Sobre Mulheres e Games – Parte 2

Tags: gamer girls, garotas gamers, mulheres e games, mulheres gamers, sobre mulheres e games, women gamers

Continuação do Sobre Mulheres e Games, agora com a participação de outras blogueiras e leitoras do GoW. Mulherada marcando presença! Ficamos super felizes com a contribuição de vocês, meninas. E se alguém ainda achava que “garotas + games” era algo absurdamente raro, esses depoimentos mostram que não é bem assim…

 

Júlia Oliveira

Como a grande maioria das pessoas, conheci os videogames bem novinha. Tive a sorte, de criança conhecer e jogar em vários consoles diferentes, claro que na época eu nem entedia direito o que fazia. Meus primos e meu irmão iam me guiando (sem muita paciência) sobre pra onde eu devia ir e o que deveria fazer.

Nessa época ainda, me lembro dos campeonatos nos fliperamas de Mortal Kombat, ou na casa dos vizinhos com Street Fighter (eu era meio apelona, mas me dêem um desconto, eu tinha 5 anos).

Comecei a me comprometer com os jogos quando ganhei um PS1, onde os jogos eram mais elaborados tanto na história, quanto graficamente. Nesse período conheci Metal Gear, Castlevania Symphony of the Night, Resident Evil, Winning Eleven, Syphon Filter, Silent Hill, Medal Of Honor, etc. Foi então que a diversão casual virou “vício”, e eu nunca mais parei.

Hoje em dia, os amigos que às vezes me zoavam antes, quando resolvem jogar comigo pedem pra eu pegar leve um pouco!

Meu amor pelos jogos abriu todo um universo novo, que instigou e completou uma lacuna cultural. Me descobri uma nerd de carteirinha, fanática leitora de livros de fantasia/ficção científica (culpa dos RPGs), séries, entre outros, ao mesmo tempo que curto dançar um forró, ir numa boate, num shopping. O lema agora é: SMART IS THE NEW SEXY!!

Abraços de uma gamer convicta.

*****

Fernanda L. M. Martins

Twitter: @flmmartins

Minha paixão começou olhando meus primos jogarem. Ficava maravilhada vendo eles no Master System e, sempre que eu tentava jogar um pouquinho, era xingada (prima caçula sofre!). Mas eu não desisti. Usei meu stealth pra jogar GTA I no PC deles, quando eles não viam, e desde então não parei mais. Cheguei ao ponto de jogar CS em clãs da UOL e quando ia jogar em Lan House todos os garotos ficavam bravos ao levar headshot de uma menina.

Hoje tenho pouco tempo pra jogar, mas apresentei os games atuais (ele não jogava desde o N64) para o meu namorado e passamos uma boa parte do nosso dia discutindo táticas em games.

Beijos

 

 

Beatriz Guedes

Os videogames entraram na vida bem cedo (quando eu tinha uns 3 anos) e passar os fins de semana jogando era extremamente normal, até mesmo os meus tios mais velhos entravam na onda. Sempre tive mais amigos garotos do que garotas e quando ganhei um MS todos iam para a minha casa fazer campeonatos de Mortal Kombat, o que curiosamente nunca acabou em reclamações ou piadas por alguém perder para uma garota. Já tive vários consoles, mas atualmente só jogo no PC, títulos como Mass Effect, Devil May Cry, Resident Evil e Dragon Age são figuras carimbadas na minha coleção (sem desmerecer os clássicos como Sonic, Mario, Duke Nukem e Prince of Persia que eu acho que tem um lugarzinho especial no coração de cada gamer). Para mim os games são uma grande paixão e para aqueles que não acreditam, eu encho os pulmões e digo: SIM, GAROTAS TAMBÉM JOGAM VIDEO GAME!!!!

 

Nicky Silva

Dona do blog Nicky’s Plan

Twitter: @nickysplan

Videogames pra mim sempre foram uma coisa mágica. Ok, não vou dizer que sou uma viciada em ficar apertando os botõeszinhos coloridos do play, mas como eu adorava ir na casa da minha amiga quando era criança e fazer o Sonic ficar rico com aquelas moedas todas! Lembro a primeira vez que virei o jogo do Super Mário. Momento Velma: Gente! Chorei. Minha mãe que estava secando meu cabelo depois do banho [nem essa hora eu parava de jogar] levou um baita susto! HEHE Quando minha mãe me levava no shopping da cidade vizinha [pessoa de cidade pequena né], eu e minha irmã nos perdíamos na sessão de jogos com direito a arcade e aquela mesa de disco maneira. Voltei à minha infância alguns meses atrás quando eu e o namorado [autêntico cara que se ofende quando alguém diz que Star Wars e Star Trek é a mesma coisa], passeando pela capital, vimos uma daquelas mesinhas de Fla-flu e não pensamos duas vezes. Empate técnico, ele ganhou por 1 rodada. :P

E sempre que dá, e eu tenho saco pra isso, jogo umas partidinhas com ele de Lost Planet.
Só porque eu gosto de videogames não quer dizer que eu seja nerd.

Beeeijo

 

Anne Rodrigues

Twitter: @AnneKira

Meu primeiro contato com o games foi durante minha infância. Não sei dizer por volta de quantos, mas eu sou da geração do PSone, Dreamcast e Nintendo 64 (sim, eu pude jogar em todos esses três consoles). Na realidade, o primeiro console que tive acesso foi o Super Nintendo, e meus primeiros jogos foram Super Mario (que eu jogava muito mal), Mortal Kombat (adorava ver os fatalities, e ainda assim sendo criança não tinha medo do jogo), Mario Kart, alguns jogos da Disney como Aladdin, Pateta, e muitos jogos de luta. Eu gostava muito de ir às locadoras, ver os meninos jogarem (eu morava em uma cidade do interior, e como lá nem todo o mundo tinha condições de comprar um console acabava indo as locadoras para poder jogar), e também ganhei várias piadinhas de meninos, que diziam que eu iria ter pesadelos vendo eles jogarem Resident Evil. Bem, não tive pesadelos com os zumbis, mas mesmo assim ainda sofria com as piadas dos rapazes, mas o meu vício pelo videogame falou mais alto, e continuei indo às locadoras para jogar desde Sonic do Dreamcast, ao Pokémon do Nintendo 64, até o meu amado Tekken 3 do PSone.

Depois de uns anos, eu pude ter meu primeiro console que foi o meu PSone. Perdia muito tempo jogando The King of Fighters e Yu Gi Oh Forbidden Memories, além de amar jogar Crash Bandicoot. Consegui convencer a minha prima a me comprar um PS2 (um tempo depois que o PS3 foi lançado, quando estava mais barato), e continuei jogando Tekken 5, Soul Calibur 3, e conheci o jogo que mudou a minha vida e meu aspecto de visualizar os games: Devil May Cry. Graças a DMC, eu fui atrás e li a Divina Comédia, mesmo entendo lhufas do que o poeta dizia na verdade, eu sempre amei ter conhecimento sobre mitologia e misticismo, e pude ver como os games mesclam tudo muito bem. Vários jogos que tive acesso tem uma interessante carga cultural por trás de toda a jogabilidade, coisa que me fez cada vez mais amar meu hobby e me dedicar a buscas curiosas por informações de mitologia, misticismo e até fatos históricos. E para ser sincera, hoje em dia eu não me importo mais com as piadas sobre uma mulher jogando games, ou aqueles comentários como “lugar de mulher é na cozinha”. Eu consigo ver nos games uma mistura de tudo que eu gosto, música, mitologia, literatura, curiosidades, e é claro, tudo isso com uma grande pitada de ação, e ainda posso sonhar e criar me inspirando neles. Para mim, consoles e games são muito mais do que uma mídia qualquer, são arte.

 

Alessandra Picoli

Dona do blog.picoli.com.br

Twitter: @alepicoli

Oi, eu também jogo. E por acaso sou mulher, tenho 35 anos, sou jornalista de formação e trabalho com internet. Nunca fui muito de console – meu negócio sempre foi jogar no computador, desde aquele CP400 Color na casa dos meus pais até o meu PC atual. Tenho um Wii e um PSP, mas ambos estão meio abandonados. Atualmente, jogo mesmo é World of Warcraft, Plants vs. Zombies (eterno!) e os tão mal falados jogos do Facebook (quase um guilty pleasure). Tenho certeza absoluta que a ideia geral de que “mulheres não jogam” é causada por falta de dados atualizados e um monte de preconceito por parte da indústria e imprensa. Todo mundo trata mulher que joga como um alien, uma exceção. E isso não é verdade! Bem, uma das minhas metas da vida é ajudar a quebrar este tipo de estereótipo e fazer do mundo dos games um lugar mais amigável e correto para mulheres e minorias. Afinal, não é “só um jogo” – é parte da nossa vida.

 

Paula Bloodymoon

http://www.playfire.com/_darkthunder

Twitter: @d_bloodymoon

Desde pequena sabia de tudo um pouco, até consoles e jogos aos 8 anos de idade (^.^). Mas era sempre frustrante porque nunca conseguia entrar nesses assuntos tendo somente um Atari 2600 em casa. Anos se passaram, e a PlayTV apareceu, e foi aí que vi os games como mais que uma simples diversão no começo de final de semana… Era um estilo de vida! Meu erudito pai resolveu aparecer com um PSX no meu aniversário de 12 anos, mas ele nunca pensaria que a coisa iria evoluir TANTO como agora! Infelizmente, ele sempre é um tanto conservador, e não entende algumas das milhões de coisas que um simples console de não-importa-qual-geração podem fazer. Pra ele é só um brinquedo sem importância. “É coisa pra moleque”, “pára de perder seu tempo”, etc e talz com todos os clichês possíveis e imagináveis que já ouvi de muitos amigos meus. Hoje, estou com plena consciência de que este é realmente um admirável mundo novo, onde todas as convenções são mudadas ou quebradas, e aqui não poderia ser diferente! =D [a história da infância se repete: eu estou SEMPRE uma geração atrasada nos consoles…]

 

Ana Elize

Dona do blog Noltalgics

Comecei a minha ‘vida gamer’ aos 3 anos com um Atari 2600, posteriormente tive contato com os consoles da Nintendo, tendo jogado muito Super Nintendo. Logo ganhei um Playstation, sendo ele até hoje minha maior paixão. Adoro todo tipo de jogo menos os de futebol, mas dentre os meus jogos favoritos estão os clássicos ‘Mortal Kombat II’, ‘Castlevania Symphony of the Night’ e ‘Final Fantasy’ VIII’. Embora adore jogos atuais como os ‘God of War’ e ‘Uncharted’ ainda os meus preferidos são os antigos, por essa paixão por nostalgia fiz um blog chamado ‘Nostalgics’ que relembra várias coisas antigas, inclusive jogos que marcaram época. Atualmente sou uma das admin do grupo no MSN do blog Girls of War e gostaria de convidar os leitores para participar do mesmo adicionando: [email protected]

 

Luíza Sabchuk

Twitter: @aya_gamergirl

Me chamo Luíza, tenho 23 anos e estou me formando em Física. Meu primeiro contato com o video game é algo perdido na memória (não recordo exatamente o dia em que minhas pequenas mãos de menina pegaram no joystick do Master System II que eu e meus irmãos tínhamos em casa). Lembro-me de quando eu jogava o “joguinho do sapo” no Atari do meu tio. O Master System foi meu primeiro video game, mas eu só jogava nele nas férias, meus pais nunca deixavam instalar o video game em época de aulas, mas lembro com prazer dos dias em que eu e meus irmãos íamos à locadora e pegávamos uma pilha de cartuchos de Master com os nosso jogos favoritos! Em 1999, quando meu pai comprou nosso primeiro computador, o Master ficou esquecido num canto, até que minha mãe deu ele embora… Eu jogava Doom, Duke Nukem, Heretic (alguém se lembra desse jogo? KKKK), e mais tarde, Command & Conquer, que é, de longe, um dos meus favoritos, e que foi apresentado por meu pai para mim (sou apaixonada por jogos com tema de guerra)! É fato que mulheres que jogam videogame são ainda parte de “lendas”, alguns garotos simplesmente acham que elas não existem. Atualmente eu tenho meu computador próprio (um Phenon II X6 com 8gb de RAM, 2Tb de HD e uma Radeon HD6870) e aprendi a conviver com a minha esquisitice! Meus ex-namorados achavam ridículo o fato de eu jogar video game, todo mundo me chamava de nerd na escola por causa disso. Mas tenho um namorado que também joga videogame (e tem uma longa trajetória no ramo xD)!

 

Shinsei Shi

Bem, minha história de menina gamer começou quando eu estava na escola, na 6ª Série. Comecei a jogar Pokémon, tanto o para Gameboy, tanto o cardgame. E eu era a única na escola inteira, sério. Todo recreio o pessoal se reunia pra jogar, e eu era a única guria. E na maioria das vezes eu era excluída, exatamente por isso. Muitos meninos ficavam espantados quando me viam jogando, comentavam ” Olha aquela guria, ela tem um Gameboy!” e coisas do tipo. Alguns vinham conversar sobre, mas poucos me tratavam com igualdade mesmo. No cardgame era pior, pois aí sim eu era mal tratada, e até roubavam meus cards. E sabe, depois de 10 anos de tudo isso, a situação entre guris e gurias gamers não mudou tanto quanto eu desejava. Muitos ficam pasmos quando eu digo que adoro o Kratos, aliás, ficam pasmos quando eu digo que sim, eu sei quem é. E que eu quero tanto jogar o novo Duke Nukem. E sim, eu jogo WoW, as gamer chicks existem, for reals! Quando eu jogava Left4Dead, quando os guris ouviam a minha voz, era algo absurdo, porque ou eles ficavam te dando cantadas e ” add gata” o tempo todo, ou te esculachavam até não poder mais, dizendo que mulher não sabe jogar, volta pro fogão, etc. Não dá pra simplesmente tratar nós como pessoas, como gente mesmo? Por isso mesmo que eu digo orgulhosa que sim, sou uma gamer girl, porque pra aturar tudo isso não é pra qualquer um.

 

Mireya Duarte (Mih)

Minha jornada gamer começou quando eu tinha 3 anos.Como minha mãe só me dava Barbie e eu fazia miséria com as coitadas (cortava cabelo, arrancava braço, perna, cabeça e cortava os dedos – qual criança nunca fez isso?!), meu pai, tentando arrumar outra forma de me entreter, me comprou um computador. Alguns anos depois, com 6 anos, minha prima me apresentou Super Mario World (Snes). Foi amor à primeira jogada!! Depois veio Sonic, que joguei no Mega Drive do meu primo e foi por causa dele que adoro até hoje a musiquinha que toca no Green Hill Zone. Depois veio a fase em que passei a gostar de jogos de luta e freqüentar os fliperamas da vida. Nossa, foi um dos melhores momentos de minha vida gamer quando meus pais me levaram para um fliperama pela primeira vez e nesse dia eu conheci e joguei Mace: The Dark Age. Detalhe que na época eu devia ter uns 9 anos, o jogo era MEGA violento e minha mãe tava do meu lado, me vendo jogar!!!!! Posso dizer que ela nunca se incomodou com o fato de eu começar a gostar de jogos mais violentos porque sempre ficava de olho no que eu jogava. Já sofri preconceito nos tempos de colégio, principalmente por parte dos meninos, da minha avó e minhas tias, por gostar de jogos. No começo ficava muito p*ta de raiva e pensei até em parar de jogar. Hoje nem me incomodo mais com isso e acho que essa história de que ‘menina não sabe jogar’ e ‘menina só gosta de jogos fofinhos’ é a mentira mais deslavada que já inventaram. Existem meninas que descem a lenha em muito macho jogando um Marvel vs Capcom, Tekken ou Mortal Kombat da vida, e também existem as psicóticas que adoram desmembrar homenzinhos virtuais para relaxar nos momentos de TPM. Já eu, sou meio casual/meio hardcore: adoro ver tripas, sangue, desmembramentos e cabeças voando, mas também adoro os jogos fofinhos da Nintendo.

 

Camila Carvalho

Trabalha na Jynx Playware

Twitter: @milzinha

Acho que jogo de tudo um pouco (sim, eu sei jogar futebol, mas não me peçam isso, aprendi só para me enturmar XD). Minha preferência sempre foi por RPGs, mas atualmente ando acabando com a raça de muitos mutantes em Fallout! =D

Durante a minha vida nunca senti nenhum tipo de preconceito nem nada pelo fato de jogar. Tentei trazer minhas amigas para esse meio também e algumas vezes obtive sucesso (arrastar todo mundo pro Game Station depois das provas heheh). Meu primeiro videogame meio que caiu de pára-quedas pra mim. Um belo dia, meu pai chega em casa trazendo um Master System Super Compact (tem que dizer o nome todo pra ficar mais dramático XD). Eu nem tinha pedido nada e nem era meu aniversário, mas fazer o que né? Tava ali, fui jogar. Até hoje se alguém puxar a musiquinha do Alex Kidd eu acompanho… No meu aniversário de 10 anos eu pedi um Super Nintendo pro meu pai, mas ele com toda sua sabedoria resolveu me presentear com um Sega Saturno. Fiquei muito indignada, mas isso só durou o tempo dele tirar da caixa, instalar e ligar: “Tá vendo que esse é melhor que aquela caixa que você queria?” kkkk É, pior que ele tinha razão! Cerca de 8 meses depois, chego em casa e cadê meu videogame?! Advinhem só, ele tinha levado pra trocar por um Playstation. Fazer o que, né… Nem me perguntou nada, mas esperem! O Playstation era muuuuito melhor. \o/

Se a história tivesse continuado assim ia ser muito bom para ser verdade. Quando fiz 15 anos, meu pai me perguntou se eu ia querer uma festa (daquelas de debutante que vocês devem conhecer bem). Eu disse a ele que preferia um presente… Um Playstation 2!!! E ele disse “Ah, e quanto ele é? Uns 500 reais?”… “Pai, acho que tá por volta de uns 1.500…” Ele disse que era muito caro e que não ia comprar! :'(

Fiquei triste pensando se um dia conseguiria juntar dinheiro para comprar (e com 15 anos, 1500 reais significava muitos anos de mesada). Até que um dia quando ele foi me buscar no colégio tinha uma caixa em cima do banco que eu nem notei. Ele disse “cuidado com essa caixa aí, tem um sapato muito valioso nela” E eu nem nem… “mas Camila, você não é curiosa mesmo né? Sabe que ‘sapato’ é esse não?”. É, eu nunca tinha visto uma caixa de sapatos quadrada, então… só podia ser… OMG! Meu Playstation 2!!!! Alegria!! Alegria! Bem, depois disso eu mesma comprei meus próprios consoles. Hoje em dia tenho dois PS2 (grandão e slim), um PS3 e um PSP (é, parece que sou mesmo fã da Sony hehehe). Trabalho como Producer na Jynx Playware, que é uma empresa desenvolvedora de jogos, portanto, jogar é a minha vida!! Quer algo melhor?

 

Valeska Martins

Trabalha na Jynx Playware

Twitter: @mfvaleska

Sou jogadora já faz um bom tempo. Quando tinha 4 anos, bem no início da década de 80, meus pais compraram um Atari. O primeiro jogo que compramos foi o Pac-man, e engraçado que até eles gostavam e jogavam comigo. Acho que esse foi o principal motivo pra eu não ver nenhum problema em meninas que jogam videogame, sempre foi tudo muito tranquilo na minha casa. Meu pai hoje é viciado em Bejeweled, só pra terem uma ideia. Não tive muitos consoles, infelizmente, mas sempre jogava na casa de primos e amigos ou íamos jogar arcade mesmo. Nunca perdi vontade de jogar, mesmo quando algumas pessoas diziam que “é coisa de menino” ou ainda “você não está muito velha pra isso?”. Hoje pra mim jogo é diversão, mas também é coisa séria. Não apenas continuo jogando de tudo (casei com um gamer, por sinal), como trabalho com jogos, na empresa Jynx Playware. Enfim, acho frescura quem fala que jogo é coisa de criança e/ou de menino. O que existem são jogos voltados pra determinados públicos, o que não impede que outras pessoas também gostem. Como o maridão costuma dizer, me vejo tranquilamente com 80 anos jogando com os filhos e netos no meu Playstation 10000! :D

 

Ana Paula Cancian

Dona do blog Games para Garotas

Twitter: @anacancian

Minha paixão pelos games começou quando meu pai comprou um Dactar. Eu tinha uns 3 anos de idade, mas lembro vagamente de ver meu pai jogando, e adorava, apesar de não jogar. Minhas primas tinham um Super Nintendo, e quando ia pra casa delas só queria jogar, às vezes ficava com vergonha de pedir. Aos 10 anos ganhei um Mega Drive, conheci o Sonic e a partir daí, não parei mais. Aos 12 veio meu primeiro PC, com alguns jogos clássicos no HD, como Doom e Heretic. Era do tipo que chegava da escola, fazia o prato e ia pro quarto ligar o videogame. A melhor parte era quando minha mãe chegava em casa com um joguinho alugado, ela adorava ver eu e meu irmão em casa, às vezes com um dicionário de inglês do lado pra entender o que tinha que fazer no jogo. E com o tempo aprendi que os games não são apenas diversão, e sim uma verdadeira arte interativa, que estimula nossos sentimentos com a história, trilha sonora, personagens (me arrepio toda vez que jogo God of War), ou seja, como uma mulher não vai gostar disso? Hoje posso dizer que conheço muito bem esse mundo tão fascinante, tenho um blog pra compartilhar meus conhecimentos e gostos sobre games, dispenso muita coisa pra ficar jogando e acho tão absurdo quem diz que não existe garota que joga videogame quanto algumas garotas que se ‘acham’ por gostar de games, pois considero um hobby como qualquer outro e sem classificação de público. Ainda existe um preconceito bobo da parte dos homens, que muitas vezes duvidam do nosso potencial, e das garotas, que não conhecem e julgam os games. Mas estamos aqui, aos montes, pra provar que esse preconceito é bastante antiquado. Agora, só não queira nos encontrar em uma balada, pois preferimos muito mais uma jogatina durante a madrugada. =)

 

Ariadne Almeida

Twitter: @ariipna

Desde que eu me conheço por gente eu sei que é videogame e devo isso ao meu irmão mais velho. Passei pelo Atari e depois pelo Master System sem saber jogar direito, só apertar os botões e sair destruindo tudo já me fascinava horrores! Depois no SNES eu já comecei a aproveitar de verdade e ter noção do que eu estava fazendo quando apertava os tais botões (o primeiro jogo que eu zerei foi um da Sailor Moon que era estilo Tartarugas Ninjas). Tenho amigas que curtem videogame também por isso não acho uma raridade, mas acho O MÁXIMO quando vejo alguma mulher trabalhando na área, com sites e etc. Depois do SNES veio o PSone, PS2 e agora o Xbox360 (todos esses consoles são do meu irmão, mas É CLARO que eu tomo conta de tudo!) e o Nintendo DSi (esse é o único que é meu mesmo). Adoro jogos de plataforma, ação, aventura e RPGs. Passei também muito tempo jogando MMOs, experimentei muitos, mas ‘levei a sério’ só Conquer, Priston Tale, Cabal e Aion. Sempre usei muito o TS e sempre gostei de fazer parte da turma dos garotos dos clans/guildas, e eu até esquecia que estava sozinha no meio de vários garotos conversando (a não ser quando o fato de eu ser uma garota ajudasse em alguma coisa, aí é claro que eu aproveitava! HAHAH). Enfim, pra mim games não é algo especificamente para garotos, é só um tipo diferente de entretenimento.

 

Paula Duarte Neves

Creative planner, gamer e blogueira do Garotas Nerds

Twitter: @pauladneves

Gamertag: pauladneves

Jogo videogame desde muito pequena, comecei no Atari da minha irmã mais velha quando tinha uns 4, 5 anos. Evoluí para o NES, ainda dela e, a partir daí, fui ganhando/comprando meus próprios consoles. Tive um Mega Drive, um Nintendo 64, PS2 e Xbox 360. Joguei também muito em computadores (desde aquele com disquetão, tela preta e fonte verde, alguém lembra?), bem como em alguns portáteis (1º Game Boy – tijolão, Game Gear, Nintendo DS). Cresci junto com os consoles, vivi praticamente toda a sua evolução, o que é algo muito legal. A geração que nasceu jogando Wii e Kinect deve olhar para o NES e achar aquilo um alienígena, afinal, nunca nem viram um cartucho. E que mandinga antiquada é essa de “soprar pra pegar”? Nossa… Nunca fui uma criança/adolescente de ficar trancada em casa jogando, muito pelo contrário: dosava direitinho atividades ‘outdoor’ e atividades ‘indoor’ (leia-se jogar). Mas, como não poderia ser diferente, muito da minha vida foi pautada pelos games e alguns dos meus prediletos são: série Super Mario, série Zelda, Sonic, Goldeneye 007, Red Dead Redemption, série GTA, Resident Evil, God of War, Shadow of the Colossus, Full Throttle, jogos da Lucas Arts, entre muitos outros.

Acho que cada vez mais estamos começando a ver mulheres gamers e isso não acontece (só) por causa da massificação dos ‘casual games’, acho que acontece muito por uma questão geracional. Os videogames começaram a se popularizar durante a minha geração, que nasceu e cresceu nos anos 80. Antes disso, videogames eram algo obscuro então a minha geração foi a primeira que cresceu jogando. Assim, não é de se estranhar que ‘do nada’ surjam tantas mulheres com seus 20 e tantos anos que se dizem gamers. Na verdade, nós não surgimos do nada, nós sempre estivemos jogando, só que agora somos mulheres e não mais meninas! O que para mim exemplifica bem essa questão geracional é o simples fato de que meus pais não jogaram videogame comigo, assim como a maior parte dos pais de crianças da minha geração. Já eu tenho certeza absoluta que jogarei com meus filhos, desde cedo. Os consoles jamais me deixarão e eu jamais os deixarei.

 

Monique Red Queen

Fundadora do Resident Evil Database

Twitter: @residentevildb

Desde muito criança eu já gostava de jogar videogame, estimulada por meu irmão e meus primos. Nestas andanças com consoles, tive experiência desde o Atari, passando pelos famosos Master System, Mega Drive, SNES e até por um 3DO da Panasonic, tendo atualmente um Dreamcast, um Nintendo Wii e um PS3. Sempre tive fascinação por alguns jogos e personagens especiais, em épocas diferentes, mas o único jogo que realmente me cativou de verdade foi Resident Evil. Quando conheci a série, aos 11 anos de idade, foi amor à primeira vista, e eu nunca mais a abandonei. Este amor por Resident Evil me fez inaugurar, em Setembro de 2000, um dos primeiros sites no país dedicado à série, chamado FYFRE (Face Your Fear of Resident Evil), em parceria com um amigo virtual carioca de codinome “Nevermind”. O FYFRE me ensinou muito, e me trouxe coisas maravilhosas, tendo sido um site pioneiro em muitas coisas, entre elas a de entrevistar dubladores da série para nosso podcast periódico. Infelizmente, por diversos motivos de força maior, o FYFRE veio a fechar em Abril de 2009, mas o amor pela série se mantinha firme e forte. Em 2010, meu noivo Flag e eu decidimos retomar nossas atividades no “mundo de Resident Evil” e inauguramos o Resident Evil Database, inicialmente um site mais restrito a amigos, depois aberto a público sem divulgação e, hoje, transformando-se em um grande portal 100% focado na série. Aliás, foi através do FYFRE que conheci meu noivo, que fez parte da equipe do FYFRE por um tempo e depois abriu o seu próprio site, chamado CT-STARS na época. O REDb está crescendo aos poucos, mas constantemente, com projetos inovadores e pioneiros como o ResidenTV (um programa ao vivo sobre a série), tendo herdado isto de seus “sites pais”, no caso o FYFRE e o CT. Com certeza ainda temos muito caminho pela frente, mas o que é o trabalho árduo quando se está trabalhando no que se ama? Resident Evil é a minha paixão há muitos anos, e eu nem posso dizer que a série faz parte da minha vida. Ela é a minha vida, mais do que um vício, e não me consigo ficar sem jogá-lo uma vez sequer na semana!

*********************************************

 

Bando de mulher porreta, hein? Para completar essa lista, queria mencionar mais dois sites com mulheres na equipe:

Joy Guide, dica do leitor Rafael M.

Garotas Geeks, blog muito legal que aborda o universo geek em geral.

Como falei na primeira parte, se sua blogueira preferida não apareceu ou é porque não tínhamos o contato dela, ou porque não deu para ela participar (infelizmente nem todas que contactamos puderam responder a tempo). Mas sintam-se à vontade para compartilhar nos comentários os links de outros blogs e sites legais que vocês gostam, que tenham mulheres na equipe. ^^

Bebs
Share on Tumblr
Feed do Post
89 Comentários em "Sobre Mulheres e Games – Parte 2"
  1. 21/06/2011

    74% do público de jogos casuais era feminino numa pesquisa de 2007.
    Em 2006, 64% das pessoas jogando online nos EUA eram mulheres.
    Não duvido que esses números tenham se mantido ou aumentado.
    Gaming girl power.

  2. 21/06/2011

    \o/ mais uma vez show de bola!

  3. Carcaju
    21/06/2011

    Gaming Girl Power… bom nome para uma revista!

  4. Takeru Nid
    21/06/2011

    Estaria eu tendo uma visão do paraíso?
    quantas belas mulheres que adoram games juntas ao mesmo tempo!!!
    foi ótimo ler isso, Bebs você tem o dom

  5. 21/06/2011

    Owwnnn eu adoro demais o trabalho da Ana, do Games para Garotas!

  6. Ana
    21/06/2011

    Adorei o post Rebeca!
    Parabéns por divulgar as gurias e para mostrar que estamos ganhando força nesse mundo gamer! =)
    Bjs =*

    • Ana
      21/06/2011

      Que bom que você gostou Rebeca =)
      Obrigado pela sua visita no meu blog ;*
      Bjs =*

      • Carcaju
        22/06/2011

        Hhuahauhaha… eu assista muito SilverHawks!! E depois Galaxy Rangers!!

      • Sovereign
        22/06/2011

        Eu assistia silverhawks sempre. Naquela epoca os desenhos eram bem melhores que atualmente.

  7. Hélio
    21/06/2011

    Li vários dos depoimentos e achei bem legal. Queria citar especialmente o depoimento da Paula Bloodymoon q me fez pensar. Acho q é difícil fazer algumas pessoas com mais idade entenderem os VGs em alguns casos. Muito por causa do apego ao passado – eu mesmo, com 25, não encaro muito bem todas as inovações q surgem nos games, imagina eles. Mas o importante é ter consciência de q os jogos eletrônicos são não só uma diversão (como muitos simploriamente julgam), mas uma forma de expressão cultural/artística. Definitivamente, os games evoluíram muito desde o seu nascimento tanto em gráficos qto em jogabilidade e história, e já não podemos mais julgá-los como mera diversão casual como era comum nas décadas de 80 e início dos 90 (apesar de q já existia Ghosts and Goblins, mas vcs entenderam rsrs).

    • 21/06/2011

      Vi uma noticia um tempo atrás que video game foi nos Estados Unidos *ou algum outro país europeu* considerado oficialmente uma forma de arte, assim como literatura e pintura.
      Eu dei um tumbs up pra essa noticia (Y)

      • Hélio
        21/06/2011

        É, eu lembro, e concordo plenamente. Os VGs já provaram isso muitas e muitas vezes. Posso citar mais de 200 games só dos q eu já joguei q eu considero arte.

    • -darkthunder "Paula" bloodymoon
      22/06/2011

      Não creio nisso. Até pensei que era conspiração por parte do provedor para que esse post não saísse! XD

      O que eu mais quero agora é que o povo daqui de casa perceba que não se passa mais que um esteriótipo [acho que é assim… XD] que gamer é criança entre 10 e 13 anos de idade e preferencialmente masculino… E fico feliz que meu depoimento tenha sido fonte de tão bons comentários! ^^

      • Hélio
        22/06/2011

        Convencer família realmente não é fácil. Jogo desde q eu era criança e mesmo assim, nunca ninguém demonstrou o mesmo interesse q eu na minha família. Até já desisti de fazer eles se interessarem :/ Mas enfim, acho q o importante é ter em mente q vc é um ser individual e, por mais q vc ame sua família, cada um tem seu gosto e devemos todos aprender a aceitar as diferenças. xD

  8. Hélio
    21/06/2011

    Achei interessante seu comentário sobre os homens no final do post, Bebs. Engraçado q hoje de manhã mesmo eu estava pensando: muito se fala q as mulheres nos games são puro fan service, mas os homens tbm são obrigados a ter 15 kg de bíceps, parecerem uns ogros de tão desproporcionais… Sorte q tem o Drake pra mudar um pouco esse padrão irreal. Mas enfim, isso é assunto pra outro post.

  9. The Punisher
    21/06/2011

    Muito bom como sempre Bebs.

    • The Punisher
      21/06/2011

      Só pra ressaltar: Games poderiam ser considerados só para crianças não época que surgiram, mas ainda sim descabível achar isso mesmo praquela época, já em relação às garotas games poderiam existir poucas ou até nenhuma pra quem não viveu desde a época do surgimento dos games, mas ainda sim a cada ano que se passa se não me engano principalmente desde o surgimento dos consoles de 16bit isso só tem aumentado mais e mais.

  10. Fabão
    21/06/2011

    bacana ver tanta mulherada jogando, tomara q continue aumento pq como falei no post anterior, qnt mais gente jogando, mais diversão o vg proporciona…

  11. 21/06/2011

    Muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito booooooooooooooooooooooommmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!!!
    ótimo post!!!!!!
    ótimas histórias da mulherada….

    lembro muita coisa da minha infância, jogando desde atari 2600 até hj no PC.

    ps: mass effect, dragon age, fallout são muito F%$# mesmo kkkkkkk
    ps2: prince of persia e mario tb!!!!!!!!

    Beijos meninas e parabnes bebs pela inciativa.

  12. 21/06/2011

    Dalhe Jynxers! Muito bom mostrar pra galera que video game também é coisa de menina! Mas eu quero ver os créditos pra quem indicou =P

    Ainda vai rolar uma parte 3?

    • valeska
      21/06/2011

      Pois é, Daniel foi o responsável por divulgar o blog lá na empresa. E foi ótimo, todas estão acompanhando agora.
      Ficou muito legal o post! Bom demais conhecer outras garotas tão viciadas quanto! ^^

  13. Beatriz
    21/06/2011

    Ótimo post Bebs!!!

    Eu sempre acompanhei o F.Y.F.R.E. e fiquei triste quando o site acabou, é bom saber que a Red Queen fez outro site de RE.

  14. 21/06/2011

    Ótimo post Beb’s (sinceramente eu nunca sonhei na minha vida ver um texto meu por aqui :O)!
    Adorei ler o depoimento das meninas, e comecei a refletir que de certa maneira todas nós temos algo em comum que nós levou até os games e a vida das jogatinas.
    Fora isso, aquilo que você citou no final do post sobre os homens também me fez pensar. Nunca vi um personagem masculino pequeno, magrelo ou feio, no maximo “fortinho” ou gordo estilo lutador de sumô. Realmente eu acho que é tudo pelo o fãservice (ou não).

  15. Lu
    21/06/2011

    Meu estômago até deu aquela sensação que dá quando o avião está decolando! Fiquei MEGA feliz com o post, li as histórias das outras meninas e me identifiquei com muitas histórias, mas o que mais me surpreendeu é que não sou a única menina no mundo que conheceu Heretic (Né, Ana Paula???) *—*!!!

    • 21/06/2011

      Haha, é meio raro achar meninas que jogavam Heretic, e pra mim, aquela flecha verde era a melhor =D

      • Mih
        22/06/2011

        @Ana Paula
        *Desculpa me meter,mas já me metendo ^^*
        Aquela flecha verde era f****da demais *O* Já eu,adorava as luvas de Necromancer(aquelas que davam choque) e as garras de dragão que no começo eu jurava que era uma cotoveleira xD

        Falando em jogos que quase ninguém conhece,alguém aí já jogou aquele Duke Nukem das antigas?
        http://www.youtube.com/watch?v=VxHreeWJDWQ

        • 22/06/2011

          Ainda mais quando pegava o especial, em que ela ficava mais forte, era sensacional! Heretic era bom demais, e Doom também, toda vez que eu ouvia o Cyberdemon eu pulava da cadeira de susto. Agora o Doom 3, eu realmente não consegui jogar, mesmo com a luz acessa, colocando uma música suave de fundo, eu acabo desistindo ^^

  16. Hélio
    21/06/2011

    Bebs, eu, como bom curioso q sou, cliquei no link da palavra objetificação no seu post e li a matéria q vc indicou. Verdade pura aquilo lá. Sem dúvida q a mulherada em geral sofreu bem mais com a objetificação do q a ala masculina, apesar dos homens tbm sofrerem com isso. Vai ser um belo post o seu sobre os “gostosões dos games” rsrs

  17. Vivi Werneck
    21/06/2011

    Adorei o Yoshão da Ana Paula! Quero um grandão assim tb! (o Yoshi ok? rs) XD

    Ah, e parabéns meninas pelos depoimentos! Ficaram show! =)

  18. Evangelista Araújo
    21/06/2011

    Olá, muito bom a iniciativa! porém acredito que faltou a videl bruninha!!! Afinal ela tbm tem feito uma grande divulgação na área, com videos e postagens!!! fica a dica!!! vlw xD

  19. 21/06/2011

    Olá, meninas! Obrigada pela menção à minha pessoa! Manderei um depoimento sim, o mais rápido que der! Beijos!

    • Sovereign
      22/06/2011

      Eu era um dos frequentadores do site fyfre, lembro que a RQ sempre tentava por ordem no forum, que vira e mexe dava briga rs. Nunca havia jogado RE, mas me cadastrei pra conhecer o jogo e suas peculiaridades. Ate hoje o unico que comprei foi o 5 mas que por falta de tempo continua aguardando na fila pra ser jogado.

  20. 21/06/2011

    Acho uma edição masculina digna sim. Afinal, direito deles é direito nosso, direito nosso é direito deles. Feminista que se prese defende o direito dos homens e das mulheres. (Eu, particularmente, defendo uma certa abolição dos gêneros, mas tudo bem.)
    Afinal, se nós não precisamos ser as donzelas na torre, é porque não podemos exigir deles serem os heróis no cavalo branco. :)
    O Machismo afeta homens e mulheres. Exigências sem noção e papeis que não abarcam as muitas possibilidades humanas caem sobre ambos. O esforço que homem tem que fazer pra provar que é macho! Pra ser “provedor”, etc, etc…

    Super legal ouvir a história das meninas aqui. Eu confesso que videogame sempre foi “coisa de menina” (bizarros esses termos, né?) pra mim – todas as minhas amigas jogam. As “nerds” e as “não nerds”. Minha irmã fashionista e vaidosa, minha amiga que curte um pagodão, minha amiga nerdona nintendista…. Eu só fui ter amizade com caras que jogavam videogame no colegial mesmo…
    :) Eu queria ter participado, mas essa semana é fim de semestre e tava foda!

    Abraços aí!

    • Hélio
      22/06/2011

      Nuss, falou tudo! :0

  21. 21/06/2011

    E ainda dizem que não existe garotas que jogam, olha quantas só nesse post e no anterior! Muito legal o depoimentos das gamers! E obrigada pela oportunidade Bebs!

  22. Mih
    21/06/2011

    Amei o Post Bebs ^^

    Adorei os outros depoimentos das meninas.O que mais me surpreendeu é que não sou a única menina no mundo que conheceu Heretic *O*[2]

    Ah,outra coisa que esqueci de mencionar no depoimento,apesar de ser meio hardcore,morro de medo de jogos de terror(#falomermo) X___X Atualmente,estou tentando jogar Doom 3,mas não adianta…O medo sempre fala mais alto xD

    P.s:Essa história do que eu fazia com as minhas barbies é verdade,viu?! xD

  23. 22/06/2011

    Queria fazer uma pergunta para as garotas gamers. Uma pergunta simples, sobre quais seriam os gêneros favoritos das fêmeas gamers.

    Lá no SENAI, onde estudo às tardes, há algumas garotas. Quando eu descobri que elas jogam videogame, devo confessar que me surpreendi (desculpem, eu sei que já é coisa normal, mas eu ainda me surpreendo quando descubro algo do tipo “oh, aquela mina gata sabe o que é um videogame”). Aí, conversando brevemente acerca de games, eu descobri que todas as que eu entrevistei gostam de games das antigas. Lá tem fã de Sonic, de Mario e de Crash Bandicoot. Só que as meninas possuem consoles mais antigos, como Super Nintendo, Mega Drive e Playstation. Só uma delas possui um Xbox 360 (uma de seis). Esta joga de tudo, de LA Noire a Fallout, de Resident Evil a Forza. Mas as outras cinco preferem mesmo games mais “simples” (elas usaram esse termo) do tipo plataforma, como, repetindo, Mario, Sonic e Crash. Seria isso uma tendência? Vocês, girls, possuem um apelo maior para jogar esses games mais fofos e bonitinhos, ou não, não chega a ser uma questão de maioria? Outra coisa: há games focados no público feminino (fora aqueles joguinhos online de sites de jogos, da Barbie e tal)? O que vocês pensam acerca desses games?

    Sei que tem muitas garotas que jogam de tudo um pouco (como os depoimentos deixaram claro). Apenas queria saber se são maioria ou não.

    • Hélio
      22/06/2011

      Rapaz, nunca conheceu a Vivi não? rsrs Ela joga mais games sangrentos do q muito marmanjo por aí rsrs

      • 22/06/2011

        O quê? A Vivi gosta de jogos sangrentos??? Poxa, quando eu vi a imagem dela fofinha ao lado daquele boneco do Sonic meigo eu pensava que ela curtia jogos bonitinhos e meiguinhos… Da Barbie pra baixo… huahuahuahua

        Brincadeira, da psycho Vivi eu conheço os gostos para games.

        • Vivi Werneck
          22/06/2011

          As pessoas perdem a noção do perigo com uma facilidade…. U_U

    • 22/06/2011

      JP, normalmente as garotas adoram jogos tipo Mario, Sonic, Crash (eu sou fã). Quando comecei a jogar, esses jogos eram obrigatórios. Hoje em dia, os jogos que mais aprecio são os FPS (Killzone, Call of Duty, Bioshock, etc) e Sandbox (GTA, Red Dead, Infamous).

      Sobre os jogos para garotas, eu na verdade não conheço muito. Acredito que tenha jogos que são mais favoráveis para as mulheres, como aqueles de dança, por exemplo, mas não tem classificação de público.

      • 22/06/2011

        Hum. Entendo. Vejo que os jogos plataforma são bem apreciados pelo público feminino, tanto quanto o masculino. Obrigado por responder minha pergunta, Ana Paula.

        Obs: Jogos de dança são favoráveis às mulheres? Uhu, não sabia dessa.

        • 22/06/2011

          Eu acredito que sim, assim como os jogos mais casuais que tem crescido muito no mercado. Mas não quis dizer que os homens não possam jogar, como eu disse, são apenas favoráveis, com uma aceitação maior do público feminino. Mas são jogos que não tem classificação de público.

    • 22/06/2011

      Sobre os jogos supostamente voltados pro público feminino: acho uó. Só fazem esse tipo de jogo pq a visão dos gêneros é estereotipada. Na prática, essa coisa de que “homem gosta de violência, mulher gosta de bichinho” não é verdade absoluta. Pessoas são bichos muito mais complexos do que isso, não existe essa dualidade tão definida como querem nos fazer acreditar. Se você tirar a pressão do ambiente e toda bullshit cultural que insiste em separar o mundo em “coisa de homem” e “coisa de mulher”, vamos notar que homens e mulheres são mais parecidos do que se imagina! Vide o sucesso de jogos mais “neutros” (pero no mucho), como o World of Warcraft mesmo, que já tem uma porcentagem bem grande de mulheres jogando.

      • 22/06/2011

        Alessandra, devo confessar que, até uns quatro anos atrás, eu possuía uma visão bem semelhante a essa que você disse: meninos jogam jogos de tiro e violência, e garotas preferem jogos coloridos mais simples. Mas já faz um tempo que minha visão está mudando drasticamente (boa parte graças às Girls of War).

        As mulheres estão mesmo muito participativas em um segmento que eu comecei a explorar bem recentemente: os jogos puramente sociais, que são como eu considero os RPGs online e jogos de estratégia online (desde Ragnarok até Starcraft e World of Warcraft, entre outros). Nesse segmento, só para citar como exemplo, o número de garotas vem crescendo muito. Falta-me estatísticas e porcentagens oficiais (quem puder me indicar um, eu agradeço), mas sei que já passou de 50% faz tempo (O Ilapso publicou um comentário lá em cima de 2007).

    • 22/06/2011

      Ah, Bebs, seu gosto para games eu conheço, relaxa, hehe…

      Quanto a sobrinhas… É a minha sobrinha também adora esses joguinhos de trocar roupa, e os joguinhos educacionais, como os que ensinam inglês, e tal… Mas ela mal perde por esperar, que, tão logo ela fique com uma idade mais vantajosa (ela tem 6 anos…) eu lhe apresentarei meu Playstation 2, para começar, e então ela verá alguns games interessantes… Se bem que meu irmão pretende comprar para ela um Wii. Aí, poderei começar a apresentar o mundo dos games para ela com Mario Kart, e tal. Aí, quando ela ficar uma gamer melhor que eu, no futuro, poderei bater no peito e dizer: “fui eu que te ensinei tudo o que sabe. Portanto, me respeite!”. hehe.

      Bom, Bebs, faça o post do joguinho da Barbie, por mais ameaças de deserção que a Vivi lhe faça. Fiquei curioso, huahuahua.

    • Vivi Werneck
      22/06/2011

      como é que é Bebs??? vc gostava de jogo da Barbie??? Vc sabe que isso é um pecado capital né? Não me faça a ser obrigada a rebaixá-la para a sessão de manuscritos!!!! Hunf! ¬¬

  24. Lu
    22/06/2011

    “Vocês, girls, possuem um apelo maior para jogar esses games mais fofos e bonitinhos, ou não, não chega a ser uma questão de maioria?” – No meu caso, não, hehehe! Eu jogava Doom, Duke Nukem =D, jogo Call of Duty, Company of Heores, Fallout!!
    “Outra coisa: há games focados no público feminino (fora aqueles joguinhos online de sites de jogos, da Barbie e tal)? O que vocês pensam acerca desses games?” – Na minha opinião, esses sites de jogos desse estilo foram feitos para meninas que tem medo de pegar num joystick xD (meninas, mesmo, crianças).

    • 22/06/2011

      Opa. Se não é a física que tinha um trabalho para terminar. Obrigado por responder minha enquete, Luísa.

  25. 22/06/2011

    Ai gente, tô famosa, tô no GoW *-*’~
    E meo, acho que praticamente todas nós temos que agradecer aos irmãos/primos/pais (que aliás acho MÁGICO esses pais que procuram outra maneira de entreter as filhas e dão video-game!) por nos apresentarem aos games!
    E QUE INVEJA dessa mulherada que trabalha na Jynx hein! Meu sonho é trabalhar com algo relacionado XD

    @JP AdmMelhorFinal
    Eu jogo de tudo um pouco, Mario, Sonic, Crash, Spyro e etc, mas minha série favorita MESMO é Mario. AMO e jogo mucho bem +modéstia e adoro jogar jogos coop (tanto os antigos quanto os novos) tipo goof troop, tartarugas ninjas e afins (no mesmo estilo lá), LEGOs e tal. O que mais me atrai mesmo nos games é a história. E acho que games com mais história assim é mais indicado pra pessoas que já gostam mesmo de jogar, quem tá começando acho que não se dá muito bem logo de cara com algum game mais ‘hardcore’, por isso os jogos de plataforma/fase acabam sendo os preferidos. Eu ‘evolui’ (me senti um pokémon) a partir desses XD
    Não tenho opinião formada sobre os jogos voltados ao público feminino (só consigo pensar no joguinho da Barbie pro SNES hahah)

    • 22/06/2011

      Ariadne, obrigado por responder minha enquete. Um dia, eu vou convencer minha sobrinha de 6 anos (já que minha irmã mais velha nunca gostou de games mesmo) a jogar videogames. E já sei como começar: games plataforma são a melhor pedida para um bom começo. Vejo isso vendo os exemplos de vocês, hehe.

  26. Cristiano
    22/06/2011

    As mulheres estão comandando o mundo mesmo :D

  27. Diego Uzuki
    22/06/2011

    As vezes eu acho Super Mario World mais Hardcore do que muitos jogos de FPS, rs. Eu sou homem e esse lance de separar gêneros de jogos para um publico especifico não tem muito haver, por exemplo o meu jogo atual favorito é Little Big Planet, mas nem por isso deixo de jogar uns Survival Horrors de vez em quando também, hehe…

    Belo post, gostei de ler o depoimento das meninas e é isso ae! Keep Playing!!!

  28. Thyago
    22/06/2011

    Hoje é comum mais e mais mulheres serem gamers, mas é bom ver que todas as meninas apresentadas são gamers desde a época que eram pirralhinhas, haha.

    Enfim, eu não li o depoimento de todas as meninas, mas… li a que faz fisica e meio que me lembrou meu irmão, que é formado em física pela UFC XD.

    Enfim, como uma delas disse acima, esta geração e a próxima vai aumentar ainda mais a quantidade de gamers neste mundo. Daqui a pouco, já não será mais algo, como gostam de dizer por aí, “raro”.

    • Vivi Werneck
      22/06/2011

      [off topic] UFC…. Que droga, queria tanto ir no UFC Rio, mas além de ser muito caro já esgotaram os ingressos. Vou ter que assistir pela televisão. [/off topic]

  29. Thyago
    22/06/2011

    *comentário aleatório* me pergunto se por conta desse meu avatar as pessoas acham que eu realmente tenho essa cara… XD

  30. 22/06/2011

    @Thyago
    Acho que a maioria já viu essa imagem em ALGUM LUGAR antes! AEIUHEIUAH

    • 22/06/2011

      realmente… hahahaha XD
      Mas a Bebs achava q eu ERA LOIRO até. Aliás, até comentou que achou estranha a minha cara qdo ela viu uma foto minha, dizendo que em vez de “carinha legal” ela associou para sempre a cara de “loiro sacana” XD.

      Also, agora botando meu twitter tb. Me toquei disso depois de clicar no seu nome, pra vocÊ se você tinha site XD

  31. 22/06/2011

    Aí quantas meninas LINDAS e GAMERS, ahuahauhaua! Adorei todos os depoimentos, e inclusive a menção à Moni do REDb! Espero que ela mande o depoimento dela também! Parabéns Bebs! s2

  32. JSalles
    22/06/2011

    To apaixonado pela Ana Paula Cancian rsrs

  33. 22/06/2011

    Heey! Eu to me achando agora.. teve gente até pedindo autógrafo HAHA. Adorei o post todo. Muito bom :)

  34. Júlia Oliveira
    22/06/2011

    Muito legal todos os depos das mininas. Bebs e as Girls of War estão, como sempre, de parabéns!

    [OFF] Estou me sentindo com a minha foto na frente do post :P

  35. 22/06/2011

    Adoreeeei os 2 posts!!! Parabéns!! Estou conhecendo o site e to gostando muito! ^^ fica aqui o meu blog tbm pra quem tiver interesse: http://tchelavih.wordpress.com o/

  36. Shadow Warrior
    23/06/2011

    Aee Bebs, parabéns você conseguiu tirar as leitoras do stealth mode(!) XD
    Eu achei legal a idéia dos posts porque nos dá a real dimensão sobre os gamers atuais. Muita gente ainda está presa aos esteriótipos e não percebe que o mundo está em constante evolução, mudando a cada segundo. Isso é coisa de pessoas desinfomadas que ignoram o fato de que hoje em dia existem jogos para todos os tipos de público.
    Eu tenho uma teoria sobre o mito sobre as mulheres não gostarem de videogames, e ela também explica o outro sobre “videogame ser coisa de menino e criança”.
    No inicio, quando surgiram os primeiros jogos eletrônicos, eles foram direcionados para o público “adolescente\adulto” em bares e fliperamas, lugares onde sempre houve uma predominância de pessoas do sexo masculino. Nesse caso havia 2 problemas para as meninas: Convencer os pais ou responsáveis a deixar que elas freqüentassem esses locais e algum(s) cara(s) “sem noção” que eventualmente elas poderiam encontrar nesses lugares. Era muito raro ver uma menina que não fosse acompanhada pelo pai, irmão, tio…
    Em seguida vieram os consoles, a evolução dos arcades que teoricamente eram feitos para toda a família, mas as empresas perceberam que na maioria dos casos, os meninos passavam mais tempo jogando, por terem mais experiência nos jogos ou por puro egoísmo. Os pais tinham pouco tempo livre para jogar, os idosos pouca paciência para aprender, as meninas ficavam sempre em segundo plano. Havia poucos jogos para elas e a maioria deles era de qualidade duvidosa, então acabavam jogando os mesmos jogos que os meninos. Diante deste quadro, decidiram direcionar o foco do marketing para os meninos, o que acabou reforçando ainda mais o mito.
    Não estou culpando a industria dos games, era mais cômodo e lucrativo produzir games para os meninos, foi simplesmente uma questão de estratégia.
    As garotas que conseguiram superar estas “dificuldades” iniciais ou tinham pais e irmãos gamers na época, continuam jogando até hoje, com raras exceções.
    Acho que os principais motivos para o retorno do publico feminino foram: Histórias mais cativantes e equilibradas nos games, games portáteis /celular e aumento na variedade de jogos.
    Outro fator que contribuiu muito para o retorno não só das mulheres, mas dos adultos em geral, foram os jogos para PC e MMO.
    Lógico que estou generalizando a partir dos casos que eu conheço, então pode ser que alguém não se enquadre na minha teoria. XD

    PS: Gostei muito da cobertura da E3 esse ano, mas apareceram muitos posts na sequencia e acabei não comentando…

    PS[2] PARA A MULHERADA (não, não estou distribuindo playstation 2 XD) -> Apareçam mais vezes aqui nos coments, afinal o blog também foi feito para vocês. XD

  37. 23/06/2011

    Aí que lindo o depoimento da Moni! *___* Bateu uma nostalgia enorme só de ler o post dela! Mas taí, espaço merecido!

    Bebs, parabéns mais uma vez pela idéia! ;)
    E garotas, apareçam sempre por aqui! Aliás, VAMOS aparecer sempre por aqui! \o/

  38. grahav
    23/06/2011

    Falando em mulheres nos games, haverá um novo jogo de luta onde todas as personagens são meninas: “Skullgirls”

    Aqui tem o trailer de uma das personagens, garanto que as psicopatas de plantão vão amá-la.

    http://www.youtube.com/watch?v=lemQNxeKvo0

  39. fabio soares
    23/06/2011

    Na verdade o verdadeiro gamer é aquele que com 7 anos de idade garimpava moeda por moeda para comprar ou alugar aquele jogo diferente, é aquele cara que ia atras do amigo do amigo do primo atrás de um game especifico pra fazer algum rolo num cartucho de Atari.
    A questão não é que não exista mulheres que joguem video games ou que gostem de video game.
    Mas a real é que somente os homens são capazes de tomar a iniciativa de fazer os mais altos sacrifícios da infância e até a maturidade para poder viver a experiencia de jogar um bom game.
    Na maioria dos casos as meninas só aprendem a jogar por que aquilo ja foi imposto ao seu meio ambiente por algum namorado gamer ou irmão, pai, enfim.
    Minha filha tem 5 anos e adora jogar, por que ela me vê jogar e com certeza ela também vai cultivar esse habito. Já minha esposa detesta jogos e detesta inclusive o tempo que eu dedico ou costumava dedicar a eles.
    Definitivamente os gamers são culturalmente na sua grande maioria homens e de todas as mulheres que jogam pelo menos 90% não jogaria se não fosse influencia de um homem.
    Isso não é uma critica eim, é apenas uma analise minha.

    • Hélio
      24/06/2011

      Concordo plenamente que os games são mais jogados por homens, principalmente os hardcore, tipo Metal Gear, Killzone, Bioshock, etc. As mulheres, além de serem minoria nesse meio, na maioria dos casos se interessam por games mais simples e coloridos (não q estes sejam piores, mas costumam ter temáticas menos adultas).
      Mas isso NÃO SIGNIFICA que podemos generalizar. O problema da análise do Fábio Soares é que ele só levou em conta a situação brasileira, mas se esquece que na Europa, Estados Unidos e Japão, a mulherada é bem mais participativa nos games. E mesmo aqui, vc encontra uma porcentagem menor, mas ainda assim significativa de mulheres q jogam. Este post é a prova. A questão é q muitos se deixam levar pela aparência externa. Olham aquela mulher séria e independente e pensam q ela nunca, jamais tocaria num game. Ledo engano! Games fazem parte da cultura de massas cada vez mais. Os jogos atraem com serviço online de ponta que permite um multiplayer com pessoas lá do outro lado do mundo, visual refinadíssimo que parece até um filme e tramas dignas de nos prender e emocionar. Então é mais do que óbvio q com toda esta evolução nos games, eles iriam fatalmente chamar a atenção das mulheres tbm. Eu babo ainda hoje com Uncharted 2 e tantos outros, e imagino q com muitas mulheres não seja diferente.
      No mais, é como a Bebs disse: fazemos todo tipo de sacrifício por aquilo que amamos. Independente de sexo. E ponto final.

    • fabio soares
      26/06/2011

      Adorei sua resposta.Acabo comigo hehe. Na verdade eu sei de tudo isso, mas uma polemicazinha sempre é legal…boa!

  40. Marcus
    23/06/2011

    SUBARASHIDESU

  41. 23/06/2011

    Meo, nenhuma forma de entretenimento é IMPOSTA à alguém, você faz o que gosta, nós jogamos porque gostamos, não porque foi imposto.

  42. 24/06/2011

    Ok, vou ter que intervir pq vc simplesmente está ignorando um monte de fatores nessa sua afirmação.

    Considerando que nos primeiros anos de vida tanto hormonalmente quanto psicologicamente falando, tanto meninas quanto meninos são iguais. O que nós temos é a mudança de compostura imposta por diferentes lados (pais, sociedade) e também com as mudanças fisiológicas que o cérebro traz em seu desenvolvimento, mas isso vem um tanto mais tarde, longe de ser na idade que vejo serem ditas aqui (4~5 anos).

    Além disso, crianças nesta idade (e por todo o seu desenvolvimento) estão na fase do “macaco vê macaco faz”. Isto é, se ela vê um grupo se divertindo e interessado em uma atividade, não importa se é uma menina ou menino, ela vai querer também saber o que é aquilo e, quem sabe, tomar gosto pela coisa.

    Sua filha, caro @Fabio Soares, nada mais faz do que tentar se integrar no seu ambiente familiar mais ainda. Se você se vestisse como um polvo gigante e ficasse pela casa dançando macarena, tenha certeza que ela já teria improvisado a fantasia de polvo dela.

    “Monkey see, monkey do”.

    Então… nope, ninguém impõe nada. Há o interesse natural que uma criança cria ao ver alguém se divertindo com uma atividade.

    • valeska
      24/06/2011

      Concordo com todos aqui. E o que o Thyago falou é verdade. Criança nessa idade é uma eponja, qualquer coisa que vc faça ou fale, ela vai querer fazer igual.
      No caso da minha família, como comentei no meu depoimento, tanto minha mãe quanto meu pai jogavam Atari, até pq onde a gente morava não tinha opção de entretenimento. E éramos só nós 3. Na verdade, quem jogava mais na época era minha mãe. =P Meu pai jogava uma vez perdida. Ele passou a lembrar dos games de novo recentemente, quando mostrei alguns jogos da popcap pra ele. Logo, ele nunca foi minha influência principal. Nem irmãos (pq nunca tive) nem primos (morávamos muito longe, só depois dos meus 10 anos quando nos mudamos, passei a jogar com eles). =)
      Já namorei com um monte de caras que não curtiam videogames, mesmo assim nunca perdi o gosto. Até que finalmente comecei a namorar um gamer que compartilha tudo comigo. Dividimos Playstation, jogos no steam, etc. =D

  43. douglas psn id team_piracicaba
    24/06/2011

    Mulherada vcs sao D+ , eu jogo desde o Atari , sempre gostei de jogos ,
    depois veiu nintendo 1 dos primeiros jogos que tive no meu super nintendo foi um jogo que tem até filme nao sei o nome dele em ingles mas o filme se chama A ilha da garganta cortada uahuaha como eu jogava akele jogo . tem muita gente que nao tem curiosidade em testar um jogo , eu nao sei como pode isso , quando comprei meu ps3 a 1 ano e meio atras , comprei o Extra hipermercado , a moça que me atendeu vendeu o produto (PS3) numa boa ,depois que ela ficou sabendo que era para min o video game e nao presente para alguem ela ficou espantada uahua e falou : é pra vc isso ?!?! eu falei claro auhaua … até pareceu coisa de outro mundo credo uahuah… minha irma gosta de video game tambem , mas nem sempre ela joga por falta de tempo … mas quando ela joga é uma esmagaçao de botoes no MK9 que da até medo uahuahu . eu nao ligo para oque os outros falam , quero mais é jogar meus jogos .

  44. Petra Frey
    26/06/2011

    Sou gamer tb desde que me entendo como gente ^^
    Só não sou mais viciada porque tenho que estudar e não tenho dinheiro pra comprar todos consoles ever.. Mas adoro desde FPS até mmos online…
    Meu namorado é que nem sempre fica feliz com isso.. Ele adora jogar tb, mas como não tenho Xbox 360 em casa, quando vou na casa dele por vezes até exagero no tempo dedicado ao jogo e deixo ele meio de lado o_o” hehehe

  45. Suyan Meneses - 30 anos
    26/06/2011

    Eu gosto mais de RPG e estratégia.
    Baldur’s gate, Kotor, Persona, Shinning Force, Chrono Trigger, Legend of Legaia, Lunar, Sacred, Age of Empire, Warcraft (os 3 primeiros), Diablo e Breath of Fire são alguns dos títulos favoritos.
    Na adoslecência era mais Beat’them ups e lutas, sem decoreba de golpes, pois minhas paciência era mínima para isso.
    Hoje estou com um ps2, ainda e um DS. Tenho uma lista grande de games na espera e sem tempo por conta de trabalho.
    Meu namorado só reclama de uns games que não me simpatizo e ele gosta. Juro que tentei em MMO’s, mas enjoa rapido demais para meu gosto.

  46. Shaka
    27/06/2011

    Caramba quanta mulher *-*
    Melhor post ever rs.

    Eu jogo Hexen até hoje, acho ele melhor que o Heretic. Um muito bom também mais ou menos da mesma época é o Blood, onde vc escolhia onde ia começar a o jogo, passava horas jogando aquilo.

    Eu lembro do Fyfre entrava quase todo dia e adorava o podcast.

  47. Lucy
    05/07/2011

    Ai que lindo meninas!!Adorei a mobilização que vcs fizeram,eu to conhecendo o site na verdade hj (jah tinha ouvido falar, mas soh hj vim conhecer…)
    Eu tenho um ps3 quem quiser add id eh: Luluxy
    Fikem a vontade! Adoro jogos de luta, tenho bastante desde SFIV à MK (que é meu favorito)

    PS:Me desculpem as meninas que gostam de Dukem Nukem,mas eu acho meio tenso gostar desse jogo ;s
    Eu realmente não me imagino jogando esse jogo kkkkkkkkk

    Enfim,sucessso pra vcs :)

  48. Cavallari
    06/07/2011

    Uma pena que na facul (de games) que eu faço nenhuma menina se interessar (de verdade) por jogos… Mas continuamos na procura!

  49. mumu
    19/07/2011

    esse site é muito bacana, parabéns

    e parabéns a todas as garotas que curtem jogos também.

  50. Mortal
    29/07/2011

    Nossa! Um tópico inteiramente dominado pelas mulheres. Impressionante isso. Momento épico. Nunca pensei que iria ver isto na minha vida. O.o

    O mais interessante de tudo é ver as mesmas adentrando em mundinho 99,9% masculino, e com sucesso.

    Porém ainda estou pra conhecer alguma mulher que consiga me derrubar em jogos como Demon’s Souls e Assassin’s Creed Brotherhood p.ex.

    PS: Pelo que eu vi aqui, há competidoras promissoras…. ^^

  51. Joanilson
    09/08/2011

    É sério,sou fascinado por gamer girls.Tenho até medo de encontrar uma dessas e…É melhor nem pensar muito.

  52. Tiago Blutengel
    07/12/2014

    Minha gamertag: Nibirus Orion
    Eu e minha esposa jogamos. Quem quiser pode add.

Crie uma conta no gravatar.com para colocar sua foto nos comentários.

Sempre que comentar em algum blog com o email cadastrado, aparecerá sua imagem.