Girls of War é escrito por cinco mulheres, mas voltado a todos os gamers, sem distinção de gênero. Não somos um veículo jornalístico, este é apenas um espaço para compartilhar nossa paixão com outras pessoas que também amam o universo dos games. Aqui a abordagem é livre e despretensiosa, os textos são carregados de opiniões pessoais e bom humor.

Eu tive uma ideia meio maluca aí de fazer um blog de videogames escrito só por meninas. Antes disso eu escrevia em revistas do gênero com a loira do Girls of War e quando era pequenina aprendi que depois do número 100 você ganha uma vida. Eu gosto de jogar (quase) qualquer coisa em terceira pessoa, principalmente se o protagonista tiver uma Lancer ou um caráter duvidoso e gostar de roubar carros, e dizem por aí que eu gosto muito de jogos de barulho com controles musicais que ocupam o espaço da sala inteira. E eu amo muito tudo isso aqui.

Desde os seis anos sou apaixonada por jogos. Os primeiros que tive acesso foram o Master System III, onde eu jogava direto o Sonic The Hedgehog, e também o portátil Game & Watch. Me divertia muito com todos eles, jogava com meus primos alguns Mortal Kombats e conversava sobre jogos na escola com meus amigos homens. Logo depois comprei meu primeiro PC e descobri uma nova paixão, os Point-and-Click. Já na faculdade descobri meus dotes jornalisticos para a área de games, onde atuo aliando a outras áreas do jornalismo. Hoje sou viciada em jogar no PC e online. Sempre jogo FPS como a série Battlefield e alguns da série Tom Clancy e adoro jogar também no celular, para passar o tempo. Adoro o humor retardado e procuro sempre uni-lo aos meus textos.

Gamer desde os quatro aninhos de idade, acompanhei de perto a evolução dos consoles conforme fui crescendo graças ao meu irmão igualmente apaixonado e que sempre procurou se manter atualizado. Fã de franquias clássicas como Castlevania e Metal Gear, sempre procuro demonstrar meu amor pelos retrogames e pretendo ter uma coleção em casa. Meu maior sonho é ter um Arcade dentro do quarto.

E aí, beleza? Meu nome é Vivi (Psycho) Werneck, sou jornalista, crítica de jogos eletrônicos, carioquíssima e uma amante incondicional de games. Viciada mesmo! Daquele tipo de pessoa que tem urticária mental se ficar mais de uma semana sem jogar um Campo Minado que seja. Minha paixão por games começou na minha infância. Como odiava (e ainda odeio) a Barbie, meu pai buscou uma forma alternativa de me agradar. Aí veio o meu primeiro videogame: um Atari! Ah, foi amor à primeira jogada! Daí pra frente fui jogando de tudo, mas me descobri uma adoradora de RPG! Sou louca por Elfos, Orcs, Dwarves e afins. Amo Oblivion, Prince of Persia, Uncharted, Diablo, Fallout 3, Assassin’s Creed, Neverwinter Nights, Mass Effect, Dragon Age e Skyrim. Tudo o que é RPG e ação eu devoro com garfo, faca e hidro-mel!
- Também sou repórter freelancer da revista Old Gamer e Revista Playstation (Editora Europa). Já escrevi para EGW, Nintendo World e EDGE (saudades).

Faaala, galerians! Minha história com os games começou por volta dos 4 anos, quando vi meu irmão mais velho jogando Atari e NES. Pedi pra “brincar” também, apaixonei e nunca mais larguei. Meu maior xodó são os jogos das antigas. Dos atuais, prefiro aqueles que tem narrativa envolvente, não importando o gênero (mas se for ficção científica ou survival horror, meu coração bate mais forte). Videogame sempre será importante na minha vida, até eu virar uma orgulhosa velhota gamer!







