ou algo bem parecido com isso – que querem a todo custo derrotá-la. O enredo acaba se desenrolando de forma clichê e em ritmo lento, e em muitos casos deixa o jogador com mais duvidas do que respostas, tendo seu plot twist e esclarecimentos apenas perto do fim.

Diversos outros personagens aparecem no decorrer da história, mas quem brilha mesmo é a nossa bruxa. E brilha literalmente! Suas atitudes muitas vezes são exageradas e provocantes, e isso acaba deixando o jogador mais embaraçado do que atraído. Após algum tempo, você acaba se convencendo de seu jeito livre e dominante de ser, e começa até a se divertir. Afinal, é isso que no fundo, Bayonetta é: uma personagem fictícia e propositalmente escrachada que adora ser a “dona do pedaço” e divertir os outros com seu exótico sex appeal!

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Mas o que chama mais atenção em Bayonetta com certeza é sua jogabilidade muito bem trabalhada. Leve e solto, é um hack n’ slash gostoso de jogar e difícil de largar. Os comandos são fluídos e simples, variam em terra e ar, e as combinações de combos são incontáveis. Isso sem falar da precisão de resposta dos comandos, que são perfeitamente sincronizadas.

Bayonetta possui à sua disposição, diversas e variadas armas que você podem ser destravadas conforme o jogador coleta específicos artefatos. Por conta desta variedade de armamentos, ambos os golpes a longa e curta distância podem ser executados, e muitos inimigos às vezes podem ser mais facilmente derrotados com uma arma específica. Então o ideal é coletar e dominar todas as armas e combos para estar preparado em todas as situações.

As armas padrões da jovem bruxa são suas pistolas e seus punhos e chutes, que quando combinados corretamente, liberam as “Wicked Waves”, uma junção dos cabelos da Bayonetta e sua magia em forma de ondas, que formam um punho ou um pé gigante, finalizando então o combo.

Existem ainda os Torture Attacks, que são basicamente quick-time-events. Se os botões que aparecerem em sua tela forem executados no momento certo da batalha, a bruxa invocará algum objeto que varia de acordo com o inimigo, e irá executar o monstro, ou machucá-lo bastante.

Além disso, a heroína ainda conta com o requintado “Witch Time”, um poder que só é ativado quando Bayonetta desvia no exato momento em vai ser atacada por algum inimigo. O movimento exige um pouco de precisão para ser dominado com louvor, e por ter um efeito bullet time, acaba sempre salvando a pele do jogador e ainda lhe concede vantagem por um curto período de tempo, deixando a personagem mais rápida.

O game ainda possui alguns puzzles bem simples e mini-games nostálgicos, como por exemplo, o Angel Attack, uma espécie de tiro ao alvo em primeira pessoa onde você deve acertar o máximo de anjos que conseguir com apenas algumas balas para ganhar pontos que podem ser trocados por itens.

Os gráficos do jogo são o grande paradoxo de tudo. Deixam um pouco a desejar, ainda mais se você estiver jogando a versão para PlayStation 3. E em alguns momentos há uma pequena queda de frame rate, mas nada que atrapalhe seriamente a jogatina.

As expressões e design dos personagens, entretanto, são muito bem feitas, exceto no que se trata dos cabelos da Bayonetta, que por serem sua principal fonte de poder, mereciam mais cuidados e movimento.

Outro ponto que merece ser negativado são as animações e cutscenes, que são simplesmente fotografias estáticas. Isso dá um ar bastante retrô, mas seria fantástico se fossem animações 3D.

E as músicas, huh? São deleite puro, ainda mais se você for fã assíduo da Sega. Existem diversos remixes de jogos clássicos da produtora, como por exemplo Splash Wave de Out Run e o tema de After Burner. E isso é só o começo! Afinal, quem encabeça tal genialidade nesse quesito são: Masami Ueda (Resident Evil 1, 2 e 3), Hiroshi Yamaguchi (Gurren Lagann) e Norihiko Hibino (Metal Gear Solid 3: Snake Eater).


A canção tema de Bayonetta utilizada no comercial live-action se chama “Something Missing” e é interpretada por MiChi. Simplesmente contagiante!

O design dos locais por onde o jogador passa é um espetáculo a parte. Tudo é muito vivo e bem estruturado. Em contrapartida, as roupas dos personagens são extremamente cafonas, e os inimigos são tão esquisitos fisicamente que não dá pra acreditar que são anjos. Até aí tudo bem, afinal os inimigos são inimigos mesmo, e serão dilacerados pelos cabelos mortais que cobrem o corpo da Bayonetta, formando a sua roupa. Mas que são feios, ah, isso são!

Por falar em roupas, o game possui diversos extras a serem destravados, como roupas alternativas, dificuldades, galeria de vídeos, artes conceituais, novos desafios e batalhas secretas… E a lista só aumenta, assim como o desafio ao jogador!

O fator replay do game aumenta gradativamente, e como dito anteriormente, é difícil largar os controles por algum tempo. Mesmo tendo 19 capítulos, muitos deles são exclusivamente dedicados apenas as formidáveis Boss Battles. Aliás, as batalhas com os chefes também são um ponto forte do game, sendo muito frenéticas e divertidas, deixando sempre o jogador com desejo por mais!

Talvez o único ponto ruim do fator replay – tirando a história – sejam os loadings, que na versão PlayStation 3 são absurdamente demorados. Mas calma, isso não será um problema! Os produtores foram espertos o suficiente para deixarem que você fique treinando com a Bayonetta enquanto o próximo capítulo e/ou cutscene carrega. Em um ambiente abstrato, você pode controlar a bruxa da maneira que quiser, tendo do lado direito da tela uma lista com todos os golpes que ela pode executar para que o jogador brinque e/ou treine a vontade.

http://youtu.be/viDFTwy5LeA

Chame do que quiser: “Angel May Cry”; Non-Stop Climax Action”; “Sexy Nude Witch Action”… Não importa! Bayonetta é um game diferente que faz parte de um gênero já batido, com o diferencial de que tudo é muito rápido, brilhante, vivo, provocante e mortal! Foi um sucesso de vendas e de crítica, e com certeza é uma experiência que todo jogador que se preze deve experimentar!

 

Allons-y!

Jessica Pinheiro
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30 Comentários em "Review [Detalhado]: Bayonetta"
  1. Soldado Rock
    13/02/2013

    Os chefes desse jogo são realmente incríveis e em níveis mais altos de dificuldade, o jogo fica extremamente apelativo.

  2. Vivi Werneck
    13/02/2013

    Comprei Bronh… digo, Bayonetta numa promoção para PS3 e vou começar a jogá-lo em breve. Parece se bem divertido. A parte de torturar os anjinhos com caras esquisitas conquistou meu coração! ^^

    • Joe Mento
      01/03/2013

      Eu também chamo jogo por um nome alternativo, só que bem mais apelativo que o seu. ;-D
      Bu..

  3. The Punisher
    13/02/2013

    O mais legal é destroçar ou devorar os Bosses com os Infernal Demons; Madama Butterlfy, Gomorrah, Malphas, Scolopenora, Hekatoncheir, Phantasmaraneae, Queen Sheba.

    E não achei os loadings tão lentos assim não.

  4. LeonardoNerd
    13/02/2013

    Um fos melhores jogos da geração, divertido o tempo todo, com uma jogabilidade refinadissima, pena no PS3 ter esse problema de loading.

  5. Hélio
    13/02/2013

    Bom, eu zerei esse jogo ano passado e achei a jogabilidade boa. Porém, o universo, história e trilha sonora ficaram devendo, achei bizarríssimo. Certamente não faz meu estilo, mas é um bom passatempo pra depois de zerar os grandes games do gênero.

    • HaPa
      14/02/2013

      Helio tu viu o ni no kuni? cara tem que ter um post sobre o game muito foda kkkk, sei que se curte esse rpg japones! em relação a bayoneta bom se vc gostou de devil may cry jogue se não nem passe perto

      • Hélio
        16/02/2013

        Oi Hapa, eu estou interessado no Ninokuni sim. :) É q no momento eu estou jogando Lost Odyssey no 360, mas qdo terminar, devo conferir o Ninokuni.
        DMC eu curto mais ou menos, sabe. Bayonetta tbm me divertiu, porém o universo do jogo me causou muita estranheza. De qualquer forma, um Bayonetta 2 seria bem-vindo no 360/PS3.

  6. 13/02/2013

    façam um review tb do injustiçado shadows of the dammed, fui jogar hj…que jogaço

    bayonneta 2 vai acabar me fazendo comprar um wii U ( junto do monster hunter e no more heroes 2 rs)

  7. 13/02/2013

    Ouso dizer que é um dos melhores jogos de seu gênero, e um dos melhores de 2010. ^^’ tirando a musica de batalha meio “Sailor Moon”, o resto é muito “óssom”. Espero que um dia, ele deixe a exclusividade de lado e venha para as outras plataformas (se Mass Effect 1, “bancado” pela Microsoft finalmente saiu para PS3…). Mandou bem, Jejé \o/

  8. leandro(leon belmont)alves
    14/02/2013

    tenho esperança que Bayonetta 2 venha para os outros consoles, a exclusividade do WiiU vai matar a franquia de vez, pois muitos vão preferir um game de Mario a Bayonetta.

    Dead Space Extraction para Wii por exemplo….ninguém comprou o jogo no Wii. porque será?

    • Lipe!
      14/02/2013

      Por que era um jogo diferente do que é Dead Space(era um shooter em trilhos), Bayonetta 2 para Wii U vai ser a mesma coisa que o Bayonetta original, logo não vai matar o franquia coisa alguma, pelo contrário: vai ser um marco não só pra franquia como tbm pra Nintendo.

      ~ponto pra ela~

      O criador do jogo já alegou que se não fosse a nintendo, nós não teríamos Bayonetta 2, rs.

      • leandro(leon belmont)alves
        15/02/2013

        só que Lipe, pela lógica da maioria dos gamers, ninguém vai comprar um game com o número “2” na capa. se sequer jogou o primeiro game.

        nem ponha Street Fighter, pois o primeiro game era ruim feito a peste.

        e com esse pensamento, sendo Nintendista, se tivesse o WiiU, qual game a maioria compraria? Mario,Zelda e Metroid, games que a turma do Mario já conhece de cabo a rabo ou uma franquia que tinha nos “consoles infieis”(é assim que vi um Nintendista chamar o PS3 e Xbox 720) que sequer faziam ideia de que se trata?

        pense nisso por um minuto…

        • Lipe!
          15/02/2013

          Não, não vou pensar, não vou gastar neurônios nisso.

          Não sou ista, mas acho bacana quebrar a ideia de a Nintendo só é boa com seus próprios jogos e não com third partyes, isso sim é algo a se pensar(mas não muito), azar dos “gamers” que tem mente fechada, na real, quem realmente quer jogar que migre de plataforma(o que não é heresia alguma, rs).

          Quem tem que pensar é esse povinho bitolado nerd que se intitula “gamer” e que fica pensando nessas coisas, não sou nintnedista nem nada dessas coisas, quero muito jogar Bayonetta um dia e pretendo jogar a sequência assim que puder(de preferência após todo o hype maldito), então cago e ando pra qual console for lançado, contando que lancem o jogo… é nisso que vocês deveriam pensar.

          • The Punisher
            15/02/2013

            Acho que uma coisa é ser “nerd” e outra é ser “ista”. Creio que nerd, principalmente os fanáticos e logicamente com grana, vão comprar qualquer ou todo console possível, o que não seria o caso de um “ista”. Eu mesmo nunca fui um “ista” se eu compro um console é por aquilo que me chame mais a atenção e por suas vantagens perante os demais (no caso dos consoles de hoje em dia), por exemplo, se tenho ou comprei o PS3 foi por suas vantagens, de usar mídias de Blu-ray que como qualquer pessoa sabe é de capacidade maior que os DVDs ou os HD-DVDs e assim não sendo preciso mais de uma mídia para cada jogo como ocorre nos demais e, sendo assim também poder usá-lo como um Blu-ray player e acabar não tendo que comprar um reprodutor de Blu-ray em separado para poder assisti-los e oura é poder usar e trocar quando necessário seu HD por qualquer outro de 2.5 (de notebook) com qualquer capacidade ao contrário dos HDs do 360 que são proprietários o que faz com que o jogador compra somente aquele HD próprio dele ou para ele, nem se quer pensei nos games exclusivos do PS3 para tê-lo comprado. Se eu fosse um “ista” não teria tido os consoles que pude ter desde meus 4 anos que foram de várias desenvolvedoras entre eles(as) Odyssey da Magnavox (Philips no Brasil), o Intellivision fabricado pela Mattel, Atari, Top Game VG9000 fabricado pela CCE que por sua vez tinha dois soquetes e o fazia rodar games de NES (72 Pinos) e FAMICOM (60 Pinos) e outros tanto da Nintendo quanto da Sega antes da Microsoft e Sony se tornarem as grandes do mercado.

          • leandro(leon belmont) alves
            15/02/2013

            não sou ista Lipe, o que digo é o reflexo do lucro. porque você acha que o RE Revelations,Rayman Origns, dizem que o tal Castlevania Mirror of Fate também e outros jogos que eram exclusivos da Nintendo estão migrando para as plataformas adversárias?

            dinheiro!

            pois vai ser muito vantajoso ter um game para várias plataformas do que para uma empresa que a seu público, que prefere jogos da empresa, não Third Parties. isso está acontecendo desde o Gamecube, tanto que de pouquíssimos games de Third Parties que os Nintendistas lembram do console, um desses foram os Resident Evil…Viewtfull Joe é da Capcom?

            mas deixa, a Nintendo precisa de garotas atraentes para seus jogos mesmo.

            Samus, sem dúvida.

            a personagem de Liberation Maiden

            Faran de Last Story

            e…..err,….err,….alguém aqui acha a Peach e a Zelda atraentes?

          • Lipe!
            15/02/2013

            Punisher, creio que no contexto social da parada “nos dias de hoje” seja diferente, perdi de vista já quantas pessoas falam sobre ser “ista” ou “nerd” com todo orgulho do mundo, é como se fosse um título de nobreza.

            Pior ainda é quando o caboclo ouve que uma garota que joga games “ah, você joga, é?” os olhinhos brilham… tenho pena da moça, pior ainda é um vídeo que eu vi em que mostra uma menina “gamer” dizendo como se comportar para agradar o namorado “gamer”, tipo, sério: eu morri de vergonha alheia quando vi aquilo.

            Eu não faço questão de ser chamado de nada disso, apenas sou fan de jogos da Nintendo por nostalgia e fan de RTS, jogos sci-fi, jogos 2d e similares, mas é só, vejo jogo como um passatempo e alguns como arte, mas nunca como filosofia de vida, não julgo aqueles que fazem isso, mas devo alertar que existe um ponto que a pessoa só se prejudica com essas coisas, sabe?

            Eu não acho legal, muitos daqui podem gostar e praticar, e até ficar meio que de cara com as minhas palavras, mas pra mim não é legal: não serve!

            E sobre o tópico, sobre o alegavam erroneamente:

            Nos sites sobre Nintendo(como o Nintendo Blast!), eu não vi ninguém comentando que seria um desperdício ou que iriam preferir jogos do Mario, isso é um preconceito, na verdade os “Nintendistas” ficaram bem felizes e eu acho que quando Bayonetta 2 for lançado, eles vão deixar Mario, Zelda e metroid de lado por um bom tempo.

            rs

          • Lipe!
            15/02/2013

            “e…..err,….err,….alguém aqui acha a Peach e a Zelda atraentes?”

            Regra 34, meu chapa.

            ;)

          • leandro(leon belmont)alves
            16/02/2013

            “E sobre o tópico, sobre o alegavam erroneamente:

            Nos sites sobre Nintendo(como o Nintendo Blast!), eu não vi ninguém comentando que seria um desperdício ou que iriam preferir jogos do Mario, isso é um preconceito, na verdade os “Nintendistas” ficaram bem felizes e eu acho que quando Bayonetta 2 for lançado, eles vão deixar Mario, Zelda e metroid de lado por um bom tempo.”

            não é preconceito, é fato mesmo.

            você pode ter visto o DESSA SEMANA, mas tem muito gamer da Nintendo que ignoraria Bayonetta e pegaria Zelda ou Metroid no lugar sem pensar duas vezes. mas é claro que estão animados com o game, principalmente porque vai ser exclusivo para eles, de fato. e tivessem que escolher entre a Samus ou a Bruxa por exemplo…ia ser a Samus mesmo e tenho amigos que são Nintendistas desde que nasceram e pensam mais ou menos assim.

            tanto que quando eles souberam que RE Revelations e Rayman Origns não iam ser mais exclusivos, metade dos Nintendistas já falava que não ia comprar tais games, e que seriam “uma porcaria mesmo”

            mas no caso, eles pegariam Bayonetta. mas não na frente de um Donkey Kong ou um Starfox. no máximo depois de um tempo, é por preferência mesmo

            por exemplo, no PS3, os sonistas pegariam Persona:Revelations em HD a um MGS 4: Guns of Patriots,MGS Rising ou Uncharted?

            no caso do Xbox,eles comprariam um Shin Megami Tensei 5 do que um Halo 4 ou Gears of War Judgement?

            e Regra 34? Lipe, nem eu engoli essa conversa de Link e Zelda serem namorados(ou algo perto disso) em Skyward Sword, não vai ser isso que vai mudar de opinião. para mim eles são irmãos, ou pelo menos acredito que sim…

            o que notei agora…pegou muito mal ter imaginado isso…

            e a Peach? amigo, ela é do Bowser e de ninguém mais! todo mundo sabe disso. ou você acha que um encanador baixinho,gordo e no minimo 20 anos mais velho que a princesa teria chances com um monstro do tamanho do Godzilla,possuidor de inúmeros castelos e tem um exercitos de Koopas ao seu lado?

            lembre-se, o jogo é do Japão, e acho que você tem ideia do isso significa….é….tenso…

            só o lagartão para achar Peach Atraente.

        • Marcelo Sarmento
          15/02/2013

          “pela lógica da maioria dos gamers, ninguém vai comprar um game com o número “2″ na capa”
          Discordo de ti, Leandro. Eu mesmo estou jogando The Elder Scrolls IV neste momento, sem nunca ter jogado nenhum Elder Scrolls antes e sabendo que Skyrim não é uma continuação direta. O primeiro Final Fantasy que eu joguei foi o VII, e joguei todos os outros depois (os offlines). Inclusive, joguei o FF X-2 antes do X. E só joguei o X depois porque achava que o sistema de batalhas era igual ao do X-2(independente disto, gostei mais do X). Acho que o seu argumento só vale se um jogo for continuação direta do anterior e com histórias interdependentes, e ainda assim, não necessariamente.

          • Lipe!
            15/02/2013

            “Pela lógica dos gamers”

            “Gamers” tem lógica?

            Acho que pessoas tem lógica, é como eu disse e como o rapaz aí argumentou… é simples, são os “gamers” que complicam.

            É como um cara num fórum dizia:

            “ainda bem que eu gosto de games e não de consoles”

            rs

          • leandro(leon belmont) alves
            15/02/2013

            Marcelo, o the Elder Scrolls tem 5 jogos,verdade cara.

            mas quantos gamers sabiam da existência do Elder Scrolls até o V? uma pequena maioria jogou o Oblivion, e uma minoria menor ainda jogou os títulos anteriores como o 1,2 e o 3( como a Vivi, por exemplo) mas foi em Skyrim que o jogo ficou mundialmente famoso.

            assim como Final Fantasy que ficou famoso mundialmente graças a aquela coisa chamada FFVII…argh! até então poucos jogadores sabiam que a obra da Square sequer existia.

            o FFVII é um bom Final Fantasy, admito. mas Cloud,Tifa,Sephi,Aeris e os fanboys desse projeto de jogo o torna quase insuportável de joga-lo. tanto que para muitos foi o primeiro que muitos jogaram e consideram o primeiro, mesmo não sendo.

            agora títulos como Assassins Creed,RE,Silent Hill,Dead Space…garanto que muitos não pegariam a terceira versão do jogo, se existe o primeiro ainda a ser conseguido?

            claro, tens os mais jovens que jogaram o RE5 logo de cara e o acharam um excelente game(pfftt…hahaha) sem jogar os anteriores…mas embora o FFVII…e o Skyrim não tenham sido os primeiros de fato, foram para a maioria o primeiro game. você pode concordar ou não

            a não ser que você seja jogar assíduo de Fifa ou PES, nisso então..Deus tenha piedade de ti.

  9. 16/02/2013

    Sempre tive vontade de jogar Bayonetta, mas as pessoas ficam me desanimando falando mal do jogo.
    Outro dia comprei I Am Alive pra PC, e ficaram dizendo que era ruim, achei o jogo totalmente orgastico.
    Ainda não tinha parado pra ler um review da Bayonetta, agora fiquei ate mais interessado em jogar, acho que vou colocar no proximo carrinho mês que vem. :D

  10. Marcelo Sarmento
    16/02/2013

    Então, Leandro, estes exemplos mostram que é possível continuar uma franquia em um console diferente e ainda assim mantê-la popular, ou até melhorar a sua popularidade. A tentativa, no caso de Bayonetta 2, é justamente popularizar o console, e isso não impede que futuros jogos da franquia sejam lançados em mais plataformas. Eu até acho que exclusividade é ruim para as produtoras de jogos e acho que isso deve diminuir bastante com o tempo, mas isso não necessariamente significa matar uma uma franquia.

    “agora títulos como Assassins Creed,RE,Silent Hill,Dead Space”
    Estes entram no caso que mencionei de histórias interdependentes. E nessa aí eu me ferrei, porque resolvi jogar o primeiro Assassins Creed e já abandonei a série.
    Quanto a FFVII, eu poderia ter jogado o VI antes, mas me deixei levar pelos gráficos (não que eu considere isso de extrema importância, tanto que só uso o meu PSP pra emular jogos de SNES). Mas, sinceramente, considero FFVII o melhor jogo que eu joguei. Tá certo que o Cloud é decepcionante, mas gosto muito dos personagens do jogo (cada um, cada um, né?). Em relação às franquias de futebol, não jogo. E acho absurdo ficarem relançando jogos anualmente, quando um simples patch poderia atualizar o jogo.
    E o Oblivion, achei melhor jogar ele primeiro porque sabia que era um bom jogo (provavelmente melhor que Skyrim) e porque ele é mais barato que o sucessor (jogo no PS3). Eu já conhecia a série bem antes do lançamento do Skyrim, só não tinha tido oportunidade de jogar até então. Mas concordo contigo que TESV popularizou muito a série.

    Agora, em relação ao post, pretendo jogar Bayonetta futuramente, mas tem uma fila grande na frente dele.

  11. Inimigo Público
    16/02/2013

    Uma única pergunta. O final vale a pena? Não sou muito fã de jogos com esse tipo de jogabilidade e diria que é algo bem parecido com Devil may *foda-se*, mas vale a pena seguir com o jogo até fim? Valendo, faço um esforço, pois o enredo sempre é a chave para despertar o interesse.

    • Nero
      17/02/2013

      O final vale a pena sim amigo,um pouco cliché,mas ainda assim,você VAI se surpreender.A personagem é cativante,logo você acaba torcendo por ela até…bom,deixa pra lá,não vou cometer spoiler,mas tem uma cena liberada no final,promocional mesmo,em que a Bruxa dança,sem spoiler,é bem legal de se assistir.
      http://www.youtube.com/watch?v=iwcQWmHraBs

  12. Inimigo Público
    17/02/2013

    Valeu companheiro! Aqueeele abraço!

  13. Guto Collares
    18/02/2013

    Ainda penso que Bayonetta exala sexismo.
    No máximo o jogo pode ser visto como o paradigma da face de Janus: Sexista e Libertário ao mesmo tempo, aviltando e exaltando os papéis femininos nos games/animes/mangás de forma simultânea.
    Talvez, por esse motivo, esse apelo excessivo, muitos (como o Hélio) achem o mundo de Bayonetta meio absurdo, meio vazio de conteúdo e sentido.

  14. Carcaju
    21/02/2013

    Pois eu curto demais o Bayonetta, minha esposa curte demais e só não concordo nesse review com a questão da história, achei o ritmo bom da maneira que foi contada.

    O legal é que, desde o começo, praticamente qualquer combinação de botões dá um combo diferente, isso é massa demais!!

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